{"id":2857,"date":"2016-07-27T13:12:47","date_gmt":"2016-07-27T16:12:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=2857"},"modified":"2016-07-27T13:12:47","modified_gmt":"2016-07-27T16:12:47","slug":"sao-caetano-e-colares-sao-alternativas-para-quem-busca-tranquilidade-nestas-ferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/sao-caetano-e-colares-sao-alternativas-para-quem-busca-tranquilidade-nestas-ferias\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Caetano e Colares s\u00e3o alternativas para quem busca tranquilidade nestas f\u00e9rias"},"content":{"rendered":"<div class=\"texto printContent\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/S\u00e3o-Caetano-e-Colares-s\u00e3o-alternativas-para-quem-busca-tranquilidade-nestas-f\u00e9rias-e1469635951729.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2859\" src=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/S\u00e3o-Caetano-e-Colares-s\u00e3o-alternativas-para-quem-busca-tranquilidade-nestas-f\u00e9rias-e1469635951729.jpg\" alt=\"S\u00e3o Caetano e Colares s\u00e3o alternativas para quem busca tranquilidade nestas f\u00e9rias\" width=\"700\" height=\"467\" \/><\/a><\/p>\n<p>A rota que leva aos principais balne\u00e1rios paraenses tamb\u00e9m oferece ao veranista op\u00e7\u00f5es de localidades com caracter\u00edsticas bem interioranas e que mostram um lado pouco conhecido da Amaz\u00f4nia Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>A 94 quil\u00f4metros de Bel\u00e9m, na regi\u00e3o do Salgado, est\u00e1 um desses lugares: S\u00e3o Caetano de Odivelas. A cidade \u00e9 um dos destinos favoritos de quem prefere um programa mais tranquilo. Com uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 17,5 mil\u00a0habitantes, o munic\u00edpio tem uma \u00e1rea de quase 744\u00a0km\u00b2 e \u00e9 cercado pelo Rio Mojuim. A funda\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Caetano de Odivelas remonta \u00e0 presen\u00e7a dos\u00a0padres jesu\u00edtas, que no per\u00edodo colonial ocuparam o territ\u00f3rio com a miss\u00e3o de difundir o catolicismo e catequizar os \u00edndios que habitavam a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Um passeio pela orla oferece uma vista incr\u00edvel para o rio e suas in\u00fameras ilhas, que trazem nomes curiosos como Feiticeira, Cotovelo, Macaca, Tubar\u00e3o e Marinheiro. As mais famosas somam onze. No passeio pelo mercado municipal \u201cBenedito Farias Rendeiro\u201d, inaugurado em 1979, o visitante pode encontrar uma diversidade de mariscos e peixes frescos.<\/p>\n<p>Entre as esp\u00e9cies mais comuns na regi\u00e3o est\u00e3o a pescada amarela, g\u00f3, piramutaba, tainha e corvina. Ainda na sede da cidade \u00e9 poss\u00edvel visitar o Centro Cultural, a pra\u00e7a da feirinha e a famosa rampa em frente \u00e0 prefeitura local. \u00c9 de l\u00e1 que saem e chegam a todo momento dezenas de barcos trazendo o pescado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da pesca, outra atividade\u00a0que ajuda a movimentar a economia local \u00e9 a coleta do caranguejo, que garante a\u00a0subsist\u00eancia de\u00a0boa parte da popula\u00e7\u00e3o. As ilhas do entorno s\u00e3o ricas em manguezais, ambiente prop\u00edcio \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie. Os cunhados Paulo Bahia e Matias Lopes s\u00e3o nativos da regi\u00e3o e vivem h\u00e1 mais de 30 anos\u00a0da extra\u00e7\u00e3o do caranguejo nos mangues. Mais da metade do que \u00e9 coletado por eles \u00e9 destinado \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 gra\u00e7as aos catadores de caranguejos de S\u00e3o Caetano que as deliciosas iguarias feitas a