{"id":7411,"date":"2020-05-26T19:04:14","date_gmt":"2020-05-26T22:04:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=7411"},"modified":"2021-05-07T04:46:08","modified_gmt":"2021-05-07T07:46:08","slug":"indigenas-usam-aplicativo-para-calcular-custos-de-producao-da-castanha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/indigenas-usam-aplicativo-para-calcular-custos-de-producao-da-castanha\/","title":{"rendered":"Ind\u00edgenas usam aplicativo para calcular custos de produ\u00e7\u00e3o da castanha"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"content-head__subtitle\"><a href=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Indigenas-usam-aplicativo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-7412\" src=\"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Indigenas-usam-aplicativo-300x168.jpg\" alt=\"Indigenas usam aplicativo\" width=\"300\" height=\"168\" srcset=\"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Indigenas-usam-aplicativo-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Indigenas-usam-aplicativo-220x123.jpg 220w, https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Indigenas-usam-aplicativo.jpg 427w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Povo da TI Rio Branco trabalha com a colheita e conta com a tecnologia para somar custos e rendimentos. Safra da castanha-do-brasil \u00e9 uma das melhores dos \u00faltimas 10 anos no estado.<\/h2>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"55\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Com trabalho diretamente voltado \u00e0 coleta da castanha, ind\u00edgenas do povo Rio Branco, em Alta Floresta do Oeste (RO), contam com a tecnologia para produ\u00e7\u00e3o, custos e rendimento com a venda. Conforme monitoramento feito por pesquisadores da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, a safra da castanha-do-brasil \u00e9 uma das melhores dos \u00faltimos 10 anos no estado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"57\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u00c9 o aplicativo <strong>Castanhadora<\/strong>, que tamb\u00e9m auxilia os ind\u00edgenas na mensura\u00e7\u00e3o de todos os gastos dentro da floresta. A ferramenta virtual foi desenvolvida pelo Instituto Internacional de Educa\u00e7\u00e3o do Brasil, em parceria com institui\u00e7\u00f5es locais. Uma delas \u00e9 a Pacto das \u00c1guas, atuante nas terras ind\u00edgenas e reservas extrativistas de Rond\u00f4nia e parte do Mato Grosso.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"44\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A conex\u00e3o dos povos da floresta com tudo o que a natureza oferece ainda \u00e9 preservada entre as sete etnias que vivem em 236 mil hectares. No total, 1.060 ind\u00edgenas sobrevivem da extra\u00e7\u00e3o da castanha e do a\u00e7a\u00ed, al\u00e9m do cultivo do caf\u00e9.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"34\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A preocupa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias \u00e9 manter os ensinamentos tradicionais, mas tamb\u00e9m abrem espa\u00e7o para a tecnologia que, com o uso desse aplicativo na terra Rio Branco, por exemplo, j\u00e1 \u00e9 realidade nas aldeias.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"77\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Isso \u00e9 bem relevante. Geralmente, a gente tinha muita despesa. E agora n\u00e3o. Com o aplicativo, a gente tem a j\u00e1 tem a base de quanto vamos gastar e quanto a gente vai estar lucrando. Essa \u00e9 uma oportunidade tamb\u00e9m para os jovens estar trabalhando em cima disso no aplicativo. Ent\u00e3o, a gente est\u00e1 se capacitando para capacitar o nosso pessoal e se manter aqui dentro trabalhando&#8221;, disse Maicon Aru\u00e1, tesoureiro da Associa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena Do\u00e1 Txat\u00f4.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"22\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Por meio do <strong>Castanhadora<\/strong>, j\u00e1 foi poss\u00edvel fazer o c\u00e1lculo dos custos para produzir 1 kg do produto: s\u00e3o R$ 2,80.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"77\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Quando a safra \u00e9 boa, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 na nossa regi\u00e3o. Isso implica em todo o estado e a gente acaba tendo concorr\u00eancia. E em uma safra fraca, a gente consegue um pre\u00e7o melhor. Nesse ano, a gente conseguiu chegar a R$ 3,0 o quilo. E em uma safra m\u00e9dia e de pouca produ\u00e7\u00e3o, a gente j\u00e1 chegou a R$ 5 o quilo&#8221;, explicou o cacique Edmar Aru\u00e1, presidente do Conselho Fiscal da Associa\u00e7\u00e3o Do\u00e1 Txat\u00f4.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"41\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Conforme Keli R\u00e9ggias, t\u00e9cnica do Pacto das \u00c1guas, a Empresa Brasileira e Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) vem se esfor\u00e7ando para conseguir dados da castanha e entender quanto cada regi\u00e3o e Rond\u00f4nia produzem. Mas, segundo ela, &#8220;os dados acabam escapando pelas m\u00e3os&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"61\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Uma das quest\u00f5es \u00e9 a pr\u00f3pria forma de comercializa\u00e7\u00e3o da castanha. Existem muitos atravessadores, a presen\u00e7a de atravessadores bolivianos e foge do controle. E a gente n\u00e3o consegue mais rastrear a produ\u00e7\u00e3o a partir do momento que ela sai da governabilidade do castanheiro. Ent\u00e3o, se n\u00e3o conseguimos rastrear, n\u00e3o se consegue contabilizar isso com dados de produ\u00e7\u00e3o do estado&#8221;, refor\u00e7ou.