{"id":6010,"date":"2019-04-12T16:01:36","date_gmt":"2019-04-12T19:01:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=6010"},"modified":"2019-04-12T16:12:52","modified_gmt":"2019-04-12T19:12:52","slug":"mistura-que-pode-mudar-a-merenda-no-para","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/mistura-que-pode-mudar-a-merenda-no-para\/","title":{"rendered":"Mistura que pode mudar a merenda no Par\u00e1"},"content":{"rendered":"<div class=\"summary\"><\/div>\n<div class=\"summary\"><em><a href=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Mistura-que-pode-mudar-a-merenda-no-Para.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6011\" src=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Mistura-que-pode-mudar-a-merenda-no-Para.jpg\" alt=\"Mistura que pode mudar a merenda no Para\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Mistura-que-pode-mudar-a-merenda-no-Para.jpg 700w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Mistura-que-pode-mudar-a-merenda-no-Para-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Mistura-que-pode-mudar-a-merenda-no-Para-220x146.jpg 220w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/em><\/div>\n<div class=\"summary\"><em>Elaborado por ind\u00edgenas, ribeirinhos e agricultores em parceria com a empresa Cacauway, produto fortalece comunidades da Terra do Meio (PA), regi\u00e3o amea\u00e7ada por grileiros e pelo roubo de madeira<\/em><\/div>\n<div class=\"summary\"><\/div>\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-jqxjeQnmjk\" width=\"700\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><em>Assista ao v\u00eddeo da marca Vem do Xingu, sobre os produtos da Rede de Cantinas da Terra do Meio (PA)<\/em>A farinha do coco baba\u00e7u est\u00e1 nas merendas de crian\u00e7as de escolas municipais da regi\u00e3o de Altamira (PA). A entrega de 4,5 toneladas do produto entre 2017 e 2018 para as prefeituras \u00e9 um selo de qualidade para o trabalho de ind\u00edgenas e ribeirinhos que vivem em comunidades nas \u00e1reas protegidas da Terra do Meio, pressionadas h\u00e1 d\u00e9cadas pela grilagem e pelo roubo de madeira.<\/p>\n<p>Os bons resultados da entrada do baba\u00e7u na merenda, com a campanha <a href=\"https:\/\/medium.com\/hist%C3%B3rias-socioambientais\/da-floresta-para-a-merenda-6e00781fff68\">Da Floresta para a Merenda!<\/a>, que recebeu apoio do co-fundador do Instituto AT\u00c1, Alex Atala, da cozinheira Bela Gil e da nutricionista Neide Rigo, foi o primeiro passo para o desenvolvimento de um novo produto: a Mistura para bolo (ou mingau) de baba\u00e7u com cacau, que leva a marca Vem do Xingu e o <a href=\"http:\/\/origensbrasil.org.br\/produto.php?qrcode=5052\">Selo Origens Brasil\u00ae<\/a>.<\/p>\n<p>Com maior valor agregado e f\u00e1cil de preparar, a ideia da mistura para bolo ou mingau nasceu de uma conversa com Daniele Damasceno, nutricionista do munic\u00edpio de Vit\u00f3ria do Xingu (PA), que se entusiasmou com a possibilidade de oferecer para os alunos da rede municipal um produto pronto para as merendeiras, que poderiam trabalh\u00e1-lo facilmente, e para as crian\u00e7as, que adoram chocolate.<\/p>\n<p>A farinha de baba\u00e7u na receita \u00e9 org\u00e2nica, sem gl\u00faten e conta com ferro, fibras e nutrientes que outros amidos n\u00e3o t\u00eam. O cacau \u00e9 produzido pela Cacauway, marca da Cooperativa Agroindustrial da Transamaz\u00f4nica (Coopatrans), que implementou um tratamento diferenciado da mat\u00e9ria-prima: separa os lotes pela qualidade, grau de matura\u00e7\u00e3o e fermenta\u00e7\u00e3o das am\u00eandoas.<br \/>\n<a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"A farinha de baba\u00e7u, a mistura para bolo e a castanha-do-Par\u00e1 da marca Vem do Xingu|Claudio Tavares-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs28455_isa5153-lpr.jpg?itok=yNNTyw8z\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-paisagem caption-processed\" title=\"A farinha de baba\u00e7u, a mistura para bolo e a castanha-do-Par\u00e1 da marca Vem do Xingu\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-paisagem\/public\/nsa\/rs28455_isa5153-lpr.jpg?itok=zqoaHNmn\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"A farinha de baba\u00e7u, a mistura para bolo e a castanha-do-Par\u00e1 da marca Vem do Xingu|Claudio Tavares-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs28455_isa5153-lpr.jpg?itok=yNNTyw8z\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">A farinha de baba\u00e7u, a mistura para bolo e a castanha-do-Par\u00e1 da marca Vem do Xingu<\/span><\/span><br \/>\n<\/a><br \/>\nForam acrescentados \u00e0 receita o leite em p\u00f3 e o a\u00e7\u00facar mascavo. A prepara\u00e7\u00e3o de um bolo requer apenas a adi\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, \u00f3leo, ovos e fermento. Para um mingau, \u00e9 ainda mais simples: basta adicionar \u00e1gua.