partir desse crust\u00e1ceo chegam \u00e0 mesas de milhares de paraenses. Pouca gente sabe, mas a cidade tamb\u00e9m \u00e9 refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de ostras. Pelo rio ou pela estrada\u00a0\u00e9 poss\u00edvel chegar \u00e0 regi\u00e3o do Pereru de F\u00e1tima, onde se concentra uma das maiores produ\u00e7\u00f5es de ostras da regi\u00e3o. Julho \u00e9 o per\u00edodo de maior disponibilidade desse alimento. Uma d\u00fazia da ostra baby, varidedade que mede de 6\u00a0a 8 cent\u00edmetros, chega a ser comercializada a R$ 10\u00a0nessa \u00e9poca. J\u00e1 a ostra grande \u00e9 encontrada a R$ 15.<\/p>\n<p>Com tantos rios\u00a0e a diversidade de peixes, mariscos e moluscos, n\u00e3o \u00e9 de se estranhar que a pescaria seja um dos maiores atrativos tur\u00edsticos da regi\u00e3o. V\u00e1rias pessoas costumam sair de Bel\u00e9m em busca de um ref\u00fagio para essa pr\u00e1tica no munic\u00edpio. O assessor t\u00e9cnico Carlos Lima abriu m\u00e3o da vida na capital e h\u00e1 oito anos fixou resid\u00eancia em S\u00e3o Caetano. As muitas viagens feitas \u00e0 cidade com esse objetivo fizeram com que ele se apaixonasse pelo lugar. \u201cA tranquilidade da cidade e a possibilidade de poder pescar a qualquer hora me motivaram a vir para c\u00e1\u201d, conta. Assim como ele, diversos pescadores n\u00e3o profissionais aproveitam as folgas e as f\u00e9rias do meio e fim de ano para se dedicar \u00e0 pesca esportiva.<\/p>\n<p>Quem n\u00e3o tem barco ou lancha para praticar a pescaria n\u00e3o precisa se preocupar. Alguns estabelecimentos da cidade oferecem aluguel de embarca\u00e7\u00f5es. No bar \u201cTrapiche\u201d, por exemplo, localizado na orla da cidade, o turista pode alugar por cerca de R$ 500\u00a0um barco com condutor. Mas \u00e9 preciso ter todos os apetrechos necess\u00e1rios \u00e0 pescaria em m\u00e3os, pois eles n\u00e3o est\u00e3o\u00a0inclusos no pacote.<\/p>\n<p>Segundo os pescadores da regi\u00e3o, o melhor per\u00edodo para a pr\u00e1tica \u00e9 a chamada mar\u00e9 de pesca, que se d\u00e1 de 15 em 15 dias. \u00c9 nesta \u00e9poca que a \u00e1gua o rio ganha\u00a0um tom esverdeado e as lanchas tomam conta da paisagem. Em alguns dias registra-se uma m\u00e9dia de 150 delas espalhadas ao longo do Mojuim.<\/p>\n<p>No passeio pelas ruas da cidade, que ainda conservam a cobertura em\u00a0paralelep\u00edpedos &#8211; o que d\u00e1 a\u00a0S\u00e3o Caetano ares ainda mais buc\u00f3licos &#8211; \u00e9 f\u00e1cil encontrar casas com placas onde se anuncia a venda de caranguejos. Caso o visitante esque\u00e7a de passar\u00a0no mercado municipal, ainda tem a chance de adquirir algumas unidades\u00a0em um desses pontos. Roberto Leal \u00e9 um dos moradores que vende o crust\u00e1cio na porta de casa. \u201cTrabalho com isso desde os 14 anos. J\u00e1 fui procurado por visitantes que vieram de Bel\u00e9m e at\u00e9 de outros estados, como o Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Salvador\u201d, conta.<\/p>\n<p>A vida cultural de S\u00e3o Caetano de Odivelas est\u00e1 intimamente ligada \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o dos bois de m\u00e1scaras. O Boi Tinga e a Vaca Velha s\u00e3o exemplos de grupos t\u00edpicos da regi\u00e3o. Ambos trazem na hist\u00f3ria a mem\u00f3ria de pescadores que h\u00e1 muitos anos celebravam as\u00a0datas festivas que inclu\u00edam a utiliza\u00e7\u00e3o de bois vivos trazidos de outras cidades.