{"id":6788,"date":"2019-10-21T14:49:20","date_gmt":"2019-10-21T17:49:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=6788"},"modified":"2019-10-21T14:49:20","modified_gmt":"2019-10-21T17:49:20","slug":"indigenas-do-rio-negro-discutem-a-marca-coletiva-wariro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/indigenas-do-rio-negro-discutem-a-marca-coletiva-wariro\/","title":{"rendered":"Ind\u00edgenas do Rio Negro discutem a marca coletiva Warir\u00f3"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Indigenas-Rio-Negro-discutem-a-marca-coletiva.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6789\" src=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Indigenas-Rio-Negro-discutem-a-marca-coletiva.jpg\" alt=\"Indigenas Rio Negro discutem a marca coletiva\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Indigenas-Rio-Negro-discutem-a-marca-coletiva.jpg 700w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Indigenas-Rio-Negro-discutem-a-marca-coletiva-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Indigenas-Rio-Negro-discutem-a-marca-coletiva-220x146.jpg 220w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/em><\/p>\n<p><em>I Encontro Arte Warir\u00f3, realizado em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM), valoriza a cadeia produtiva do artesanato, fruto da cultura dos 23 povos ind\u00edgenas do Rio Negro<\/em><\/p>\n<p>Entre os dias 2 e 5 de outubro, artes\u00e3os e artes\u00e3s ind\u00edgenas de comunidades da bacia do Rio Negro participaram do I Encontro Arte Warir\u00f3, em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM).<\/p>\n<p>Ao final das discuss\u00f5es, foram realizadas a pactua\u00e7\u00e3o e assinatura do Termo de Acordo de Cogest\u00e3o da Casa Warir\u00f3. O espa\u00e7o, em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM), al\u00e9m de continuar funcionando como uma loja do artesanato ind\u00edgena, passa a ser uma casa de refer\u00eancia do artes\u00e3o ind\u00edgena e centro de difus\u00e3o de conhecimento e tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para impulsionar a iniciativa foi lan\u00e7ada a marca coletiva Warir\u00f3, com nova identidade visual que busca fortalecer a cadeia produtiva do artesanato. A Federa\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Rio Negro (FOIRN) e do Instituto Socioambiental (ISA), atrav\u00e9s do projeto Territ\u00f3rios da Diversidade Socioambiental, com apoio da Uni\u00e3o Europeia, coordenaram o encontro.<\/p>\n<p>Foram quatro dias de trabalho para definir par\u00e2metros de qualidade e precifica\u00e7\u00e3o. O desafio foi grande, j\u00e1 que a regi\u00e3o tem uma rica diversidade de artesanato, produzido por 23 etnias ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>As reuni\u00f5es aconteceram na Casa do Saber da FOIRN, onde ficaram expostas verdadeiras obras de arte, como a cer\u00e2mica negra dos Tukano, cer\u00e2mica branca dos Baniwa, colares, bolsas, brincos, braceletes, cestarias, entre outros. Entre as etnias presentes estavam Tukano, Yanomami, Bar\u00e9, Baniwa, D\u00e3w, Hupda, Koripaco, Dessano, Tariano, Wanano, Arapasso, Kubeu, Piratapuya, Tuyuka, Kotiria.<\/p>\n<p>O presidente da FOIRN, Marivelton Bar\u00e9, afirmou que a reuni\u00e3o de artes\u00e3os de diversas regionais, organizados em associa\u00e7\u00f5es ou mesmo com participa\u00e7\u00e3o individual, permitiu di\u00e1logo para a formata\u00e7\u00e3o do plano de gest\u00e3o de neg\u00f3cios, com discuss\u00f5es sobre produ\u00e7\u00e3o, escoamento e precifica\u00e7\u00e3o dos produtos.<\/p>\n<p>\u201cA retomada da casa de produtores ind\u00edgenas Warir\u00f3, principal entreposto comercial desses produtos, se d\u00e1 em momento estrat\u00e9gico para a gente. Com valor agregado, esses produtos d\u00e3o \u00e0 Warir\u00f3 uma condi\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma de gerir e desenvolver seus neg\u00f3cios, fortalecendo a sustentabilidade e economia ind\u00edgena na regi\u00e3o do Rio Negro\u201d, disse.<\/p>\n<p>Para Aloisio Cabalzar, coordenador adjunto do Programa Rio Negro do ISA, o Encontro Arte Warir\u00f3 p\u00f5e foco no artesanato do Rio Negro, principalmente as cer\u00e2micas, cestaria, biojoias e madeira, identificados como os que t\u00eam maior aceita\u00e7\u00e3o no mercado.