{"id":534,"date":"2015-03-05T00:10:12","date_gmt":"2015-03-05T00:10:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=534"},"modified":"2015-03-05T19:37:17","modified_gmt":"2015-03-05T19:37:17","slug":"no-amazonas-35-mil-filhotes-de-quelonios-sao-soltos-na-natureza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/no-amazonas-35-mil-filhotes-de-quelonios-sao-soltos-na-natureza\/","title":{"rendered":"No Amazonas, 3,5 mil filhotes de quel\u00f4nios s\u00e3o soltos na natureza"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Quel\u00f4niosdaAmazonia.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-535\" src=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Quel\u00f4niosdaAmazonia.jpg\" alt=\"Quel\u00f4niosdaAmazonia\" width=\"620\" height=\"465\" srcset=\"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Quel\u00f4niosdaAmazonia.jpg 620w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Quel\u00f4niosdaAmazonia-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Quel\u00f4niosdaAmazonia-200x150.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O projeto P\u00e9-de-Pincha, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), realiza o manejo comunit\u00e1rio de quel\u00f4nios nas regi\u00f5es do Baixo Amazonas e Juru\u00e1. Na segunda quinzena de fevereiro, pesquisadores do projeto promoveram a soltura de aproximadamente 3,5 mil filhotes de tracaj\u00e1 e tartaruga da Amaz\u00f4nia nos munic\u00edpios de\u00a0Borba\u00a0e\u00a0Careiro, ambos no interior do estado. A a\u00e7\u00e3o dever\u00e1 continuar durante os pr\u00f3ximos meses. Em mar\u00e7o e abril, a soltura dever\u00e1 ser feita em, pelo menos, sete munic\u00edpios do Amazonas e Par\u00e1.<\/p>\n<p>Segundo os coordenadores do projeto, at\u00e9 o fim do ano, ser\u00e3o devolvidos para a natureza mais de 300 mil filhotes de quel\u00f4nios em 118 comunidades que participam do projeto. &#8220;\u00c9 uma emo\u00e7\u00e3o muito grande ver esse trabalho conclu\u00eddo. \u00c9 como voc\u00ea cuidar de uma crian\u00e7a e depois soltar para o mundo. Seria como se eles atingissem seus 18 anos. Est\u00e3o prontos para encarar a natureza&#8221;, disse a agente ambiental Nilcinha Ferreira.<\/p>\n<p>O lago do Mamuri, no Careiro, distante 86 km da capital, foi escolhido para ser o lugar da soltura de cerca 1,2 mil filhotes de tracaj\u00e1. Antes de soltar os bichos na \u00e1gua, os pesquisadores anotam o peso e tiram as medidas de cada um.<\/p>\n<p>&#8220;Essa \u00e9 a conclus\u00e3o do trabalho que durou aproximadamente seis meses, dividido entre o per\u00edodo de coleta dos ovos, eclos\u00e3o e agora a soltura&#8221;, declarou Carlos Dias, coordenador de campo do projeto.<\/p>\n<p>Na comunidade do Igap\u00f3 A\u00e7u, j\u00e1 no munic\u00edpio de Borba, no km 380 da BR-319, a soltura ocorreu em maior n\u00famero. Cerca de 2,3 mil filhotes foram soltos na margem do Rio Igap\u00f3 A\u00e7u. &#8220;A gente consegue levar para a comunidade a educa\u00e7\u00e3o, mediante um curso de agente ambiental volunt\u00e1rio e a quest\u00e3o social e ambiental, quando a gente consegue colocar a juventude para participar ativamente desse processo de soltura&#8221;, afirmou Carlos Bueno, gerente de sustentabilidade da Embratel, que \u00e9 parceira do projeto.<\/p>\n<p><strong>Conscientiza\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nPara Carlos Dias, o trabalho de soltura dos quel\u00f4nios resulta em conscientiza\u00e7\u00e3o. &#8220;\u00c9 interessante o trabalho com as crian\u00e7as, porque elas est\u00e3o com a forma\u00e7\u00e3o intelectual em desenvolvimento. A partir do momento em que adquirem um amor pelos animais, elas abra\u00e7am essa causa para a vida inteira&#8221;, concluiu o coordenador.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o dos pesquisadores ajudou a mudar h\u00e1bitos de ribeirinhos. O agricultor Raimundo Garcia, de 65 anos, lembra da \u00e9poca em que era comum ca\u00e7ar os animais na regi\u00e3o. &#8220;Antigamente tinha muito bicho de casco, mas devido \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o, sumiu. Podemos dizer assim, que quase acabou. Ent\u00e3o, hoje, estamos tentando recuperar o tempo perdido&#8221;, disse. (G1).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto P\u00e9-de-Pincha, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), realiza o manejo comunit\u00e1rio de quel\u00f4nios nas regi\u00f5es do Baixo Amazonas e Juru\u00e1. 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