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o foi passando de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o\u00a0e com o tempo sofreu adapta\u00e7\u00f5es, como a substitui\u00e7\u00e3o dos bois vivos por suas representa\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas &#8211;\u00a0estruturas confeccionadas com arame, papel\u00e3o e tecido &#8211;\u00a0mantendo-se assim at\u00e9 os dias de hoje. Tamb\u00e9m foram inclu\u00eddas nas manifesta\u00e7\u00f5es locais as figuras do pierrot, do vaqueiro e dos cabe\u00e7udos. O \u00fanico adere\u00e7o original que foi conservado s\u00e3o os chifres usados pelo Boi Tinga.<\/p>\n<p>O turista que quiser conhecer de perto essas manifesta\u00e7\u00f5es culturais pode visitar as sedes dos grupos. A do Boi Tinga fica na Rua Floriano Peixoto, n\u00ba 85, e o da Vaca Velha fica na Avenida Presidente Vargas, n\u00ba 55, no centro de S\u00e3o Caetano. O bloco da Vaca, por exemplo, tem por tradi\u00e7\u00e3o sair \u00e0s ruas do munic\u00edpio no final do m\u00eas de julho. Este ano a programa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 no dia 30. Portanto, ainda d\u00e1 tempo de se programar.<\/p>\n<p>E para quem quer descansar, os hot\u00e9is na cidade oferecem di\u00e1rias que custam, em m\u00e9dia, R$ 120, com quartos que comportam at\u00e9 cinco pessoas e tem caf\u00e9 da manh\u00e3 incluso. Outra boa dica para quem estiver na cidade \u00e9 o passeio de barco at\u00e9 a praia da Romana, no munic\u00edpio\u00a0vizinho de Curu\u00e7\u00e1. A viagem dura aproximadamente 40 minutos e compensa pelas belas paisagens.<\/p>\n<p>Colares<\/p>\n<p>Saindo da terra do caranguejo, a viagem segue rumo a Colares. Pela PA-140\u00a0percorre-se o caminho at\u00e9 a estrada de acesso \u00e0 localidade de Penhalonga, em Vigia, e depois inclui\u00a0uma travessia r\u00e1pida de balsa pelo rio Guajar\u00e1-Miri, que dura em m\u00e9dia sete minutos. A passagem para carros grandes custa R$ 17,00 e para pequenos R$ 13,50. Aos que preferem fazer a rota a partir de Bel\u00e9m, a dist\u00e2ncia at\u00e9 o munic\u00edpio \u00e9 de 62,30 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Ao desembarcar da balsa, o roteiro \u00e9 retomado pela PA-238. Conhecida pelo lend\u00e1rio registro de invas\u00e3o extraterrestre na d\u00e9cada de 70, a cidade de Colares conserva essa fama at\u00e9 hoje. Para todos os lados que se olha \u00e9 poss\u00edvel esbarrar na figura de simp\u00e1ticos alien\u00edgenas. Eles podem ser vistos nas varandas das casas, nas pinturas das paredes e at\u00e9 no artesanato da regi\u00e3o. Se quiser presentear algu\u00e9m com souvenires de Colares, pode ter certeza de que os ETs s\u00e3o pe\u00e7as indispens\u00e1veis.<\/p>\n<p>Os moradores mais antigos trazem na mem\u00f3ria as hist\u00f3rias que viraram not\u00edcia internacional e motivo de investiga\u00e7\u00e3o da Aeron\u00e1utica brasileira na chamada \u201cOpera\u00e7\u00e3o Prato\u201d. Dona Tereza Monteiro, 78 anos, relembra, como se fosse hoje, a apari\u00e7\u00e3o estranha que ganhou os c\u00e9us da cidade. \u201cQuem mais via eram os pescadores. Era uma luz forte, colorida, parecia um holofote. Quando essa luz se aproximava a gente ficava paralisado. A popula\u00e7\u00e3o fazia fogueira, soltava pistola, fazia de tudo para tentar espantar aquelas coisas\u201d, recorda.<\/p>\n<p>Alguns moradores chegaram a ser atingidos pela tal luz. O \u00fanico que ainda vive para contar a hist\u00f3ria \u00e9 o seu Newton Cardoso, 60 anos. Seus relatos j\u00e1 ganharam p\u00e1ginas de livros, revistas, trabalhos cient\u00edficos e at\u00e9 cenas em filmes e document\u00e1rios. Diante de tanta visibilidade, ele montou uma esp\u00e9cie de mini museu em frente ao seu s\u00edtio, na Estrada Real de Pacatuba, em Colares. \u201cRecebo constantemente a visita de turistas, pesquisadores e curiosos. Ent\u00e3o, resolvi montar esse espa\u00e7o onde re\u00fano minhas coisas\u201d, explica.