{"id":10294,"date":"2025-12-16T18:49:19","date_gmt":"2025-12-16T21:49:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=10294"},"modified":"2025-12-16T18:49:19","modified_gmt":"2025-12-16T21:49:19","slug":"nature-publica-pesquisa-indicando-que-manejo-da-fauna-na-amazonia-alimenta-os-povos-e-protege-a-floresta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/nature-publica-pesquisa-indicando-que-manejo-da-fauna-na-amazonia-alimenta-os-povos-e-protege-a-floresta\/","title":{"rendered":"Nature publica pesquisa indicando que manejo da fauna na Amaz\u00f4nia alimenta os povos e protege a floresta"},"content":{"rendered":"<p>Estudo in\u00e9dito, com participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores ind\u00edgenas do Rio Negro e do ISA, registra que animais silvestres sustentam 11 milh\u00f5es de habitantes do bioma<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O per\u00edodo adequado para sair em busca da ca\u00e7a; o pote de guardar o curare &#8211; veneno que vai ser colocado na flecha; o cuidado para n\u00e3o abater nenhum animal al\u00e9m do necess\u00e1rio para o consumo comunit\u00e1rio; a partilha com a comunidade. Esses s\u00e3o alguns dos elementos do manejo da fauna promovido pelos povos ind\u00edgenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares h\u00e1 milhares de anos na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Esse manejo, essencial para a seguran\u00e7a alimentar, para a prote\u00e7\u00e3o da floresta e para a regula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, \u00e9 o tema de artigo publicado nesta quarta-feira (26\/11), na revista Nature. A bi\u00f3loga Natalia Campos Pimenta, coordenadora adjunta do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental (ISA), liderado por Andr\u00e9 Pinassi Antunes, da Rede Fauna.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo a Nature, o estudo in\u00e9dito revela \u201ca imensa riqueza biol\u00f3gica e cultural dos sistemas alimentares baseados na carne silvestre e sua import\u00e2ncia para os povos ind\u00edgenas, comunidades tradicionais e agricultores do interior da Amaz\u00f4nia.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Estima-se que a carne silvestre produzida na regi\u00e3o seja suficiente para suprir quase metade das necessidades di\u00e1rias de prote\u00edna e ferro dos 11 milh\u00f5es de habitantes das \u00e1reas rurais do bioma, al\u00e9m de uma parcela significativa de vitaminas do complexo B e zinco, nutrientes fundamentais para a sa\u00fade humana.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">E ainda indica a import\u00e2ncia econ\u00f4mica do manejo, mostrando que, quando comparada aos pre\u00e7os atuais da carne bovina, essa produ\u00e7\u00e3o teria um valor aproximado de US$2,2 bilh\u00f5es ao ano \u2014 uma riqueza invis\u00edvel que sustenta a seguran\u00e7a nutricional dos povos da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Substituir a carne silvestre por carne de animais domesticados nas \u00e1reas rurais da Amaz\u00f4nia, uma medida frequentemente sugerida para reduzir a ca\u00e7a de animais silvestres, geraria enorme impacto ambiental.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O estudo sugere que a produ\u00e7\u00e3o de carne bovina equivalente \u00e0 carne de animais silvestres proveniente da ca\u00e7a produzida para alimentar os povos ind\u00edgenas, comunidades tradicionais e agricultoras da regi\u00e3o exigiria a convers\u00e3o de at\u00e9 64.000 km2 de floresta em pastos, liberando at\u00e9 1,16 bilh\u00e3o de toneladas de CO2 \u2014 aproximadamente 3% das emiss\u00f5es globais anuais.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Al\u00e9m disso, o estudo revela que Terras Ind\u00edgenas e Reservas Extrativistas mant\u00eam popula\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis de esp\u00e9cies-chave ca\u00e7adas, demonstrando a efic\u00e1cia da governan\u00e7a e gest\u00e3o territorial feita pelos povos da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Indica ainda que demarcar os territ\u00f3rios e fortalecer a governan\u00e7a ind\u00edgena e tradicional s\u00e3o estrat\u00e9gias centrais para assegurar a sustentabilidade dos sistemas alimentares baseados na carne de ca\u00e7a e, consequentemente, para o cumprimento de diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O manejo da fauna silvestre considerando a ca\u00e7a tradicional \u00e9 o caminho que concilia os interesses da conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies e os direitos, pr\u00e1ticas e o modo de vida dos povos da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cA identidade cultural \u00e9 uma caracter\u00edstica chave para a produtividade da ca\u00e7a, refletindo mil\u00eanios de rela\u00e7\u00f5es din\u00e2micas e rec\u00edprocas com a natureza\u201d, diz a pesquisadora Natalia Pimenta.