<\/p>\n<p>\u201cEsse encontro retoma alguns pontos que precisam ser bem costurados para que a produ\u00e7\u00e3o do artesanato gere renda e seja alternativa a atividades predat\u00f3rias, menos sustent\u00e1veis social e ambientalmente\u201d, comentou.<\/p>\n<p>O Encontro Arte Warir\u00f3 de 2019 marca a retomada da reuni\u00e3o de artes\u00e3os que n\u00e3o ocorria h\u00e1 cinco anos. Em sua abertura, uma performance foi realizada pelas ind\u00edgenas Rose (Piratapuya), Auxiliadora (D\u00e3w) e Adelina (Dessana). Em meio ao fogo, s\u00edmbolo de prote\u00e7\u00e3o, Rose declarou sua poesia em homenagem ao cacique Raoni. Tamb\u00e9m participou da apresenta\u00e7\u00e3o o filho pequeno de Adelina. As mulheres presentes entoaram um canto Yanomami que representa a movimenta\u00e7\u00e3o pelo grande encontro que estava come\u00e7ando.<\/p>\n<h2>Desafios<\/h2>\n<p>A representante da Casa Warir\u00f3, Ilma Fernandes, da etnia Piratapuya, apontou que, entre as principais dificuldades enfrentadas est\u00e3o os custos log\u00edsticos, j\u00e1 que h\u00e1 longas dist\u00e2ncias a serem percorridas para que os produtos cheguem aos consumidores, assim como a inexperi\u00eancia das comunidades com quest\u00f5es demandadas pelo mundo dos neg\u00f3cios, o que dificulta a defini\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os.<br \/>\n<a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Grupo de artes\u00e3s apresenta resultado de trabalhos sobre qualidade de precifica\u00e7\u00e3o de cestarias|Natalia Pimenta-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs46424_img_4363-lpr.jpg?itok=KAzoUoMY\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-paisagem caption-processed\" title=\"Grupo de artes\u00e3s apresenta resultado de trabalhos sobre qualidade de precifica\u00e7\u00e3o de cestarias\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-paisagem\/public\/nsa\/rs46424_img_4363-lpr.jpg?itok=wGldqn95\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Grupo de artes\u00e3s apresenta resultado de trabalhos sobre qualidade de precifica\u00e7\u00e3o de cestarias|Natalia Pimenta-ISA\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs46424_img_4363-lpr.jpg?itok=KAzoUoMY\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Grupo de artes\u00e3s apresenta resultado de trabalhos sobre qualidade de precifica\u00e7\u00e3o de cestarias<\/span><\/span><br \/>\n<\/a><br \/>\nA analista do ISA, Natalia Pimenta, ressalta a import\u00e2ncia do encontro de artes\u00e3os para essa constru\u00e7\u00e3o. \u201cEste encontro \u00e9 uma oportunidade para que os artes\u00e3os e artes\u00e3s avaliem o resultado de cerca de dois anos de trabalho para a constru\u00e7\u00e3o da marca coletiva Warir\u00f3 e construam conjuntamente os termos para o acordo de cogest\u00e3o da Casa de refer\u00eancia dos produtores ind\u00edgenas do Rio Negro. Se esta \u00e9 a casa deles, cabe a eles indicarem suas regras de funcionamento\u201d, afirma.<\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 que os produtores se estruturem melhor e tenham par\u00e2metros de pre\u00e7o e qualidade para ganhar mercado e negociar seus produtos. Durante as reuni\u00f5es foram repassadas aos artes\u00e3os informa\u00e7\u00f5es sobre a gest\u00e3o da Casa Warir\u00f3, como custos para manter a loja \u2013 com gastos com energia, \u00e1gua, computador, internet, sal\u00e1rio, entre outros -, necessidade de capital de giro e at\u00e9 o processo de retirada de nota fiscal. Com isso, os artes\u00e3os e artes\u00e3s come\u00e7am a ter contato com os processos do com\u00e9rcio.<\/p>\n<h2>M\u00e3o na massa<\/h2>\n<p>No encontro foi dado o primeiro passo pr\u00e1tico nesse sentido. Os artes\u00e3os foram divididos em grupos, por tipo de artesanato: tucum, cestaria, cer\u00e2mica, biojoias e madeira\/banco Tukano. A partir da\u00ed foram definidos custos da produ\u00e7\u00e3o de algumas pe\u00e7as, levando-se em conta tamanho, mat\u00e9ria-prima, entre outras vari\u00e1veis.