{"id":6913,"date":"2019-12-10T06:19:16","date_gmt":"2019-12-10T09:19:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=6913"},"modified":"2019-12-10T06:19:16","modified_gmt":"2019-12-10T09:19:16","slug":"aumenta-populacao-de-oncas-pintadas-na-regiao-de-iguacu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/aumenta-populacao-de-oncas-pintadas-na-regiao-de-iguacu\/","title":{"rendered":"Aumenta popula\u00e7\u00e3o de on\u00e7as-pintadas na regi\u00e3o de Igua\u00e7u"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Aumenta-populacao-de-oncas-pintadas-.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-6914\" src=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Aumenta-populacao-de-oncas-pintadas--300x199.jpg\" alt=\"Jaguar (Panthera onca); Brazil\" width=\"300\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Aumenta-populacao-de-oncas-pintadas--300x199.jpg 300w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Aumenta-populacao-de-oncas-pintadas--700x466.jpg 700w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Aumenta-populacao-de-oncas-pintadas--220x146.jpg 220w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Aumenta-populacao-de-oncas-pintadas-.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Apesar do avan\u00e7o, esp\u00e9cie segue amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o e ca\u00e7a ilegal continua como principal amea\u00e7a da esp\u00e9cie no Brasil<\/p>\n<p>&#8211; Levantamento feito em conjunto com pesquisadores do Brasil e Argentina \u00e9 feito com o apoio de 80 c\u00e2meras instaladas em mais de 40 pontos estrat\u00e9gicos;<br \/>\n&#8211; Expedi\u00e7\u00e3o de colariza\u00e7\u00e3o analisa comportamento de on\u00e7as na Amaz\u00f4nia;<br \/>\n&#8211; On\u00e7a-pintada gera renda com turismo no pantanal<\/em><\/p>\n<p>Desenvolvido em um momento cr\u00edtico e incerto para o futuro do maior felino selvagem das Am\u00e9ricas, o censo populacional da regi\u00e3o do Igua\u00e7u (Parque Nacional do Igua\u00e7u, Brasil, e Parque Nacional Iguaz\u00fa, Argentina) divulgado hoje no dia internacional da on\u00e7a-pintada aponta crescimento de indiv\u00edduos na regi\u00e3o entre 2016 e 2019. O total estimado de on\u00e7as-pintadas est\u00e1 entre 84 e 125. Em 2014 eram entre 51 e 84 e em 2016,entre 71 e 107 animais na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No lado brasileiro, em 1994 no primeiro censo populacional a estimativa era de 65 on\u00e7as. Por\u00e9m, com a ca\u00e7a ilegal este n\u00famero caiu para apenas nove em 2009. E desde ent\u00e3o vem se recuperando. Em 2010 e 2013, 15 on\u00e7as, em 2014, 20 animais. Em 2016 foram registrados 22 e agora em 2019 foram 28.<\/p>\n<p>O aumento populacional \u00e9 o resultado direto da coopera\u00e7\u00e3o internacional entre o WWF-Brasil, Fundaci\u00f3n Vida Silvestre Argentina (FVSA), Parque Nacional do Igua\u00e7u, Parque Nacional Iguaz\u00fa, Projeto On\u00e7as do Igua\u00e7u (Instituto Pr\u00f3-carn\u00edvoros), <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.icmbio.gov.br\/portal\/\">Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade<\/a><\/strong><\/span>\u00a0(ICMBio), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama). \u201cNosso trabalho de conserva\u00e7\u00e3o vai al\u00e9m do monitoramento. Atuamos na conscientiza\u00e7\u00e3o de moradores vizinhos ao parque para a redu\u00e7\u00e3o das principais amea\u00e7as \u00e0 vida silvestre que s\u00e3o a ca\u00e7a, perda de habitat e os atropelamentos. Apesar do aumento, a \u00e1rea ainda comporta muitos outros animais\u201d, diz Felipe Feliciani, analista de conserva\u00e7\u00e3o do WWF-Brasil.