Salve a Amazonia
21 de abril de 2015
publicado às 22h39
Políticas públicas garantem a valorização dos povos indígenas do Acre

10620100844_c53c2be8e6_oNeste domingo, 19, o país celebrou o Dia do Índio. A data foi criada em 1943, por meio do decreto 5.540, para que todos os brasileiros vivessem um momento de reflexão sobre a valorização da cultura indígena.

No Acre, esse processo de valorização ganhou mais força a partir de 1980, quando teve início o processo de demarcação das terras indígenas, pondo fim à escravidão e marginalização dos indígenas da região. De lá pra cá, esses povos tradicionais, que representam a identidade do povo acreano, protagonizam uma época de conquistas e grandes realizações, acerca de sua história, cultura, religião e sobrevivência. Um período que eles chamam de “tempo dos direitos”.

Nos últimos quatro anos, o governo do Estado investe em políticas públicas que impulsionam a produção sustentável, o fortalecimento institucional e a valorização cultural das comunidades.

Mais de 30 terras indígenas, pertencentes a 15 povos, compõem o território acreano. Com exceção dos povos isolados, todas as terras receberam incentivos do governo, com a execução dos planos de gestão, que funcionam como um estatuto da terra, isto é, a própria comunidade aponta os potenciais e as necessidades de cada aldeia. Por meio da Assessoria Especial dos Povos Indígenas, o governo contemplou 28 terras indígenas, com ações executadas em parceria com 14 secretarias de estado e órgãos do governo federal.

Para o titular da Assessoria Indígena, Zezinho Kaxinawá, o grande desafio dessa gestão é alcançar os povos que ainda não implementaram os planos de gestão. “Nosso desafio é garantir que as políticas públicas de governo alcancem os lugares em que ainda não foi possível chegar. Para isso nós investiremos no etnozoneamento das regiões”, ressalta. (Agência de Notícias do Acre).

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