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os pesquisadores enfatizam que \u201cpropostas de proibir ou substituir a carne silvestre sem reconhecer esse contexto representam vis\u00f5es colonialistas que amea\u00e7am a autonomia e os direitos dos povos da Amaz\u00f4nia\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cA ca\u00e7a tradicional na Amaz\u00f4nia \u00e9 profundamente moldada por conhecimentos, regras e pr\u00e1ticas culturais que regulam o uso da fauna h\u00e1 mil\u00eanios. Embora os n\u00fameros estimados de animais ca\u00e7ados anualmente sejam elevados, povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais t\u00eam historicamente mantido popula\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis, defendendo seus territ\u00f3rios e manejando-os por meio de normas sociais e alimentares, restri\u00e7\u00f5es espaciais e rela\u00e7\u00f5es de reciprocidade com os animais. N\u00e3o por acaso, os maiores ber\u00e7\u00e1rios de fauna encontram-se hoje justamente nos territ\u00f3rios ind\u00edgenas e tradicionais\u201d, informa Andr\u00e9 Antunes \u00e0 Nature.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">E conclui que proteger a Amaz\u00f4nia \u00e9 vital n\u00e3o apenas para conservar a biodiversidade, mas para garantir a sa\u00fade, o bem-estar, a seguran\u00e7a alimentar e nutricional, a soberania e a continuidade dos modos de vida de milh\u00f5es de habitantes rurais.<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2025-11\/20231105_fellipeabreu_isa_rionegro_151148.jpg?itok=XBWdA8pR\" alt=\"Imagem mostra uma canoa no Rio Negro\" width=\"1200\" height=\"800\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Manejo da fauna promovido pelos povos ind\u00edgenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares \u00e9 essencial para a prote\u00e7\u00e3o da floresta e para a regula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Fellipe Abreu\/ISA<\/figcaption><\/figure>\n<p dir=\"ltr\">A pesquisa, conduzida por dezenas de pesquisadores acad\u00eamicos, ind\u00edgenas e extrativas, foi endossada por duas das maiores entidades representativas dos povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais da Amaz\u00f4nia brasileira: a Coordena\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia Brasileira (COIAB) e o Conselho Nacional das Popula\u00e7\u00f5es Extrativistas (CNS).<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Veja alguns dados da pesquisa:<\/p>\n<p>&#8211; A pesquisa re\u00fane um conjunto in\u00e9dito de dados coletados entre 1965 e 2024 em mais de 600 comunidades de todo bioma amaz\u00f4nico;<\/p>\n<p>&#8211; A diversidade de animais consumidos \u00e9 surpreendente, abrangendo pelo menos 500 esp\u00e9cies. Contudo, os autores identificaram que 20 grupos de animais respondem por 72% de todos os indiv\u00edduos ca\u00e7ados e 84% da biomassa animal total extra\u00edda, com destaque para esp\u00e9cies como queixada, anta e paca.<\/p>\n<p>&#8211; Ao longo dos 8 milh\u00f5es de km2 que comp\u00f5em a Amaz\u00f4nia, os autores estimaram uma extra\u00e7\u00e3o anual de mais de meio milh\u00e3o de toneladas de biomassa animal, o que corresponde a 0,37 milh\u00e3o de toneladas de carne silvestre efetivamente comest\u00edvel.<\/p>\n<p>&#8211; O estudo tamb\u00e9m alerta que o desmatamento representa uma amea\u00e7a direta a esses sistemas alimentares. Em \u00e1reas onde mais de 70% da floresta foi perdida, que corresponde a cerca de 500 mil km2, a quantidade de animais e de biomassa animal dispon\u00edveis por ca\u00e7ador caiu 67%. Nessas regi\u00f5es degradadas, esp\u00e9cies mais generalistas, como tatus, capivaras e pombas, s\u00e3o proporcionalmente mais ca\u00e7adas, sobretudo na proximidade de centros urbanos, onde a demanda por prote\u00edna animal \u00e9 maior.<\/p>\n<p>&#8211; Al\u00e9m do alto custo ambiental, a carne dom\u00e9stica, especialmente a de frango, cont\u00e9m n\u00edveis muito menores de ferro, zinco e vitaminas essenciais, agravando riscos de defici\u00eancias nutricionais entre as popula\u00e7\u00f5es humanas que vivem nessas \u00e1reas.