<\/p>\n<p>O levantamento foi realizado com o aux\u00edlio de 80 c\u00e2meras instaladas em mais de 40 locais estrat\u00e9gicos em ambos os Parques Nacionais, e mobilizou dezenas de pessoas entre brasileiros e argentinos. \u201cAs manchas da on\u00e7a-pintada s\u00e3o \u00fanicas, ent\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel individualizar os animais e contabilizar, \u00e9 como se estiv\u00e9ssemos tirando as impress\u00f5es digitais. Al\u00e9m disso, a on\u00e7a-pintada \u00e9 uma excelente nadadora e pode cruzar a fronteira a nado diversas vezes em um mesmo dia. A fronteira \u00e9 uma conven\u00e7\u00e3o dos homens, para a natureza a floresta \u00e9 a mesma e por isso essa coopera\u00e7\u00e3o internacional de conserva\u00e7\u00e3o e estudos \u00e9 fundamental para a sobreviv\u00eancia da esp\u00e9cie\u201d, afirma Feliciani.<\/p>\n<p>A conserva\u00e7\u00e3o da on\u00e7a-pintada vai muito al\u00e9m da prote\u00e7\u00e3o uma \u00fanica esp\u00e9cie. A conserva\u00e7\u00e3o bem-sucedida dessa esp\u00e9cie \u00e9 fundamental e mant\u00e9m florestas, estoques de carbono, biodiversidade, disponibilidade h\u00eddrica e patrim\u00f4nio nacional e cultural. Esses esfor\u00e7os n\u00e3o apenas protegem toda a vida selvagem em toda a paisagem da on\u00e7a-pintada, mas ajudam a diversificar as oportunidades econ\u00f4micas das comunidades locais e contribuem para a mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais.<\/p>\n<p><strong>Risco de extin\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nRestam aproximadamente 300 on\u00e7as-pintadas na Mata-Atl\u00e2ntica, o que representa risco iminente de desaparecimento do maior felino das Am\u00e9ricas em \u00e1reas de Mata Atl\u00e2ntica. O felino est\u00e1 presente em quase todos os biomas brasileiros, n\u00e3o sendo encontrado apenas nos Pampas, onde j\u00e1 foi extinto.<\/p>\n<p>As maiores concentra\u00e7\u00f5es populacionais est\u00e3o na Amaz\u00f4nia e Pantanal, mas isso n\u00e3o quer dizer que o animal est\u00e1 a salvo. Recentemente foram descobertos verdadeiros grupos de exterm\u00ednio de on\u00e7as atuando nestes biomas. Um dos grupos teria matado mais de 1.000 on\u00e7as na Amaz\u00f4nia. Al\u00e9m disso, as recentes queimadas nessas regi\u00f5es t\u00eam afetado diretamente a biodiversidade local e a qualidade dos ecossistemas.<\/p>\n<p>O atual cen\u00e1rio preocupa especialistas, segundo a Alian\u00e7a On\u00e7a-Pintada (rede colaborativa de institui\u00e7\u00f5es criada em 2014 para ampliar a\u00e7\u00f5es de pesquisa e conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie na Amaz\u00f4nia brasileira), o n\u00famero estimado de on\u00e7as-pintadas afetadas pelas recentes queimadas em todo o bioma amaz\u00f4nico varia entre 400 e 1500 indiv\u00edduos. Essas estimativas consideram o n\u00famero m\u00e9dio de 2,5 a 5 indiv\u00edduos a cada 100km2 de \u00e1rea na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>No Pantanal, as queimadas atingiram o ref\u00fagio Caiman, considerado um ref\u00fagio de on\u00e7as-pintadas no Brasil. No total, a fazenda que registra 146 on\u00e7as, tem 52 mil hectares, dos quais 40 mil foram destru\u00eddos. As on\u00e7as monitoradas conseguiram escapar, mas podem ter dificuldades para se alimentar j\u00e1 que outros animais, como tatus, cobras e tamandu\u00e1s foram encontrados carbonizados. Grandes aves pantaneiras, como o tuiui\u00fa, tamb\u00e9m sofrem com a falta de alimentos.<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, se as queimadas atingissem \u00e1reas protegidas como as reservas de desenvolvimento sustent\u00e1vel Mamirau\u00e1 e Aman\u00e3, onde estudos apontam uma densidade de cerca de 10 animais por 100km2, as perdas seriam bem maiores.<\/p>\n<p>A perda de abrigo e de h\u00e1bitat \u00e9 apenas o efeito imediato ap\u00f3s a passagem do fogo. A quebra do equil\u00edbrio da floresta afeta plantas e in\u00fameras esp\u00e9cies de animais. A frutifica\u00e7\u00e3o das plantas \u00e9 alterada, havendo menos disponibilidade de alimentos em longo prazo para os mam\u00edferos menores, como queixadas, caititus, veados, cutias, pregui\u00e7as e macacos. Essas s\u00e3o presas naturais da on\u00e7a-pintada, que acaba sendo tamb\u00e9m afetada por este efeito por estar no topo da cadeia alimentar.