{"id":10688,"date":"2026-05-06T21:20:03","date_gmt":"2026-05-07T00:20:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=10688"},"modified":"2026-05-06T21:20:03","modified_gmt":"2026-05-07T00:20:03","slug":"estudo-revela-presenca-continua-do-garimpo-ilegal-em-terras-indigenas-no-xingu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/estudo-revela-presenca-continua-do-garimpo-ilegal-em-terras-indigenas-no-xingu\/","title":{"rendered":"Estudo revela presen\u00e7a cont\u00ednua do garimpo ilegal em Terras Ind\u00edgenas no Xingu"},"content":{"rendered":"<p>De janeiro a setembro de 2025, um total de 335 hectares foi desmatado por meio do garimpo ilegal em TIs na Bacia do Rio Xingu. A an\u00e1lise indica que a\u00e7\u00f5es pontuais de fiscaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o t\u00eam sido suficientes para conter o avan\u00e7o da atividade<\/p>\n<p>Estudo revela que o garimpo ilegal mant\u00e9m presen\u00e7a cont\u00ednua em Terras Ind\u00edgenas na Amaz\u00f4nia, em especial na Bacia do Rio Xingu, entre os estados de Mato Grosso e Par\u00e1, acendendo um alerta sobre os riscos crescentes \u00e0 floresta e suas popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div class=\"node-bg\">\n<div>\n<div class=\"container share-margin\">\n<article class=\"node node--type-article node--promoted node--view-mode-full clearfix\">\n<div class=\"node__content clearfix\">\n<div class=\"node-content-data\">\n<p>A an\u00e1lise, conduzida pelo programa MAAP (Monitoring of the Andes Amazon Program) da Amazon Conservation em parceria com o Instituto Socioambiental (ISA), que liderou o relat\u00f3rio, combina dados do MAAP e de dois sistemas de monitoramento, o\u00a0<a href=\"https:\/\/xingumais.org.br\/sirad-x\">SiRAD X, da Rede Xingu+<\/a>\u00a0e o\u00a0<a href=\"https:\/\/amazonminingwatch.org\/en\">Amazon Mining Watch<\/a>, da Amazon Conservation, Earth Genome e Pulitzer Center, que utilizam imagens de sat\u00e9lite, radar e intelig\u00eancia artificial para detectar \u00e1reas de minera\u00e7\u00e3o. As metodologias se complementam e os sistemas apontam padr\u00f5es consistentes de expans\u00e3o da atividade ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Os dados mostram que, de janeiro a setembro de 2025, um total de 335 hectares foi desmatado em Terras Ind\u00edgenas, evidenciando a continuidade da press\u00e3o do garimpo ilegal sobre a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio, ao menos 11.500 hectares de floresta foram perdidos entre 2018 e 2024 em Terras Ind\u00edgenas e \u00e1reas protegidas da Bacia do Rio Xingu. E o desmatamento associado ao garimpo ilegal continua presente dentro de territ\u00f3rios protegidos, mesmo ap\u00f3s recentes a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h5>Territ\u00f3rio sob press\u00e3o<\/h5>\n<p>No centro dessa din\u00e2mica est\u00e1 o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, um dos maiores blocos cont\u00ednuos de florestas oficialmente protegidas do planeta, com mais de 26 milh\u00f5es de hectares que conectam 24 Terras Ind\u00edgenas e 9 \u00e1reas protegidas e desempenha um papel fundamental na conserva\u00e7\u00e3o da floresta amaz\u00f4nica, mas segue sob press\u00e3o crescente do garimpo ilegal, da expans\u00e3o agropecu\u00e1ria, da extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira e dos inc\u00eandios florestais provocados por a\u00e7\u00f5es humanas.<\/p>\n<p>Este primeiro recorte do estudo traz uma an\u00e1lise detalhada de tr\u00eas Terras Ind\u00edgenas: Kuruaya, Ba\u00fa e Kayap\u00f3, e mostra como a minera\u00e7\u00e3o ilegal tem avan\u00e7ado nos \u00faltimos anos, com impactos diretos sobre territ\u00f3rios e comunidades.<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2026-05\/Captura%20de%20tela%202026-05-05%20151725.png?itok=idqWw19C\" alt=\"Figura A1. Garimpo na Terra Ind\u00edgena Kuruaya\" width=\"1063\" height=\"522\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Garimpo na Terra Ind\u00edgena Kuruaya em 2024 e 2025<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Planet\/NICFI<\/figcaption><\/figure>\n<p>Na Terra Ind\u00edgena Kuruaya, o garimpo ilegal se intensificou ao longo do rio Madalena. Entre 2023 e julho de 2025, a \u00e1rea impactada ultrapassou 34 hectares. J\u00e1 na Terra Ind\u00edgena Ba\u00fa, o relat\u00f3rio identifica ao menos 110 hectares de floresta destru\u00edda, com registros de conflitos armados entre garimpeiros e povos ind\u00edgenas.