{"id":4847,"date":"2018-01-02T18:48:20","date_gmt":"2018-01-02T21:48:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=4847"},"modified":"2018-01-02T18:48:20","modified_gmt":"2018-01-02T21:48:20","slug":"madeireiros-avancam-sobre-o-riozinho-do-anfrisio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/madeireiros-avancam-sobre-o-riozinho-do-anfrisio\/","title":{"rendered":"Madeireiros avan\u00e7am sobre o Riozinho do Anfr\u00edsio"},"content":{"rendered":"<div class=\"summary\"><em><a href=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Madeireiros-avan\u00e7am-sobre-o-Riozinho-do-Anfr\u00edsio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4848\" src=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Madeireiros-avan\u00e7am-sobre-o-Riozinho-do-Anfr\u00edsio.jpg\" alt=\"Madeireiros avan\u00e7am sobre o Riozinho do Anfr\u00edsio\" width=\"700\" height=\"413\" srcset=\"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Madeireiros-avan\u00e7am-sobre-o-Riozinho-do-Anfr\u00edsio.jpg 700w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Madeireiros-avan\u00e7am-sobre-o-Riozinho-do-Anfr\u00edsio-300x177.jpg 300w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Madeireiros-avan\u00e7am-sobre-o-Riozinho-do-Anfr\u00edsio-220x129.jpg 220w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/em><\/div>\n<div class=\"summary\"><em>Neste ano mais de 200 quil\u00f4metros de estradas para retirada de madeira ilegal foram abertas na Reserva Extrativista Riozinho do Anfr\u00edsio (PA), 277% a mais que em 2016<\/em><\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p>Mais de 200 quil\u00f4metros de estradas foram abertos ilegalmente na Reserva Extrativista (Resex) Riozinho do Anfr\u00edsio, no Par\u00e1, para extra\u00e7\u00e3o de madeira em 2017. Extrativistas que vivem na regi\u00e3o denunciam o avan\u00e7o do saque madeireiro em \u00e1reas intocadas &#8211; locais ricos em recursos naturais, como a copa\u00edba e com ind\u00edcios de presen\u00e7a de ind\u00edgenas isolados. A explora\u00e7\u00e3o das madeiras de lei tem avan\u00e7ado sobre o territ\u00f3rio, provocando graves conflitos sociais e intimidando a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O roubo de madeira na regi\u00e3o n\u00e3o \u00e9 novidade, mas o aumento extensivo das estradas que escoam o produto preocupa os moradores, parceiros e poder p\u00fablico. O monitoramento realizado pela Rede de Monitoramento Territorial do Xingu, em parceria com os beiradeiros, como s\u00e3o conhecidos os ribeirinhos que vivem \u00e0s margens dos rios da Terra do Meio, detectou um aumento de 277% em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado, em que foram abertos 53 quil\u00f4metros de estradas.<\/p>\n<p>Baseado em informa\u00e7\u00f5es de campo, imagens de sat\u00e9lite e sobrev\u00f4os, o ISA estima que mais de 23 mil metros c\u00fabicos de madeira de alt\u00edssimo valor podem ter sa\u00eddo da Resex em 2017, que, uma vez processados, podem render mais de R$ 208 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O saque madeireiro avan\u00e7a sobre uma \u00e1rea de extraordin\u00e1ria biodiversidade, protegida e utilizada pelos ribeirinhos de forma sustent\u00e1vel. \u201cO patrim\u00f4nio que est\u00e1 sendo espoliado \u00e9 de um valor incalcul\u00e1vel\u201d, aponta Juan Doblas, assessor do ISA.<\/p>\n<p>\u201cO pessoal est\u00e1 dizendo que n\u00e3o \u00e9 bom furar copa\u00edba naquele determinado trecho, porque pode encontrar com madeireiro, que se voc\u00ea subir [o rio] n\u00e3o vai se dar bem\u201d, conta um morador da Resex que n\u00e3o pode ser identificado. Dados de radar mostram que as estradas foram al\u00e9m do igarap\u00e9 do Najazal, na por\u00e7\u00e3o leste da reserva, cada vez mais pr\u00f3ximas das localidades dos beiradeiros.<\/p>\n<p>O aumento do saque acompanha a din\u00e2mica do desmatamento. Em um ano, entre 2016 e 2017, foram desmatados 159 hectares de floresta, aumento de 33% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior. \u201cExistem quadrilhas organizadas de corte seletivo de madeira ali\u201d, alerta Paulo Carneiro, diretor do departamento de Cria\u00e7\u00e3o e Manejo de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (Diman) do ICMBio.<\/p>\n<h2>O caminho da madeira<\/h2>\n<p>O monitoramento mostra que os ramais madeireiros tem um destino: as serrarias pr\u00f3ximas ao Projeto de Assentamento (PA) Areia, no munic\u00edpio de Trair\u00e3o, a 130 quil\u00f4metros da Resex. Se anos atr\u00e1s a popula\u00e7\u00e3o do PA vivia \u00e0 merc\u00ea da grilagem de terras &#8211; por conta do descaso do poder p\u00fablico em garantir seus direitos &#8211; hoje enfrenta, pelos mesmos motivos, a intensifica\u00e7\u00e3o dos madeireiros na regi\u00e3o.