{"id":5299,"date":"2018-05-30T15:24:22","date_gmt":"2018-05-30T18:24:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=5299"},"modified":"2018-05-30T15:24:22","modified_gmt":"2018-05-30T18:24:22","slug":"mulheres-indigenas-dizem-basta-a-violencia-e-a-invisibilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/mulheres-indigenas-dizem-basta-a-violencia-e-a-invisibilidade\/","title":{"rendered":"Mulheres ind\u00edgenas dizem basta \u00e0 viol\u00eancia e \u00e0 invisibilidade"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Mulheres-ind\u00edgenas-dizem-basta-\u00e0-viol\u00eancia-e-\u00e0-invisibilidade.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-5300\" src=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Mulheres-ind\u00edgenas-dizem-basta-\u00e0-viol\u00eancia-e-\u00e0-invisibilidade.jpg\" alt=\"Mulheres ind\u00edgenas dizem basta \u00e0 viol\u00eancia e \u00e0 invisibilidade\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Mulheres-ind\u00edgenas-dizem-basta-\u00e0-viol\u00eancia-e-\u00e0-invisibilidade.jpg 700w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Mulheres-ind\u00edgenas-dizem-basta-\u00e0-viol\u00eancia-e-\u00e0-invisibilidade-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Mulheres-ind\u00edgenas-dizem-basta-\u00e0-viol\u00eancia-e-\u00e0-invisibilidade-220x146.jpg 220w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/em><\/p>\n<p><em>Encontro no Alto Rio Negro reuniu cerca de 200 mulheres em uma celebra\u00e7\u00e3o multi\u00e9tnica e intergeracional pela equidade de g\u00eanero<\/em><\/p>\n<p>A Maloca da Federa\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Rio Negro (Foirn) foi tomada pela for\u00e7a e coragem feminina durante os quatro dias do XI Encontro de Mulheres Ind\u00edgenas do Rio Negro, na primeira semana de maio. O evento, que reuniu 200 mulheres de 18 etnias ind\u00edgenas, contou com a presen\u00e7a de convidadas de renome nacional, como a cantora Djuena Tikuna e Nara Bar\u00e9, presidente da Coordena\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia Brasileira (Coiab). O encontro discutiu pautas desafiadoras, como o feminic\u00eddio, a viol\u00eancia, perspectivas para a juventude nas terras demarcadas e a participa\u00e7\u00e3o da mulher ind\u00edgena nos espa\u00e7os de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA gente v\u00ea as mulheres brancas e negras indo \u00e0 luta por direitos, mas as ind\u00edgenas ainda n\u00e3o s\u00e3o vistas. Queremos ter a nossa voz escutada tamb\u00e9m, pois os problemas que as outras mulheres enfrentam, n\u00f3s enfrentamos igualzinho e muitas vezes com mais dificuldade\u201d, ressalta a coordenadora do Departamento de Mulheres da Foirn, Elis\u00e2ngela da Silva Bar\u00e9, da <a href=\"https:\/\/terrasindigenas.org.br\/en\/terras-indigenas\/4099\">Terra Ind\u00edgena (TI) Cu\u00e9-Cu\u00e9 Marabitanas<\/a>, pr\u00f3xima da fronteira com a Venezuela. Aos 34 anos, m\u00e3e de tr\u00eas filhos, casada, agricultora, professora e graduada em Ci\u00eancias Sociais, Elis\u00e2ngela coordenou o encontro. Junto com ela esteve sua parceira de movimento pol\u00edtico, Janete Alves Desana, que atua tamb\u00e9m na Rede de Comunicadores Ind\u00edgenas do Rio Negro.<\/p>\n<p>\u201cA gente percebe que as jovens querem mudan\u00e7a. E as mais velhas muitas vezes n\u00e3o entendem. Mas, agora, percebemos que o importante \u00e9 ter roda de conversa. Porque sem esses encontros a gente n\u00e3o consegue provocar as mulheres a falarem delas mesmas. N\u00e3o temos espa\u00e7o na nossa rotina\u201d, comenta Adelina Sampaio Desana, jovem lideran\u00e7a da Foirn. A partir dos debates e encaminhamentos do encontro foi redigido o \u201cManifesto das Mulheres Ind\u00edgenas do Rio Negro\u201d. Leia <a href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/blog\/pdfs\/carta_manifesto_mulheres.pdf\">aqui<\/a>.<\/p>\n<h2>Luta pol\u00edtica e dedo na ferida<\/h2>\n<p>Muitas das lideran\u00e7as presentes foram para S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM) \u2013 onde s\u00f3 se chega por via a\u00e9rea ou fluvial \u2013 direto do ATL (Acampamento Terra Livre), a maior mobiliza\u00e7\u00e3o ind\u00edgena do Brasil, em Bras\u00edlia. Saiba <a href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/pt-br\/noticias-socioambientais\/acampamento-terra-livre-2018-publica-documento-final\">mais<\/a>.