<\/p>\n<p>Leia o artigo completo em:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-025-09743-z\">https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-025-09743-z.<\/a><\/p>\n<div class=\"box\">\n<h5>Document\u00e1rio \u201cEenonai: Conserva\u00e7\u00e3o e manejo na casa dos animais\u201d<\/h5>\n<p dir=\"ltr\">O document\u00e1rio \u201cEenonai: Conserva\u00e7\u00e3o e manejo na casa dos animais\u201d, lan\u00e7ado na COP30, em Bel\u00e9m, mostra de perto o manejo da fauna promovido\u00a0 pelo povo Baniwa no Alto Rio Negro (AM).<\/p>\n<div class=\"video-embed-field-provider-youtube video-embed-field-responsive-video\"><iframe loading=\"lazy\" id=\"13027533\" title=\"Eenonai: Conserva\u00e7\u00e3o e manejo na casa dos animais\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/sxj9Vx9lThw?autoplay=0&amp;start=0&amp;rel=0&amp;mute=0&amp;enablejsapi=1\" width=\"854\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-gtm-yt-inspected-6623113_22=\"true\" data-gtm-yt-inspected-10=\"true\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Eenonai \u00e9 o termo na l\u00edngua dos conhecedores Baniwa que se refere aos animais e d\u00e1 nome ao document\u00e1rio sobre o manejo da fauna na regi\u00e3o do Rio Ayari (Alto Rio Negro &#8211; AM), na bacia do rio I\u00e7ana, territ\u00f3rio predominantemente do povo Baniwa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entre os Baniwa, a pr\u00e1tica da ca\u00e7a se mant\u00e9m de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o e integra um sistema sofisticado de conhecimentos dos povos ind\u00edgenas do Alto Rio Negro, uma das regi\u00f5es mais preservadas da Amaz\u00f4nia. Esse manejo tamb\u00e9m comp\u00f5e o Sistema Agr\u00edcola Tradicional do Rio Negro (SAT-RN), reconhecido pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rio e Art\u00edstico Nacional (Iphan) como patrim\u00f4nio cultural.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As pr\u00e1ticas e saberes sobre esse manejo s\u00e3o acompanhados pelos Agentes Ind\u00edgenas de Manejo Ambiental (AIMAs) da regi\u00e3o, que desenvolvem pesquisas sobre temas socioambientais, em di\u00e1logo permanente com os conhecedores de suas comunidades e com pesquisadores especializados n\u00e3o-ind\u00edgenas.<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2025-11\/RS50120_DSCF1397.jpg?itok=fzTFjYx7\" alt=\"Armindo Braz\u00e3o, Agente Ind\u00edgena de Manejo Ambiental (AIMA) e presidente da Organiza\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena da Bacia do I\u00e7ana (OIBI), navegando pelo igarap\u00e9 Pam\u00e1ali, rio I\u00e7ana, Terra Ind\u00edgena Alto Rio Negro (AM)\" width=\"1200\" height=\"900\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Armindo Braz\u00e3o, AIMA e presidente da Organiza\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena da Bacia do I\u00e7ana (OIBI), navegando pelo igarap\u00e9 Pam\u00e1ali, no Rio I\u00e7ana, Terra Ind\u00edgena Alto Rio Negro (AM)<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Natalia C. Pimenta\/ISA<\/figcaption><\/figure>\n<p dir=\"ltr\">Constitu\u00edda a partir de colabora\u00e7\u00f5es entre o Instituto Socioambiental (ISA), a Federa\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Rio Negro (FOIRN) e organiza\u00e7\u00f5es e escolas ind\u00edgenas locais, a Rede de AIMAS atua na regi\u00e3o do I\u00e7ana e em outras \u00e1reas do Alto e M\u00e9dio Rio Negro, registrando em di\u00e1rios e tablets pr\u00e1ticas de manejo das ro\u00e7as, pesca, ca\u00e7a, coleta de frutos e insetos, interc\u00e2mbios econ\u00f4micos e rituais, fabrica\u00e7\u00e3o dos instrumentos e utens\u00edlios.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O objetivo da Rede de AIMAs \u00e9 promover pesquisas colaborativas e interculturais de longa dura\u00e7\u00e3o para o fortalecimento dos conhecimentos ind\u00edgenas e da gest\u00e3o territorial. Para isso, os agentes ind\u00edgenas tamb\u00e9m contam com a parceria com\u00a0 institutos de pesquisa e universidades.