<\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Toras de madeira em serraria pr\u00f3xima ao PA Areia|Daniel Paranayba-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/foto_10_4.jpg?itok=EsxoesRs\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-retrato caption-processed\" title=\"Toras de madeira em serraria pr\u00f3xima ao PA Areia\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-retrato\/public\/nsa\/foto_10_4.jpg?itok=eSLq66gh\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Toras de madeira em serraria pr\u00f3xima ao PA Areia|Daniel Paranayba-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/foto_10_4.jpg?itok=EsxoesRs\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Toras de madeira em serraria pr\u00f3xima ao PA Areia<\/span><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Toras de madeira em serraria pr\u00f3xima ao PA Areia|Daniel Paranayba-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/foto_10_4.jpg?itok=EsxoesRs\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<\/a>Em 2005, Luiz Carlos Tremonte e Marcos Sato, ent\u00e3o propriet\u00e1rios das madeireiras Lamex Export e Amaz\u00f4nia Florestal respectivamente, propuseram uma parceria com a associa\u00e7\u00e3o de moradores do Areia em um plano de manejo madeireiro comunit\u00e1rio. Os moradores esperaram por anos a aprova\u00e7\u00e3o do plano para come\u00e7arem a trabalhar na \u00e1rea, at\u00e9 que em 2008 descobriram que quase a totalidade da madeira autorizada para explora\u00e7\u00e3o j\u00e1 havia sido formalmente retirada.<\/p>\n<p>Em an\u00e1lises de 2009, no entanto, n\u00e3o foi detectado nenhum ind\u00edcio de explora\u00e7\u00e3o no per\u00edmetro aprovado para o manejo, mas 11.538 metros c\u00fabicos de madeira foram registrados como provenientes desta \u00e1rea. Ou seja, apesar de madeira alguma ter sido retirada da regi\u00e3o licenciada, mais de 11 mil m3 foram transportados com documentos que garantiam que a origem das toras era da \u00e1rea prevista no plano de manejo do PA Areia.<\/p>\n<p>Fontes afirmaram que a madeira era proveniente das \u00e1reas protegidas pr\u00f3ximas da regi\u00e3o: Floresta Nacional do Trair\u00e3o, Parque Nacional Jamanxim e Resex Riozinho do Anfr\u00edsio. A madeira sa\u00eda em tora pelo assentamento. Parte dela era serrada e laminada na Amexport, de Tremonte, e outra parte na Amaz\u00f4nia Floresta, de Sato. [Leia mais sobre o caso do PA Areia no livro Dono \u00e9 quem desmata]<\/p>\n<div class=\"box-right\"><strong>Ip\u00ea na mira<br \/>\n<\/strong>A beleza da flora\u00e7\u00e3o do ip\u00ea amarelo facilita sua identifica\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o ilegal. Uma vez localizada, os madeireiros cortam a mata em busca dessa e de outras esp\u00e9cies, deixando um rastro de degrada\u00e7\u00e3o. O alto valor agregado do ip\u00ea, cujo metro c\u00fabico est\u00e1 acima de US$ 2 mil, viabiliza a sua explora\u00e7\u00e3o a grandes dist\u00e2ncias dentro de \u00e1reas protegidas, colocando em risco a floresta e as pessoas que ali vivem.<\/div>\n<p>Ainda que o caso tenha desencadeado em uma s\u00e9rie de investiga\u00e7\u00f5es que culminaram na diminui\u00e7\u00e3o do saque de madeira, os madeireiros encontraram vias para se reorganizarem. Hoje, a an\u00e1lise de imagens de sat\u00e9lite de alta resolu\u00e7\u00e3o e testemunhas locais indicam que o Areia voltou a ser o destino das estradas abertas na Resex Riozinho do Anfr\u00edsio.<\/p>\n<p>Doblas acredita que o mecanismo de \u201cesquentar\u201d a madeira retirada ilegalmente usando planos de manejo fraudados \u00e9 o que respalda o saque levado \u00e0 cabo atualmente. \u201cO combate \u00e0 atividade criminosa come\u00e7a, portanto, pela suspens\u00e3o dos planos de manejo nas proximidades das \u00e1reas protegidas e a sua posterior libera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s vistoria\u201d, aponta.<\/p>\n<h2>Resist\u00eancia e articula\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Localizado entre as bacias do rio Xingu e Tapaj\u00f3s, o Riozinho do Anfr\u00edsio foi palco de intensos conflitos fundi\u00e1rios. Ap\u00f3s resist\u00eancia e press\u00e3o dos ribeirinhos e seus parceiros, a Resex foi homologada em novembro de 2004 &#8211; a primeira de uma s\u00e9rie de \u00e1reas protegidas criadas na regi\u00e3o, que formam o mosaico da Terra do Meio.