<\/p>\n<p>Durante toda a tarde, eles usaram r\u00e9guas, fitas m\u00e9tricas e relataram seus modos de produ\u00e7\u00e3o e dificuldades para se obter a mat\u00e9ria-prima. Algumas vezes, os artes\u00e3os precisam enfrentar longas caminhadas na floresta para obter materiais como argila, cip\u00f3 e folhas de palmeira.<\/p>\n<p>Vice-presidente da Organiza\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena da Bacia do I\u00e7ana (OIBI), Andr\u00e9 Baniwa foi o facilitador do I Encontro Arte Warir\u00f3 e trouxe para a reuni\u00e3o sua experi\u00eancia de gest\u00e3o. O projeto da Pimenta Baniwa \u00e9 um dos exemplos de sucesso de como valorizar os produtos da floresta. A pimenta, dispon\u00edvel em diversos pontos de vendas no Brasil, vem sendo exportada tamb\u00e9m para os Estados Unidos e valorizada como um produto com alto valor agregado, utilizada por importantes chefs de cozinha, como Bela Gil e Alex Atala.<\/p>\n<p>Segundo ele, o objetivo do encontro \u00e9 buscar articula\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas para que o artesanato produzido por eles ganhe proje\u00e7\u00e3o. Ele explica que, a partir da organiza\u00e7\u00e3o pode-se atingir maior produ\u00e7\u00e3o, levando a parcerias comerciais e gera\u00e7\u00e3o de renda.<\/p>\n<p>Andr\u00e9 Baniwa ressalta tamb\u00e9m que \u00e9 necess\u00e1rio melhorar o entendimento dos ind\u00edgenas sobre o funcionamento do mercado. E refor\u00e7a com os artes\u00e3os e artes\u00e3s o valor que a hist\u00f3ria que toda pe\u00e7a ind\u00edgena carrega.<\/p>\n<p>\u201cO encontro serviu tamb\u00e9m para eles refletirem sobre a import\u00e2ncia do produto, que muitas vezes foi esquecida. Com a retomada das hist\u00f3rias, buscamos a conscientiza\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o dos artistas\u201d, diz. Andr\u00e9 Baniwa informa que, atualmente, o artesanato j\u00e1 \u00e9 uma das mais importantes fontes de renda dos povos ind\u00edgenas da regi\u00e3o, junto do com\u00e9rcio da farinha de mandioca.<\/p>\n<p>Outro ganho importante do fortalecimento da cadeia do artesanato \u00e9 gerar renda para mulheres, pois a atividade tradicional \u00e9 exercida principalmente por elas. \u201cA gera\u00e7\u00e3o de renda pelo artesanato d\u00e1 autonomia \u00e0 mulher. Muitas vezes o marido diz que ele ca\u00e7a, pesca e a mulher depende dele. Com o artesanato, a mulher ganha a sua independ\u00eancia. Buscamos concretizar a autonomia e o bem viver das mulheres ind\u00edgenas\u201d, diz a coordenadora do Departamento de Mulheres da FOIRN, Elis\u00e2ngela da Silva Costa da etnia Bar\u00e9.<\/p>\n<h2>Identidade visual<\/h2>\n<p>A marca coletiva Warir\u00f3 ganhou uma nova identidade visual, desenvolvida pelo designer gr\u00e1fico Orlando Cappi e pela jornalista Elisabete Santana. A imagem estar\u00e1 nas etiquetas e embalagens de todos os produtos negociados pela Casa. Antes de desenvolver o trabalho, os dois consultores passaram 15 dias conhecendo comunidades da regi\u00e3o, garantindo que a hist\u00f3ria e tradi\u00e7\u00e3o dos povos estivessem representadas. Houve a possibilidade de trocar o nome do centro de comercializa\u00e7\u00e3o, mas definiu-se o nome Warir\u00f3, j\u00e1 bastante conhecido e que faz refer\u00eancia ao cart\u00e3o postal da cidade, a Serra da Bela Adormecida.<br \/>\n<a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Nova logomarca da Warir\u00f3, lan\u00e7ada durante o encontro\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/logo_wariro-branco.jpg?itok=Dk-lUhMd\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-paisagem caption-processed\" title=\"Nova logomarca da Warir\u00f3, lan\u00e7ada durante o encontro\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-paisagem\/public\/nsa\/logo_wariro-branco.jpg?itok=W93bAAYA\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Nova logomarca da Warir\u00f3, lan\u00e7ada durante o encontro\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/logo_wariro-branco.jpg?itok=Dk-lUhMd\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Nova logomarca da Warir\u00f3, lan\u00e7ada durante o encontro<\/span><\/span><br \/>\n<\/a><br \/>\n\u201cA Warir\u00f3 atua com o cen\u00e1rio ideal desejado por qualquer grande marca do mercado. Os ind\u00edgenas trabalham com produtos naturais, org\u00e2nicos, vindos de uma das regi\u00f5es mais preservadas da Terra. Os produtos s\u00e3o feitos pelos povos origin\u00e1rios, com t\u00e9cnicas milenares\u201d, ressalta. \u201c\u00c9 tudo o que a sociedade n\u00e3o ind\u00edgena busca\u201d, diz Cappi.