<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2026-05\/Captura%20de%20tela%202026-05-05%20151933.png?itok=YWM1Q0-W\" alt=\"Garimpo na Terra Ind\u00edgena Ba\u00fa\" width=\"1060\" height=\"521\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Garimpo na Terra Ind\u00edgena Ba\u00fa em 2024 e 2025<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Planet\/NICFI<\/figcaption><\/figure>\n<p>O caso mais cr\u00edtico \u00e9 o da Terra Ind\u00edgena Kayap\u00f3, que concentra a maior \u00e1rea desmatada por garimpo ilegal na Amaz\u00f4nia brasileira. Dados do relat\u00f3rio, com base na plataforma Amazon Mining Watch, indicam um acumulado de cerca de 7.940 hectares impactados, sendo 140 hectares de janeiro a setembro de 2025. Com as opera\u00e7\u00f5es do governo federal para a retirada para garimpeiros e maquin\u00e1rio da regi\u00e3o, em maio, ainda foram registrados ao menos 2 novos hectares de \u00e1rea de garimpo foram registrados em junho.<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2026-05\/Captura%20de%20tela%202026-05-05%20152229.png?itok=PkE454NU\" alt=\"Imagem a\u00e9rea mostra evolu\u00e7\u00e3o do Garimpo na Terra Ind\u00edgena Kayap\u00f3 em 2024 e 2025\" width=\"1059\" height=\"523\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Garimpo na Terra Ind\u00edgena Kayap\u00f3 em 2024 e 2025<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Planet\/NICFI<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cOs dados dos sistemas utilizados pelas duas institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o deixam d\u00favidas de que o Corredor Xingu enfrenta um cen\u00e1rio de press\u00e3o crescente e disseminada, com o garimpo avan\u00e7ando sobre regi\u00f5es at\u00e9 ent\u00e3o preservadas. Isso exige uma resposta estrutural de longo prazo para garantir a integridade dessas florestas e de seus povos\u201d, afirma Thaise Rodrigues, Analista de Geoprocessamento do Instituto Socioambiental (ISA).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/acervo.socioambiental.org\/acervo\/documentos\/maap-239-expansao-do-garimpo-ilegal-na-bacia-do-xingu-na-amazonia-brasileira\"><strong>Leia o relat\u00f3rio completo aqui.<\/strong><\/a><\/p>\n<h5>Tecnologia e monitoramento revelam padr\u00f5es consistentes<\/h5>\n<p>Em 2025, o Instituto Socioambiental firmou uma parceria com a Amazon Conservation, ampliando o acesso a imagens de sat\u00e9lite em alta resolu\u00e7\u00e3o fornecidas pela Planet por meio do MAAP. Esse recurso permitiu aprimorar a valida\u00e7\u00e3o dos alertas e a identifica\u00e7\u00e3o dos vetores de press\u00e3o. A colabora\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m integra o painel p\u00fablico Amazon Mining Watch, desenvolvido em parceria pela Amazon Conservation, Earth Genome e Pulitzer Center.<\/p>\n<p>A Rede Xingu+ realiza monitoramento mensal do desmatamento e de outras press\u00f5es no Corredor Xingu por meio do SiRAD X (Sistema Remoto de Alerta de Desmatamento do Xingu), que utiliza tecnologia de radar. O sistema tamb\u00e9m se apoia em uma rede de parceiros locais respons\u00e1veis pela vigil\u00e2ncia territorial diretamente em campo.<\/p>\n<p>A plataforma Amazon Mining Watch \u00e9 um sistema de monitoramento que utiliza intelig\u00eancia artificial e dados de sat\u00e9lite para detectar desmatamento causado pelo garimpo ilegal \u00a0em todos os pa\u00edses da bacia Amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Os efeitos do garimpo ilegal v\u00e3o muito al\u00e9m da perda de floresta. A atividade est\u00e1 associada \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o de rios por merc\u00fario, \u00e0 perda de biodiversidade e ao aumento de conflitos socioambientais, colocando em risco a seguran\u00e7a e os modos de vida de comunidades ind\u00edgenas e ribeirinhas, assim como as popula\u00e7\u00f5es urbanas que consomem produtos da floresta e dos rios e de seus servi\u00e7os ambientais, como a regula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica.<\/p>\n<p>\u201cEsta \u00e9 uma das an\u00e1lises mais abrangentes j\u00e1 produzidas sobre o impacto crescente da minera\u00e7\u00e3o de ouro em Terras Ind\u00edgenas e \u00e1reas protegidas no Corredor Xingu, um dos principais focos de minera\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia brasileira. Ao reunir dados complementares e in\u00e9ditos, ela amplia a capacidade de compreender a din\u00e2mica recente e orientar a\u00e7\u00f5es mais eficazes de monitoramento, fiscaliza\u00e7\u00e3o e tomada de decis\u00e3o\u201d, explica Matt Finer, diretor do programa MAAP na Amazon Conservation.<\/p>\n<h5>Da resposta \u00e0 a\u00e7\u00e3o<\/h5>\n<p>O relat\u00f3rio destaca que, al\u00e9m de opera\u00e7\u00f5es de retirada de garimpeiros, \u00e9 necess\u00e1rio articular a\u00e7\u00f5es interinstitucionais e priorizar a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas em territ\u00f3rios amea\u00e7ados por garimpo ilegal. Entre as principais recomenda\u00e7\u00f5es est\u00e3o a cria\u00e7\u00e3o de uma for\u00e7a-tarefa interinstitucional permanente para desmantelar redes log\u00edsticas do garimpo, o fortalecimento de \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o como IBAMA, ICMBio e FUNAI, a amplia\u00e7\u00e3o do monitoramento territorial conduzido por comunidades ind\u00edgenas e o avan\u00e7o na rastreabilidade da cadeia do ouro, com maior transpar\u00eancia sobre sua origem.<\/p>\n<p>Sem uma estrat\u00e9gia de longo prazo, o estudo alerta para o alto risco de reincid\u00eancia das invas\u00f5es ap\u00f3s opera\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Este relat\u00f3rio integra uma s\u00e9rie em duas partes sobre o avan\u00e7o do garimpo na Bacia do Rio Xingu. Esta primeira edi\u00e7\u00e3o analisa as Terras Ind\u00edgenas, enquanto a segunda abordar\u00e1 o avan\u00e7o do desmatamento associado ao garimpo em \u00e1reas protegidas, \u00a0concentrando a an\u00e1lise em tr\u00eas unidades de conserva\u00e7\u00e3o: a Floresta Nacional de Altamira, a Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica da Terra do Meio e a Reserva Biol\u00f3gica Nascentes da Serra do Cachimbo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/acervo.socioambiental.org\/acervo\/documentos\/maap-239-expansao-do-garimpo-ilegal-na-bacia-do-xingu-na-amazonia-brasileira\"><strong>Leia o relat\u00f3rio completo aqui.<\/strong><\/a><\/p>\n<div class=\"box\">\n<h5>Sobre o Instituto Socioambiental<\/h5>\n<p>Com o lema \u201csocioambiental se escreve junto\u201d, o Instituto Socioambiental (ISA) foi fundado em 1994. Desde ent\u00e3o, o ISA trabalha lado a lado com parceiros hist\u00f3ricos de comunidades ind\u00edgenas, quilombolas e tradicionais para desenvolver solu\u00e7\u00f5es que protejam e restaurem seus territ\u00f3rios, fortale\u00e7am suas culturas e conhecimentos tradicionais, elevem seus perfis representativos, desenvolvam economias sustent\u00e1veis e lideradas pelas comunidades e valorizem suas contribui\u00e7\u00f5es para a adapta\u00e7\u00e3o e mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<h5>Sobre o MAAP<\/h5>\n<p>O Monitoring of the Andean Amazon Project (MAAP) \u00e9 uma iniciativa da Amazon Conservation, da Conservaci\u00f3n Amaz\u00f3nica\u2013ACCA (Peru) e da Conservaci\u00f3n Amaz\u00f3nica\u2013ACEAA (Bol\u00edvia), que fornece an\u00e1lises t\u00e9cnicas de ponta sobre desmatamento, minera\u00e7\u00e3o e inc\u00eandios em toda a Amaz\u00f4nia. O MAAP utiliza imagens de sat\u00e9lite, ci\u00eancia de dados e informa\u00e7\u00f5es de campo para produzir relat\u00f3rios oportunos que apoiam a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o e a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<h5>Sobre a Amazon Conservation<\/h5>\n<p>A Amazon Conservation \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o internacional sem fins lucrativos que h\u00e1 mais de 25 anos atua para promover uma Amaz\u00f4nia saud\u00e1vel e resiliente. Sua abordagem integrada se baseia no trabalho com parceiros locais e aliados para proteger \u00e1reas naturais, fortalecer comunidades e aplicar ci\u00eancia e tecnologia em prol da conserva\u00e7\u00e3o. Para mais informa\u00e7\u00f5es, visite amazonconservation.org.<\/p>\n<p>Fonte: ISA<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De janeiro a setembro de 2025, um total de 335 hectares foi desmatado por meio do garimpo ilegal em TIs na Bacia do Rio Xingu. 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