<br \/>\n<a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Mosaico de \u00e1reas protegidas da Terra do Meio\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/mosaico_terra_do_meio_10_simplificado_mosaico_reduzido_tm1_2.png?itok=COPJa6So\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-retrato caption-processed\" title=\"Mosaico de \u00e1reas protegidas da Terra do Meio\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-retrato\/public\/nsa\/mosaico_terra_do_meio_10_simplificado_mosaico_reduzido_tm1_2.png?itok=cfNVT_VZ\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Mosaico de \u00e1reas protegidas da Terra do Meio\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/mosaico_terra_do_meio_10_simplificado_mosaico_reduzido_tm1_2.png?itok=COPJa6So\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Mosaico de \u00e1reas protegidas da Terra do Meio<\/span><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Mosaico de \u00e1reas protegidas da Terra do Meio\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/mosaico_terra_do_meio_10_simplificado_mosaico_reduzido_tm1_2.png?itok=COPJa6So\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<\/a>A articula\u00e7\u00e3o dos beiradeiros e a constru\u00e7\u00e3o de cadeias de valor de produtos da floresta (como a castanha, copa\u00edba, baba\u00e7u e a borracha da seringa), associados ao monitoramento e a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o no territ\u00f3rio arrefeceram a grilagem de terras e barraram, por um per\u00edodo de tempo, a extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira.<\/p>\n<p>Os moradores pedem fiscaliza\u00e7\u00f5es efetivas dos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e ICMBio, e a instala\u00e7\u00e3o de uma base permanente na reserva. \u201cN\u00e3o adianta fazer uma a\u00e7\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o por ano. Os madeireiros v\u00e3o embora e logo voltam. Isso quando n\u00e3o vaza informa\u00e7\u00e3o e o Ibama chega l\u00e1 e n\u00e3o encontra ningu\u00e9m\u201d, comenta outro beiradeiro, que n\u00e3o quer ser identificado.<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Moradores do Riozinho do Anfr\u00edsio (Amora) encara a situa\u00e7\u00e3o com preocupa\u00e7\u00e3o e afirmou seu compromisso de trabalhar junto aos \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o para combater a extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda que a presen\u00e7a de grupos infratores seja conhecida de longa data, Carneiro explica que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel manter uma base fixa da institui\u00e7\u00e3o, por dificuldades de acesso. Frente ao avan\u00e7o do saque madeireiro, o diretor do Diman se comprometeu a dialogar com as lideran\u00e7as da Resex para identificar as \u00e1reas priorit\u00e1rias e tentar estruturar uma base tempor\u00e1rias nos pontos mais cr\u00edticos durante o per\u00edodo da seca &#8211; em que a explora\u00e7\u00e3o se intensifica. \u201cN\u00f3s vamos adaptar o nosso planejamento a essa demanda de ter uma base fixa na regi\u00e3o\u201d, disse.<\/p>\n<div class=\"box\"><strong>Mosaico da Terra do Meio<\/strong><br \/>\nO <a href=\"https:\/\/uc.socioambiental.org\/uc\/5859\">Riozinho do Anfr\u00edsio<\/a> faz parte do mosaico de \u00e1reas protegidas da Terra do Meio, conjunto de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e Terras Ind\u00edgenas entre os rios Xingu e Iriri. Com 8,5 milh\u00f5es de hectares de extens\u00e3o, o mosaico abriga uma enorme diversidade socioambiental e \u00e9 um importante elemento de prote\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, que sofre intensa press\u00e3o de desmatamento, retirada de madeira ilegal, constru\u00e7\u00e3o de estradas e hidrel\u00e9tricas. (Instituto Socioambiental)<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste ano mais de 200 quil\u00f4metros de estradas para retirada de madeira ilegal foram abertas na Reserva Extrativista Riozinho do Anfr\u00edsio (PA), 277% a mais que em 2016 Mais de 200 quil\u00f4metros de estradas foram abertos ilegalmente na Reserva Extrativista (Resex) Riozinho do Anfr\u00edsio, no&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22,35,31,2],"tags":[1083],"class_list":["post-4847","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-area-5-col1","category-meio-ambiente","category-para","category-slideshow","tag-exploracao-ilegal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4847","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4847"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4847\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4849,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4847\/revisions\/4849"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4847"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4847"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4847"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}