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O educador-pesquisador, f\u00edsico, cientista ambiental e lideran\u00e7a ind\u00edgena Dzoodzo Baniwa, que participou da produ\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>Eenonai<\/em>, ressalta a import\u00e2ncia do document\u00e1rio, que registra o manejo sustent\u00e1vel da fauna pelo povo Baniwa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cO document\u00e1rio traz esse registro importante sobre o conhecimento. Cada povo ind\u00edgena\u00a0 tem seu pr\u00f3prio sistema de conhecimento e do manejo do seu territ\u00f3rio. Cada t\u00e9cnica, cada dom\u00ednio da tecnologia \u00e9 muito importante. Os Baniwa utilizam, por exemplo, instrumentos tradicionais, como zarabatana, e t\u00eam outras t\u00e9cnicas. O document\u00e1rio resgata essas pr\u00e1ticas tradicionais e d\u00e1 esse horizonte de como podemos continuar mantendo o manejo da ca\u00e7a no nosso territ\u00f3rio, inclusive nessa perspectiva de impacto de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u00c9 muito importante, porque tanto os animais quanto n\u00f3s povos ind\u00edgenas manejamos esse territ\u00f3rio todo, ajudamos a diversificar as plantas, distribuindo sementes. A gente tem esse papel muito importante na prote\u00e7\u00e3o da floresta\u201d, diz.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A pesquisa retratada no document\u00e1rio \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do ISA e da FOIRN, com fruto da dedica\u00e7\u00e3o da Rede de AIMAs em parceria com o Centro de Pesquisa e Monitoramento\u00a0<em>Eenopana\u00a0<\/em>e a\u00a0Rede Fauna &#8211; Pesquisa em Conserva\u00e7\u00e3o, Uso e Manejo da Fauna da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A idealiza\u00e7\u00e3o do projeto \u00e9 da pesquisadora e coordenadora-adjunta do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental (PRN\/ISA), Natalia Camps Pimenta, e dos pesquisadores Andr\u00e9 Pinassi Antunes e Walter Lopes da Silva, do povo Baniwa. A dire\u00e7\u00e3o \u00e9 do documentarista Fellipe Abreu, especialista em sistemas alimentares, e da analista do ISA, Giselle Sousa.<\/p>\n<h5>Ficha t\u00e9cnica<\/h5>\n<p dir=\"ltr\"><strong>Idealiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Natalia Camps Pimenta, Andr\u00e9 Pinassi Antunes e Walter Lopes da Silva<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Natalia Camps Pimenta, Andr\u00e9 Pinassi Antunes, Walter Lopes da Silva, Dzoodzo Baniwa e Ana Am\u00e9lia Hamdan Gontijo<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Fellipe Abreu e Giselle Sousa<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o de fotografia e capta\u00e7\u00e3o de \u00e1udio:<\/strong>\u00a0Fellipe Abreu<br \/>\n<strong>Entrevistas em Baniwa:<\/strong>\u00a0Laise Cardoso<br \/>\n<strong>Roteiro:<\/strong>\u00a0Luiz Felipe Silva<br \/>\n<strong>Edi\u00e7\u00e3o\/finaliza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Elder Barbosa<br \/>\n<strong>Agradecimentos:<\/strong>\u00a0Aos moradores e conhecedores de Canad\u00e1 e demais comunidades do Rio Ayari, Escola Baniwa Eeno Hiepole, Centro de Pesquisa e Forma\u00e7\u00e3o\u00a0<em>Eenopana<\/em>, National Geographic, Rede de Agentes Ind\u00edgenas de Manejo Ambiental (AIMAs) da Bacia do Rio Negro.<br \/>\n<strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0ISA, FOIRN, Rede Fauna, Nadzoeri<br \/>\n<strong>Apoio:<\/strong>\u00a0Ip\u00ea\/Lira e Nia Tero<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Fonte: ISA &#8211; Por Ana Am\u00e9lia Hamdan<\/p>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo in\u00e9dito, com participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores ind\u00edgenas do Rio Negro e do ISA, registra que animais silvestres sustentam 11 milh\u00f5es de habitantes do bioma O per\u00edodo adequado para sair em busca da ca\u00e7a; o pote de guardar o curare &#8211; veneno que vai ser colocado&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10295,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[28,19,1614,35,2],"tags":[2042],"class_list":["post-10294","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonas","category-area-2","category-indigenas","category-meio-ambiente","category-slideshow","tag-regulacao-climatica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10294","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10294"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10294\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10296,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10294\/revisions\/10296"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10295"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10294"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10294"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10294"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}