<\/p>\n<p><strong>Como atuamos <\/strong><br \/>\nO trabalho de conserva\u00e7\u00e3o do WWF-Brasil \u00e9 focado em abrir um novo caminho para fortalecer a coopera\u00e7\u00e3o internacional e a conscientiza\u00e7\u00e3o das iniciativas de prote\u00e7\u00e3o da on\u00e7a-pintada, incluindo aquelas que reduzem o conflito homem-on\u00e7a. O projeto conecta e protege os habitats naturais de on\u00e7a-pintada, e estimula oportunidades de desenvolvimento sustent\u00e1vel, ecoturismo, comunidades e povos ind\u00edgenas para melhorar o bem-estar, qualidade de vida e promover a coexist\u00eancia com a esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Diante deste cen\u00e1rio, torna-se fundamental o desenvolvimento de iniciativas que divulguem e promovam o engajamento, que levem a mensagem da necessidade de preserva\u00e7\u00e3o das on\u00e7as-pintadas e da biodiversidade.<\/p>\n<p><strong>Captura na Amaz\u00f4nia<\/strong><br \/>\nO WWF-Brasil, em colabora\u00e7\u00e3o com os parceiros <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><a href=\"http:\/\/jaguar.org.br\/\">Instituto On\u00e7a-Pintada<\/a><\/strong><\/span> e\u00a0ICMBio &#8211; Ag\u00eancia Brasileira de Meio Ambiente e \u00c1reas Protegidas, recentemente conduziu uma miss\u00e3o de colariza\u00e7\u00e3o de on\u00e7as para entender melhor o comportamento dessa esp\u00e9cie-chave na \u00e1rea protegida Marac\u00e1-Jipioca, uma ilha localizada na costa do Amap\u00e1.<\/p>\n<p>O rastreamento dos animais colarizados, ajuda a entender como eles se adaptaram com sucesso a viver em um ecossistema insular. Esse projeto vai ajudar na coleta de informa\u00e7\u00f5es que contribuir\u00e3o com os planos de conserva\u00e7\u00e3o para proteger melhor essas esp\u00e9cies a ca\u00e7a e o com\u00e9rcio ilegal de animais silvestres, que visa sua pele e partes do corpo.<\/p>\n<p>Usando m\u00e9todos de captura humanit\u00e1ria, a equipe capturou e etiquetou com sucesso tr\u00eas on\u00e7as-pintadas, duas f\u00eameas e um macho, antes de liber\u00e1-las de volta \u00e0 natureza. Enquanto os animais estavam sedados, foram realizados exames de sa\u00fade e colhidas amostras de sangue, para melhor entender a composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica da popula\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o WWF-Brasil realizou recentemente uma extensa pesquisa de armadilhas fotogr\u00e1ficas na ilha, identificando uma popula\u00e7\u00e3o de pelo menos 20 animais, incluindo filhotes.<\/p>\n<p><strong>On\u00e7a-pintada atrai turistas no Pantanal <\/strong><br \/>\nO turismo de observa\u00e7\u00e3o de on\u00e7as vem se mostrando um grande aliado para a conserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas protegidas. Incluir op\u00e7\u00f5es de gera\u00e7\u00e3o de renda para as comunidades locais \u00e9 uma das principais ferramentas para reduzir a ca\u00e7a e supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa.<\/p>\n<p>Os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul s\u00e3o grandes exemplos de como a conserva\u00e7\u00e3o gera renda e emprego. Cidades como Aquidauana (MS), C\u00e1ceres (MT), Corumb\u00e1 (MS), Miranda (MS) e Porto Jofre (MT) atraem milhares de pessoas de todo o mundo e movimentam milh\u00f5es de reais todos os anos. Segundo a ONG Panthera, o turismo de observa\u00e7\u00e3o de on\u00e7as movimentou apenas em Porto Jofre, em 2015, mais de R$ 28 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A principal \u00e9poca para visitar \u00e9 entre julho e novembro, quando ocorre a seca no Pantanal e os animais ficam mais f\u00e1ceis de serem avistados. Mas \u00e9 preciso fazer reserva com anteced\u00eancia, as pousadas costumam ficar lotadas.