Salve a Amazonia
30 de junho de 2017
publicado às 11h38
Praias de Palmas estão próprias para banho

Praias-palmas-tocantinsA Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMA) divulgou o boletim de balneabilidade referente ao mês de junho, que atestou a boa qualidade da água para contato primário em todas as Praias da Capital – Arnos, Graciosa, Prata e Buritis, com exceção da Praia do Caju, que não foi pesquisada por estar em obras de revitalização.

 

O monitoramento das águas do lago de Palmas é uma ação contínua da FMA, intensificada durante a temporada de férias, com o objetivo de garantir maior segurança aos banhistas.

 

O Programa de Balneabilidade (qualidade bacteriológica) das Praias é realizado pela FMA e está estruturado para atender às especificações da Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) nº 274/2000, que define critérios para a classificação de águas destinadas à recreação de contato primário, ou seja, o contato direto e prolongado com a água (banho, recreação, mergulho, esqui-aquático, entre outros).

 

O monitoramento foi realizado nos dias 06, 07, 12, 19 e 26 deste mês de junho. O parâmetro analisado para a balneabilidade das praias é o Número Mais Provável (NMP) de coliformes fecais por 100 ml. Uma nova coleta, agora para o mês de julho, já está sendo realizada.

 

“Nosso cuidado com a qualidade da água é constante. Porém, nesse período em que Palmas recebe muitos turistas intensificamos os trabalhos”, destacou o presidente da FMA, Evercino Moura dos Santos Júnior.

 

Resolução do Conama

 

Conforme a resolução Conama 274/2000, as condições de balneabilidade serão definidas como própria quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, houver no máximo 800 Escherichia coli por 100 mililitros, e imprópria quando não atendidos os critérios estabelecidos para águas próprias, quando o valor obtido na última amostragem for superior a 2000 Escherichia coli ou quando existirem ocorrências que possam ocasionar risco à saúde dos banhistas.

 

As amostras são coletadas pelos técnicos da Fundação Municipal de Meio Ambiente e analisadas pelo Laboratório de Microbiologia Ambiental (Lambio) da Universidade Federal do Tocantins (UFT).

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