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26 de julho de 2017
publicado às 15h06
Blitz-relâmpago orienta condutores sobre risco de queimadas

Blitz-relâmpago orienta condutores sobre risco de queimadasAté esta terça-feira, 25, nove focos de calor foram registrados pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe) em Palmas, oito deles registrados somente entre junho e julho deste ano, segundo os boletins de monitoramento do instituto. A baixa umidade, altas temperaturas e os ventos fortes das últimas semanas na Capital são alguns dos fatores propícios à propagação do fogo em área de vegetação.

No entanto, é o fator humano ainda a principal preocupação da Defesa Civil Municipal. Por isso, servidores do órgão e agentes de trânsito realizaram na manhã desta quarta-feira, 26, na Avenida JK, uma blitz-relâmpago para divulgar os perigos das queimadas e a importância de se evitar o uso do fogo nas zonas urbana e rural.

Segundo o superintendente da Defesa Civil Municipal, Iranilto Sales, Palmas precisa da colaboração do fator humano no cenário de queimadas. “Precisamos alcançar as pessoas para que elas não coloquem fogo e que aquelas que estão conscientes ajudem a fiscalizar, ligar para as autoridades para evitar que a gente fique em uma situação complicada em agosto e setembro com muita fumaça em torno da cidade”, disse o superintendente.

Somente esta semana dois focos de calor foram registrados em Palmas na Serra do Carmo, o suficiente para deslocar Palmas da 71ª para a 65ª posição no ranking de cidades com maior número de focos no Tocantins.

“O problema não é só fumaça, a queimada destrói a mata que fica ao redor de nascentes, o que pode prejudicar a oferta de água, afetar a diversidade da vida no cerrado. Quando se vê cobras, iguanas e outros animais silvestres aparecendo em área urbana são, muitas vezes, animais que estão buscando refúgio para se proteger e não é raro encontrá-los mortos cercados pelo fogo”, enfatizou Iranilto Sales. (Ascom Palmas).

 

Baixa umidade

Outro alerta da Defesa Civil Municipal é sobre a baixa umidade do ar registrada nesta quarta-feira, 26, que está já em nível de alerta. “Estamos com umidade do ar oscilando entre 20% e 30%, o que é uma grande preocupação para a saúde da população também. A gente reforça que é importante, neste período, as pessoas evitarem se expor ao sol sem proteção, buscarem ingerir muito líquido, colocarem alternativas para umidificar o ar em casa”, ressaltou.

 

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