<\/p>\n<p>A cantora e jornalista Djuena Tikuna foi uma delas. Pela primeira vez na regi\u00e3o, Djuena chegou das acaloradas discuss\u00f5es na capital federal para debater e deixar suas contribui\u00e7\u00f5es \u00e0s mulheres rionegrinas. \u201cFiquei muito feliz de poder contribuir tanto como cantora quanto como ativista e jornalista\u201d, comentou a artista, que mora em Manaus (AM). Al\u00e9m de protagonizar o show de encerramento, Djuena participou de uma mesa sobre a import\u00e2ncia da comunica\u00e7\u00e3o para o movimento ind\u00edgena ao lado de outras comunicadoras, como Mayra Wapichana, do Conselho Ind\u00edgena de Roraima (CIR) e Sany Brasil, da r\u00e1dio FM O Dia.<\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Osvaldina Bar\u00e9, da Associa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena de Barcelos, representando as mulheres do Baixo Rio Negro | Ray Baniwa - FOIRN)\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/blogs\/dona_osvaldina.jpg?itok=yqfCefiA\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-paisagem caption-processed\" title=\"Osvaldina Bar\u00e9, da Associa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena de Barcelos, representando as mulheres do Baixo Rio Negro \" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-paisagem\/public\/blogs\/dona_osvaldina.jpg?itok=xBib0eLU\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Osvaldina Bar\u00e9, da Associa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena de Barcelos, representando as mulheres do Baixo Rio Negro | Ray Baniwa - FOIRN)\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/blogs\/dona_osvaldina.jpg?itok=yqfCefiA\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Osvaldina Bar\u00e9, da Associa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena de Barcelos, representando as mulheres do Baixo Rio Negro <\/span><\/span><br \/>\n<\/a><\/p>\n<p>As mulheres do Rio Negro tamb\u00e9m debateram sobre viol\u00eancia em pequenos grupos de trabalho, onde puderam confidenciar hist\u00f3rias pessoais ou de parentes. \u201cA gente chora sozinha nas ro\u00e7as de tanta dor dentro do peito. A gente passa a noite apanhando do marido e de manh\u00e3 d\u00e1 uma cuia de mingau para ele. Essa \u00e9 a realidade de muitas de n\u00f3s mulheres ind\u00edgenas aqui no Rio Negro\u201d, confidenciou uma jovem participante.<\/p>\n<p>Em outro grupo, uma idosa revelou que sua m\u00e3e dizia: \u201cSe um dia o seu marido bater em voc\u00ea, n\u00e3o conte nada para ningu\u00e9m. Voc\u00ea n\u00e3o pode falar nada para as pessoas porque sen\u00e3o vai provocar briga e intriga\u201d, revelou. Esses e outros depoimentos ainda mais contundentes foram registrados pelas mulheres ind\u00edgenas que desejam enfrentar esse tipo de situa\u00e7\u00e3o. Como disse uma senhora Yanomami: \u201cNaka (mulher, em Yanomami), isso n\u00e3o \u00e9 da cultura n\u00e3o. Isso \u00e9 viol\u00eancia contra a mulher mesmo.\u201d<\/p>\n<p>As mulheres tamb\u00e9m se mostraram preocupadas com o uso abusivo de \u00e1lcool, sobretudo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s crian\u00e7as e jovens. Elas afirmaram que \u00e9 preciso atuar fortemente na educa\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o sobre as bebidas alc\u00f3olicas industrializadas, que fazem mal \u00e0 sa\u00fade f\u00edsica e mental dos consumidores, e s\u00e3o diferentes das bebidas tradicionais fermentadas a base de mandioca. \u201c\u00c9 um problema de sa\u00fade p\u00fablica e o DSEI (Distrito Sanit\u00e1rio Especial Ind\u00edgena) do Alto Rio Negro precisa atuar fortemente nessa quest\u00e3o\u201d, apontou uma lideran\u00e7a de Santa Isabel do Rio Negro.<\/p>\n<p>As mulheres ind\u00edgenas tamb\u00e9m reivindicaram que seja implantada uma Delegacia Especializada no Atendimento \u00e0 Mulher (DEAM), em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira, com uma casa de acolhimento \u00e0s v\u00edtimas de viol\u00eancia que possa abrigar mulheres dos munic\u00edpios de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e S\u00e3o Gabriel da Cachoeira, ou seja, do Baixo ao Alto Rio Negro.