<\/p>\n<p><strong>Dia Internacional da On\u00e7a-Pintada <\/strong><br \/>\nA cria\u00e7\u00e3o do Dia Internacional da On\u00e7a-Pintada foi anunciada na COP-14 pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), WWF, Wildlife Conservation Society (WCS), Panthera e representantes dos governos da Am\u00e9rica Latina. Comemorado anualmente em 29 de novembro, este dia visa aumentar a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre as amea\u00e7as enfrentadas pela esp\u00e9cie, esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o garantindo sua sobreviv\u00eancia e o papel da on\u00e7a como uma esp\u00e9cie-chave cuja presen\u00e7a \u00e9 o principal indicador de um ecossistema saud\u00e1vel, ou seja, \u00e9 a base para um futuro sustent\u00e1vel tanto para a vida selvagem quanto para as pessoas. A on\u00e7a-pintada tamb\u00e9m \u00e9 reconhecida como esp\u00e9cie o s\u00edmbolo da biodiversidade brasileira.<\/p>\n<p><strong>Coexist\u00eancia e encantamento <\/strong><br \/>\nO Projeto On\u00e7as do Igua\u00e7u (<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/oncasdoiguacu\/\">@oncasdoiguacu<\/a><\/strong><\/span>) \u00e9 uma das principais iniciativas de conserva\u00e7\u00e3o de on\u00e7as-pintadas no Brasil. Atua em conjunto com a Argentina e o Paraguai e ajudou a recuperar a popula\u00e7\u00e3o destes animais na regi\u00e3o de Foz do Igua\u00e7u. O projeto busca a coexist\u00eancia entre as on\u00e7as e as popula\u00e7\u00f5es humanas atrav\u00e9s do encantamento das pessoas sobre a esp\u00e9cie e desenvolvimento de estrat\u00e9gias de redu\u00e7\u00e3o dos conflitos.<\/p>\n<p><strong>Podcast <\/strong><br \/>\nO WWF-Brasil gravou uma s\u00e9rie especial de podcasts sobre on\u00e7as-pintadas. O conte\u00fado foi idealizado para estudantes, pesquisadores e amantes da on\u00e7a-pintada e conta com entrevistas com alguns dos maiores especialistas do Brasil sobre on\u00e7as-pintadas. Como, por exemplo, Peter Crawshaw, Ronaldo Morato e Yara Barros. Clique <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/show\/1TfWQYMUMUhTyYYn8SUTDI\">aqui para escutar agora no Spotify<\/a><\/strong><\/span> ou <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><a href=\"https:\/\/www.wwf.org.br\/natureza_brasileira\/areas_prioritarias\/mata_atlantica\/barulhodaonca\/\">aqui<\/a><\/strong><\/span> para escutar direto no seu navegador.<\/p>\n<p><strong>Moradores da floresta<\/strong><br \/>\nA <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=2Iquz6nWT-U&amp;list=PLFfXasjdYEpIZ5ZvafmoEgQy-3_wyy1gG\">webs\u00e9rie \u201cMoradores da Floresta\u201d<\/a><\/strong><\/span>, veiculada pelo WWF-Brasil desde o ano passado, traz um conjunto de imagens in\u00e9ditas e exclusivas: desta vez, por\u00e9m, mostrando cenas de grandes felinos que ocorrem na Amaz\u00f4nia. Entre os animais retratados est\u00e3o o jaguarund\u00ed (tamb\u00e9m conhecido como gato-mourisco) a jaguatirica, a on\u00e7a-parda (tamb\u00e9m conhecida como puma) e a on\u00e7a-pintada.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" id=\"widget2\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/W3cTgEN77nE?enablejsapi=1\" width=\"478\" height=\"268\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Fonte: WWF Brasil &#8211;\u00a0<em>Por Douglas Santos<\/em><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar do avan\u00e7o, esp\u00e9cie segue amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o e ca\u00e7a ilegal continua como principal amea\u00e7a da esp\u00e9cie no Brasil &#8211; Levantamento feito em conjunto com pesquisadores do Brasil e Argentina \u00e9 feito com o apoio de 80 c\u00e2meras instaladas em mais de 40 pontos estrat\u00e9gicos;&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,37,35],"tags":[625],"class_list":["post-6913","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-area-1","category-brasil","category-meio-ambiente","tag-especie-ameacada"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6913","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6913"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6913\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6915,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6913\/revisions\/6915"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6913"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6913"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6913"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}