<\/p>\n<p>Seu Newton conta que quando tinha 18 anos, estava dormindo em uma rede no p\u00e1tio da casa da ent\u00e3o namorada, hoje esposa, e no meio da noite foi atingido pela luz misteriosa. Sem ter consci\u00eancia do que estava acontecendo, ele lembra que come\u00e7ou a se agitar muito. A namorada, ao ouvir o barulho e ver a cena come\u00e7ou a gritar e pedir ajuda. Foi a\u00ed que ele acordou sem entender o que estava acontecendo, se sentindo mal, fraco e com algumas dores no corpo. \u201cCheguei a ficar com uma marca no pesco\u00e7o, tipo uma queimadura. Fiz \u00a0v\u00e1rios exames \u00e0 \u00e9poca\u201d, relembra.<\/p>\n<p>Interessado nessas hist\u00f3rias, o oficial da Marinha Hilberto Freitas resolveu aportar em Colares para investigar melhor os casos. Curioso por esse tipo de assunto, se dedicou \u00e0 pesquisa, tornando-se um uf\u00f3logo (estudioso sobre alien\u00edgenas). Para ele, ao &#8220;sugar&#8221; de um ser humano, o que os ETs querem mesmo \u00e9 a sua energia vital e n\u00e3o o sangue, como criam algumas pessoas. Diante de tantos relatos de moradores atingidos pela luz misteriosa, os ETs ganharam o apelido de &#8220;chupa-chupa&#8221;.<\/p>\n<p>Apesar da luz misteriosa ser sempre assunto em Colares, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 disso que a cidade vive. Cercada de rios e praias, o munic\u00edpio oferece ainda op\u00e7\u00f5es de balne\u00e1rios e igarap\u00e9s. Bem na orla, encontra-se a praia de Humait\u00e1, onde aportam barcos e pescadores que chegam a todo instante trazendo a produ\u00e7\u00e3o pesqueira, e onde ainda resiste uma samaumeira centen\u00e1ria que, segundo os moradores, servia de ponto de concentra\u00e7\u00e3o dos OVNIs.<\/p>\n<p>Seguindo pela orla at\u00e9 a praia do Sonrisal encontra-se o mercado de Colares, que re\u00fane pontos de venda de peixes frescos. O melhor hor\u00e1rio para comprar o pescado \u00e9 \u00e0s 9h. A pescada amarela, por exemplo, sai a R$ 10\u00a0o quilo, j\u00e1 a gurijuba \u00e9 vendida a R$ 12, o quilo. Tamb\u00e9m na orla est\u00e3o v\u00e1rios hot\u00e9is e pousadas com di\u00e1rias m\u00e9dias de R$ 120. Os barzinhos que circundam os balne\u00e1rios da cidade oferecem card\u00e1pio diversificado, com iguarias como camar\u00e3o, peixes, caranguejo e arraia, a pre\u00e7os que variam entre R$ 15\u00a0e R$ 30.<\/p>\n<p>De f\u00e9rias em Colares, a professora Patr\u00edcia Bastos aproveita para curtir a tranquilidade das praias do munic\u00edpio. &#8220;Costumo vir aqui desde os oito anos. Tudo \u00e9 muito bonito, as pessoas s\u00e3o acolhedoras e o banho de rio e igarap\u00e9 \u00e9 calmo. Tudo de bom\u201d, diz.<\/p>\n<p>No final da praia do Sonrisal, comtempla-se o encontro das \u00e1guas do mar com o igarap\u00e9 que leva o mesmo nome. Segundo os frequentadores do local, o balne\u00e1rio recebeu esse nome porque a \u00e1gua geladinha cura a ressaca de qualquer banhista. Mais \u00e0 frente, distante 500 metros, est\u00e1 outro igarap\u00e9, o do Tubinho. O lugar foi a op\u00e7\u00e3o da estudante Larissa Vale, 20 anos. De f\u00e9rias na cidade, ela preferiu curtir as \u00e1guas refrescantes e claras\u00a0do balne\u00e1rio. \u201cAdoro vir para c\u00e1. Minha fam\u00edlia alugou uma casa e viemos passar as f\u00e9rias aqui\u201d, conta.<\/p>\n<p>Quem preferir uma praia mais tranquila, quase deserta, a pedida pode ser a praia do Machadinho, distante tr\u00eas quil\u00f4metros do centro da cidade. Quando a mar\u00e9 est\u00e1 baixa\u00a0\u00e9 permitida a entrada de carros, mas na cheia o jeito \u00e9 deixar o autom\u00f3vel na rampa e seguir o restante do caminho a p\u00e9. Ainda com pouca estrutura de barracas, o recanto conserva as belezas naturais e costuma ser bastante concorrido.