<\/p>\n<p>Temas como o futuro dos adolescentes e jovens, empreendedorismo da mulher ind\u00edgena, sa\u00fade e os Planos de Gest\u00e3o Territorial e Ambiental (PGTA) tamb\u00e9m foram debatidos pelas participantes. \u201cFoi um evento singular para o movimento ind\u00edgena do Rio Negro. Nossas parentes mostraram que s\u00e3o capazes de liderar\u201d, frisou Nara Bar\u00e9, presidente da Coiab. Nascida em S\u00e3o Gabriel, Nara \u00e9 uma das principais vozes femininas do movimento ind\u00edgena brasileiro, representando a Amaz\u00f4nia no Brasil e no exterior. O encontro teve ainda uma feira de artesanato, cer\u00e2mica e alimentos do Sistema Agr\u00edcola Tradicional do Rio Negro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de pausas nos debates para a m\u00fasica de Djuena, encena\u00e7\u00f5es, dan\u00e7a e poesias, o evento teve a pr\u00e9-estreia do filme \u201cQuentura\u201d, da cineasta Mari Corr\u00eaa, do Instituto Catitu. Uma produ\u00e7\u00e3o realizada para a Rede de Coopera\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nica (RCA), o filme retrata as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sob o olhar sens\u00edvel das mulheres ind\u00edgenas, entre elas mulheres rionegrinas, representadas pelas Yanomami, da regi\u00e3o do Pico da Neblina, e pelas mulheres de Iauaret\u00ea, lideradas pela ex-presidente e atual diretora da Foirn, Almerinda Ramos de Lima, Tariana, da <a href=\"https:\/\/terrasindigenas.org.br\/en\/terras-indigenas\/4068\">Terra Ind\u00edgena Alto Rio Negro<\/a>.<\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Almerinda Ramos de Lima, Tariana, diretora da Foirn, com a cineasta Mari Corr\u00eaa na pr\u00e9-estreia do document\u00e1rio \u201cQuentura\u201d | Juliana Radler-ISA)\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/blogs\/almerinda_e_mari.jpg?itok=KL32yCsr\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-paisagem caption-processed\" title=\"Almerinda Ramos de Lima, Tariana, diretora da Foirn, com a cineasta Mari Corr\u00eaa na pr\u00e9-estreia do document\u00e1rio \u201cQuentura\u201d \" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-paisagem\/public\/blogs\/almerinda_e_mari.jpg?itok=oKQzc3r3\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Almerinda Ramos de Lima, Tariana, diretora da Foirn, com a cineasta Mari Corr\u00eaa na pr\u00e9-estreia do document\u00e1rio \u201cQuentura\u201d | Juliana Radler-ISA)\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/blogs\/almerinda_e_mari.jpg?itok=KL32yCsr\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Almerinda Ramos de Lima, Tariana, diretora da Foirn, com a cineasta Mari Corr\u00eaa na pr\u00e9-estreia do document\u00e1rio \u201cQuentura\u201d <\/span><\/span><br \/>\n<\/a><\/p>\n<p>No encerramento do XI Encontro das Mulheres Ind\u00edgenas do Rio Negro, muitos moradores de S\u00e3o Gabriel da Cachoeira foram comemorar os 31 anos da Foirn e aproveitar o show da cantora Djuena Tikuna, a primeira ind\u00edgena a fazer um espet\u00e1culo solo no famoso Teatro Amazonas, em Manaus. O mestre Baniwa, Luiz Laureano, da Maloca de Itacoatiara Mirim, fez uma performance de improviso com Djuena tocando o seu Japurutu para fechar o encontro com m\u00fasica instrumental ind\u00edgena da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O evento foi realizado pela Foirn e teve a parceria do Instituto Socioambiental (ISA) e da Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (Funai) e contou com apoio da Avon Mulheres, CESE, RCA, Uni\u00e3o Europeia e da Funda\u00e7\u00e3o Estadual do \u00cdndio (FEI). Instituto Socioambiental)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encontro no Alto Rio Negro reuniu cerca de 200 mulheres em uma celebra\u00e7\u00e3o multi\u00e9tnica e intergeracional pela equidade de g\u00eanero A Maloca da Federa\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Rio Negro (Foirn) foi tomada pela for\u00e7a e coragem feminina durante os quatro dias do XI Encontro&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[28,20,35,2],"tags":[1163],"class_list":["post-5299","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-amazonas","category-area-3","category-meio-ambiente","category-slideshow","tag-celebracao-multietnica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5299","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5299"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5299\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5301,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5299\/revisions\/5301"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5299"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5299"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5299"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}