Salve a Amazonia
16 de agosto de 2015
publicado às 21h55
Deputada Janete propõe debater importância das parteiras tradicionais na saúde pública

Dep. Janete Capiberibe_ParteirasA Comissão de Direitos Humanos e Minorias aprovou, nesta quarta, 05, o requerimento da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) para debater a contribuição das parteiras tradicionais à saúde pública, à saúde da mulher, ao parto humanizado e à redução da mortalidade materna e neonatal. A reunião será em conjunto com a Comissão da Amazônia e colaboração da Secretaria de Mulheres da Câmara. A data ainda será marcada.

Estão convidados o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, a ministra da Secretaria de Promoção de Políticas de Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, a representante da OPAS/OMS no Brasil, Joaquim Molina, a coordenadora da Rede Nacional de Parteiras Tradicionais do Brasil, Suely Carvalho, a coordenadora da Associação de Parteiras Tradicionais do Amapá, Luíza Dias e a representante da Articulação Nacional de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras – ANMB, Alaerte Leandro Martins.

Para a deputada Janete, as parteiras tradicionais podem contribuir para melhorar a qualidade da atenção à saúde da mulher, a humanização do parto e reduzir a mortalidade materna e neonatal. “A ONU propõe aos governos dos países de todo o mundo, especialmente dos países mais empobrecidos, a valorização das parteiras tradicionais e sua inclusão nas políticas públicas de saúde para reduzir mortalidade materna e neonatal”, escreveu a socialista para defender a inclusão das parteiras tradicionais na saúde pública.

“No Amapá, em 1995, implantamos o Projeto das Parteiras Tradicionais, para qualificá-las e remunerá-las. Em 1998, junto com o CAIS do Parto e a UNICEF, realizamos o Primeiro Encontro Internacional das Parteiras Tradicionais e o Projeto recebeu o prêmio Paulo Freire. A final de sete anos, os índices de mortalidade infantil e de mortalidade materna e perinatal haviam sido reduzidos e o índice de parto cesariano caiu para um dos menores do País”, completa a parlamentar. (Assessoria de Imprensa).

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