<\/p>\n<p>Segundo ele, grandes marcas trabalham para agregar a seus produtos valores de sa\u00fade e respeito ao ambiente, caracter\u00edsticas naturalmente presentes nos produtos Warir\u00f3, o que d\u00e1 credibilidade \u00e0 marca, facilitando a inser\u00e7\u00e3o no mercado.<\/p>\n<h2>Iniciativas de sucesso<\/h2>\n<p>Durante o encontro foram apresentadas experi\u00eancias de gest\u00e3o de neg\u00f3cios de produtos da floresta, com exposi\u00e7\u00e3o de Arthur Coimbra, do chocolate Na\u2019kau; S\u00e9rgio Marques, do ISA\/Mercado de Pinheiros &#8211; Box Amaz\u00f4nia e Mata Alt\u00e2ntica; e Amanda Latosinski, ISA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Yanomami Hutukara.<\/p>\n<p>Atualmente, o com\u00e9rcio das pe\u00e7as produzidas pelos artes\u00e3os e artes\u00e3s do Rio Negro se d\u00e1 principalmente por meio da FOIRN e OIBI, em parceria com o ISA, que vem facilitando algumas etapas do transporte dos produtos at\u00e9 pontos de revenda em mercados de alto valor agregado. Na capital paulista, por exemplo, os produtos do Rio Negro podem ser encontrados no Mercado de Pinheiros &#8211; Box da Amaz\u00f4nia. Em Manaus, parte desta variedade de produtos \u00e9 encontrada na GaleriAmaz\u00f4nica.<br \/>\n<a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Participantes do I Encontro Arte Warir\u00f3|Ray Baniwa-FOIRN\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs46434_ray05-lpr.jpg?itok=5oMDr5v_\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><br \/>\n<span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><img decoding=\"async\" class=\"caption image-nsa-paisagem caption-processed\" title=\"Participantes do I Encontro Arte Warir\u00f3\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/nsa-paisagem\/public\/nsa\/rs46434_ray05-lpr.jpg?itok=GA5CijaD\" alt=\"\" \/><\/span><\/a><\/p>\n<p><a class=\"colorbox colorbox-insert-image init-colorbox-processed cboxElement\" title=\"Participantes do I Encontro Arte Warir\u00f3|Ray Baniwa-FOIRN\" href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/blog.socioambiental.org\/files\/styles\/imagem-grande\/public\/nsa\/rs46434_ray05-lpr.jpg?itok=5oMDr5v_\" data-colorbox-gallery=\"gallery-all\"><span class=\"image-caption-container image-caption-container-none\"><span class=\"image-caption\">Participantes do I Encontro Arte Warir\u00f3<\/span><\/span><br \/>\n<\/a><br \/>\n&#8220;O artesanato ind\u00edgena existe desde sempre. A venda das pe\u00e7as tamb\u00e9m \u00e9 antiga. O que buscamos agora \u00e9 uma forma mais justa de inser\u00e7\u00e3o do mundo ind\u00edgena ao mundo n\u00e3o ind\u00edgena dos neg\u00f3cios &#8220;, explica Amanda Latosinski, que compartilhou sua experi\u00eancia com os Yanomami.<\/p>\n<p><em>Contribui\u00e7\u00e3o de Ana Am\u00e9lia Hamdan<\/em><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I Encontro Arte Warir\u00f3, realizado em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM), valoriza a cadeia produtiva do artesanato, fruto da cultura dos 23 povos ind\u00edgenas do Rio Negro Entre os dias 2 e 5 de outubro, artes\u00e3os e artes\u00e3s ind\u00edgenas de comunidades da bacia do Rio&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[28,20,37,2],"tags":[425],"class_list":["post-6788","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-amazonas","category-area-3","category-brasil","category-slideshow","tag-artesanato"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6788","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6788"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6788\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6790,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6788\/revisions\/6790"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6788"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6788"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6788"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}