<\/p>\n<p>Durante o evento Bel\u00e9m+30, realizado na capital paraense em agosto do ano passado, as crian\u00e7as da Escola Municipal Miguel Pernambuco Filho, do bairro Jurunas, na capital paraense, experimentaram e aprovaram o novo produto.<\/p>\n<p>&#8220;Realmente a alimenta\u00e7\u00e3o deles \u00e9 muito carente em nutrientes, interfere na aprendizagem&#8221;, disse Gabrielle Machado, coordenadora da escola. &#8220;Quanto mais pudesse incrementar, valorizando o que a gente tem aqui, seria de grande valia. O baba\u00e7u \u00e9 nosso, est\u00e1 aqui, e as crian\u00e7as nunca tinham visto. Alguns aqui comeram castanha-do-Par\u00e1 pela primeira vez.&#8221;<br \/>\n<a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Crian\u00e7as experimentaram e aprovaram o novo produto em Bel\u00e9m (PA)|Roberto Almeida-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs32272_1276-lpr.jpg?itok=6cYaAzb1\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-paisagem caption-processed\" title=\"Crian\u00e7as experimentaram e aprovaram o novo produto em Bel\u00e9m (PA)\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-paisagem\/public\/nsa\/rs32272_1276-lpr.jpg?itok=dxU5fPuq\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Crian\u00e7as experimentaram e aprovaram o novo produto em Bel\u00e9m (PA)|Roberto Almeida-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs32272_1276-lpr.jpg?itok=6cYaAzb1\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Crian\u00e7as experimentaram e aprovaram o novo produto em Bel\u00e9m (PA)<\/span><\/span><\/a><br \/>\nA mistura para bolo chegou \u00e0 cidade de Vit\u00f3ria do Xingu (PA), que adquiriu 300kg para a merenda escolar. As comunidades ribeirinhas e ind\u00edgenas t\u00eam potencial para produzir cerca de 50 toneladas de farinha do coco baba\u00e7u por ano. No momento, por\u00e9m, faltam bons contratos. Outras comunidades de \u00e1reas protegidas t\u00eam interesse de participar da produ\u00e7\u00e3o, mas ainda n\u00e3o puderam pelo mesmo motivo.<\/p>\n<p>\u201cApesar de ser uma farinha de primeira qualidade, o desconhecimento do baba\u00e7u pelo p\u00fablico geral o torna um ingrediente dif\u00edcil de comercializar\u201d, disse Leonardo de Moura, do Instituto Socioambiental. \u201cObservamos isso no trabalho com as merendeiras que resistiam a utilizar o produto por n\u00e3o conhec\u00ea-lo.\u201d<\/p>\n<p>Tudo pode mudar com o desenvolvimento da mistura para bolo. &#8220;Em Bel\u00e9m o mingau foi testado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Professora Palmira Gabriel para mais de 300 alunos com sucesso&#8221;, afirmou Moura.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode adquirir a Mistura para bolo (ou mingau) com cacau, bem como outros produtos de comunidades ind\u00edgenas e extrativistas da Terra do Meio, no Par\u00e1, na loja online do Instituto Socioambiental (<a href=\"https:\/\/loja.socioambiental.org\/produtos-da-floresta\/mistura-para-bolo-ou-mingau-babacu-com-cacau.html\">clique aqui<\/a>), ou em contato direto com as associa\u00e7\u00f5es extrativistas da Terra do Meio. Escreva para <a href=\"mailto:iririresex@gmail.com\">iririresex@gmail.com<\/a>.