<\/p>\n<p>A proximidade de Colares com outras cidades permite que de barco se chegue a Mosqueiro, \u00e0 Ilha do Maraj\u00f3 e a v\u00e1rios outros pontos da regi\u00e3o. Mas, se mesmo assim o turista preferir algo mais reservado e tranquilo, a op\u00e7\u00e3o \u00e9 o balne\u00e1rio Rayanne. Distante cerca de seis quil\u00f4metros da via principal da cidade, o bar\/hotel\/restaurante oferece a alternativa de contato direto com a natureza.<\/p>\n<p>Para acesso ao local \u00e9 cobrada uma taxa de R$ 3\u00a0para adultos e R$ 1\u00a0para crian\u00e7as. A hospedagem custa R$ 80\u00a0a di\u00e1ria, em quartos com capacidade para at\u00e9 cinco pessoas, sem ar condicionado, mas com caf\u00e9 da manh\u00e3 incluso. Quem quiser aproveitar o espa\u00e7o das acomoda\u00e7\u00f5es ao m\u00e1ximo, a administra\u00e7\u00e3o orienta que se leve redes. Se quiser apenas almo\u00e7ar no local, os pratos variam entre R$ 15\u00a0e R$ 30.<\/p>\n<p>A divers\u00e3o na cidade fica por conta do grupo \u201cTimbora\u201d, respons\u00e1vel por organizar desde o carnaval at\u00e9 os grandes eventos comemorativos ao longo do ano.<\/p>\n<p>Seguran\u00e7a<\/p>\n<p>A seguran\u00e7a em Colares e S\u00e3o Caetano de Odivelas foi refor\u00e7ada neste m\u00eas. Al\u00e9m do efetivo existente, a Pol\u00edcia Militar deslocou 2.226 policiais para oito grandes comandos do interior, que tem abrang\u00eancia em 51 localidades.<\/p>\n<p>As rotinas operacionais da Pol\u00edcia Civil contam com 615 servidores p\u00fablicos a mais enviados para garantir apoio aos\u00a0efetivos locais\u00a0nas delegacias da regi\u00e3o do Salgado. J\u00e1 o Corpo de Bombeiros colocou 797 guarda-vidas para atuar em v\u00e1rias cidades do interior.<\/p>\n<p>Dist\u00e2ncias<br \/>\nBel\u00e9m-S\u00e3o Caetano: 94,74km<br \/>\nBel\u00e9m-Colares: 62,30km<\/p>\n<p>Como chegar:<br \/>\nS\u00e3o Caetano de Odivelas: BR-316 e PA-140<br \/>\nColares: BR-316\/PA-140 at\u00e9 a estrada de acesso \u00e0 Penhalonga<\/p>\n<p>Passagens:<br \/>\nS\u00e3o Caetano: m\u00e9dia de R$ 16,00 de \u00f4nibus no Terminal Rodovi\u00e1rio de Bel\u00e9m<br \/>\nColares: m\u00e9dia de R$ 14,00 de \u00f4nibus no Terminal Rodovi\u00e1rio de Bel\u00e9m<\/p>\n<p>(Por Bianca Teixeira &#8211; Ag\u00eancia Par\u00e1).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"orgao\"><\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rota que leva aos principais balne\u00e1rios paraenses tamb\u00e9m oferece ao veranista op\u00e7\u00f5es de localidades com caracter\u00edsticas bem interioranas e que mostram um lado pouco conhecido da Amaz\u00f4nia Atl\u00e2ntica. A 94 quil\u00f4metros de Bel\u00e9m, na regi\u00e3o do Salgado, est\u00e1 um desses lugares: S\u00e3o Caetano de&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,31,2],"tags":[628],"class_list":["post-2857","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-area-4","category-para","category-slideshow","tag-balnearios-paraenses"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2857","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2857"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2857\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2860,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2857\/revisions\/2860"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2857"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2857"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2857"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}