<\/p>\n<h2>O baba\u00e7u em \u00e1reas de conflito<\/h2>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Flagrante de roubo de madeira, em caminh\u00e3o sem identifica\u00e7\u00e3o, na estrada que liga Uruar\u00e1 ao porto Maribel, no rio Iriri (PA)|Lilo Clareto-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs11604_merenda-2613-lpr.jpg?itok=6L9n0KSL\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-paisagem caption-processed\" title=\"Flagrante de roubo de madeira, em caminh\u00e3o sem identifica\u00e7\u00e3o, na estrada que liga Uruar\u00e1 ao porto Maribel, no rio Iriri (PA)\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-paisagem\/public\/nsa\/rs11604_merenda-2613-lpr.jpg?itok=hF1Y32t6\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Flagrante de roubo de madeira, em caminh\u00e3o sem identifica\u00e7\u00e3o, na estrada que liga Uruar\u00e1 ao porto Maribel, no rio Iriri (PA)|Lilo Clareto-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs11604_merenda-2613-lpr.jpg?itok=6L9n0KSL\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Flagrante de roubo de madeira, em caminh\u00e3o sem identifica\u00e7\u00e3o, na estrada que liga Uruar\u00e1 ao porto Maribel, no rio Iriri (PA)<\/span><\/span><br \/>\n<\/a><br \/>\nA farinha de baba\u00e7u com a marca Vem do Xingu \u00e9 produzida pelas comunidades ribeirinhas das Reservas Extrativistas Rio Iriri, Riozinho do Anfr\u00edsio e Xingu, pelos agricultores do Projeto Sementes da Floresta e pelo povo Arara da Terra Ind\u00edgena Cachoeira Seca, no Par\u00e1. Tantos as reservas extrativistas como a terra ind\u00edgena sofrem impacto direto da constru\u00e7\u00e3o da Usina Hidrel\u00e9trica de Belo Monte, o roubo de madeira e do desmatamento ilegal.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o foi palco de intensa grilagem entre os anos 1990 e 2000, e a estrutura\u00e7\u00e3o das cadeias produtivas, como a do coco baba\u00e7u, \u00e9 um importante mecanismo de valoriza\u00e7\u00e3o, manejo e prote\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio por parte das comunidades. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9, ainda, uma alternativa de renda frente \u00e0s atividades ilegais.<\/p>\n<p><em>Veja abaixo a localiza\u00e7\u00e3o das Terras Ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Terra do Meio (PA).<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/mapa.eco.br\/v1\/#lang=pt-br&amp;arps[]=3585&amp;arps[]=3596&amp;arps[]=3601&amp;arps[]=3609&amp;arps[]=3617&amp;arps[]=3654&amp;arps[]=3722&amp;arps[]=3733&amp;arps[]=3928&amp;arps[]=3952&amp;arps[]=5202&amp;arps[]=1328&amp;arps[]=4248&amp;arps[]=4263&amp;arps[]=4265&amp;arps[]=4445&amp;arps[]=4446&amp;arps[]=4447&amp;arps[]=4480&amp;arps[]=4643&amp;arps[]=4644&amp;layers[]=jurisdicao.amlegal&amp;baseLayer=base.topographic&amp;center[]=-6.0381391107899285&amp;center[]=-52.78681755065919&amp;zoom=6&amp;minZoom=4&amp;maxZoom=15\" width=\"100%\" height=\"500px\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Segundo dados do sistema de monitoramento SiradX, foram desmatados 37.359 hectares de florestas no mosaico de \u00e1reas protegidas da Terra do Meio em 2018.<\/p>\n<p>Somente nos dois primeiros meses de 2019, foram registrados mais de 100 hectares de novas aberturas ilegais dentro da Terra Ind\u00edgena Cachoeira Seca. Em 2018 foram contabilizados 5.466 hectares desmatados no interior da Terra Ind\u00edgena.<\/p>\n<p>O roubo de madeira e a intensifica\u00e7\u00e3o a grilagem s\u00e3o as principais causas do avan\u00e7o do desmatamento. Desde 2009, 19.474 hectares de floresta foram derrubados, fazendo da Terra Ind\u00edgena Cachoeira Seca a mais desmatada do Brasil.<\/p>\n<p>[<a href=\"https:\/\/xingumais.org.br\/observatorios\/degradacao\">Veja o avan\u00e7o do desmatamento no site De Olho no Xingu<\/a>]<\/p>\n<p>Fonte: Instituto Socioambiental<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elaborado por ind\u00edgenas, ribeirinhos e agricultores em parceria com a empresa Cacauway, produto fortalece comunidades da Terra do Meio (PA), regi\u00e3o amea\u00e7ada por grileiros e pelo roubo de madeira Assista ao v\u00eddeo da marca Vem do Xingu, sobre os produtos da Rede de Cantinas da&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,35,31,2],"tags":[1288],"class_list":["post-6010","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-area-4","category-meio-ambiente","category-para","category-slideshow","tag-babacu-com-cacau"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6010","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6010"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6010\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6014,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6010\/revisions\/6014"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6010"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6010"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6010"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}