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Levantamentos feitos na \u00e1rea mostram que na safra 2018\/2019 foram colhidas 134 toneladas de castanha. O volume foi retirado nas quatro \u00e1reas monitoradas pelo projeto em Rond\u00f4nia. Cerca de 20 mil castanheiras foram manejadas nas matas do estado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"5\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Produ\u00e7\u00e3o na TI Rio Branco<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"97\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Nossos antigos aprenderam e hoje n\u00f3s estamos colhendo o que eles ensinaram. Colhendo para n\u00f3s essa castanha. O castanhal \u00e9 importante mesmo. \u00c9 importante n\u00f3s zelar dela, cuidar dela, porque ela est\u00e1 dando fruto. Porque se n\u00f3s n\u00e3o cuid\u00e1ssemos, ela n\u00e3o daria esse fruto para n\u00f3s. Porque onde eu quebro castanha, onde eu mato ela tudo \u00e9 tudo limpo. Eu corto cip\u00f3, eu limpo os paus dela, ela fica tudo ao redor. E quanto mais voc\u00ea zela ela, ela vai carregar mais. Se n\u00e3o manter e limpar o p\u00e9 dela, n\u00e3o carrega n\u00e3o&#8221;, disse Celina Tupari.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"43\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Celina, que tem 10 filhos e n\u00e3o sabe ao certo sua idade, \u00e9 a l\u00edder do castanhal na terra ind\u00edgena Rio Branco. Da sede da aldeia at\u00e9 chegar a essa regi\u00e3o, \u00e9 preciso seguir por cerca de uma hora dentro da mata.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"35\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A estrada aberta pelos ind\u00edgenas \u00e9 chamada de pique. O quadriciclo \u00e9 o ve\u00edculo usado por eles em per\u00edodo de safra, justamente na \u00e9poca mais chuvosa na Amaz\u00f4nia, que vai de novembro a mar\u00e7o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"36\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Fam\u00edlias inteiras acampam nos castanhais por semanas. As mulheres trabalham na coleta de ouri\u00e7os, bolas que caem das castanheiras quando est\u00e3o no ponto certo de matura\u00e7\u00e3o, na abertura dos ouri\u00e7os e na sele\u00e7\u00e3o dos frutos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"68\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Aqui, a gente vai quebrando, tirando o umbigo. N\u00f3s chamamos isso de &#8216;imbigo&#8217; da castanha, que tamb\u00e9m n\u00e3o pode ir. Vai ponhando aqui para tirar o que tiver quebrado, que n\u00e3o pode ir junto, porque sen\u00e3o estraga as outras. Tem as castanhas com coisas brancas que tamb\u00e9m n\u00e3o pode ir porque ela estraga as outras&#8221;, detalhou M\u00e1rcia Aru\u00e1, membro do Conselho de Mulheres da Associa\u00e7\u00e3o Do\u00e1 Txat\u00f4.<\/p>\n<div class=\"row medium-uncollapsed content-media content-photo\" data-block-type=\"backstage-photo\">\n<div class=\"mc-column content-media__container\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/i8YRIF3qaaSEqdHlJZ30JEv3R_c=\/0x0:793x417\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/u\/s\/8E12VlSZiTKNUNz5DPNA\/castanhadora-2.jpg\" alt=\"Ind\u00edgenas do povo Rio Branco fazem a coleta de castanha em Rond\u00f4nia.  \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Rede Amaz\u00f4nica\" \/><\/figure>\n<p class=\"content-media__description \">Ind\u00edgenas do povo Rio Branco fazem a coleta de castanha em Rond\u00f4nia. \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Rede Amaz\u00f4nica<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"45\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Desde 2013, os homens mant\u00e9m o trabalho de boas pr\u00e1ticas na manuten\u00e7\u00e3o das centen\u00e1rias castanheiras. Fazem a ro\u00e7ada das plantas menores que crescem em volta da \u00e1rvore. O cip\u00f3, que faz parte do ambiente natural, \u00e9 visto como um inimigo e tamb\u00e9m \u00e9 retirado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"112\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;O cip\u00f3 \u00e9 a quest\u00e3o dele subir em cima e ficar todo amarrado na galha e prendendo a flora\u00e7\u00e3o. E o que que a gente faz? tem que limpar. Cortar o cip\u00f3. O cip\u00f3 vai secar l\u00e1 em cima, isso vai cair dependendo de onde ele atingir. Vai ficar ruim para catar no ano que vem j\u00e1. Mas daqui um ano e meio, dois anos, volta tudo ao normal. J\u00e1 vai estar limpo de novo porque o cip\u00f3 apodrece. At\u00e9 a quest\u00e3o do vendo, porque se ela tem muitas outras coisas l\u00e1, ela vai ficar pesada l\u00e1 em cima e o vento arranca ela muito facinho&#8221;, explicou o castanheiro Galdino Aru\u00e1.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"51\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Na terra ind\u00edgena Rio Branco, a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 em alta. No ano passado foram quase 18 toneladas e, agora, a expectativa \u00e9 passar 70 toneladas. De dentro da floresta, a produ\u00e7\u00e3o segue ao processo de lavagem feito em um igarap\u00e9. Essa deve ser a maior safra dos \u00faltimos 10 anos.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"46\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Eu quero esse ano, se Deus quiser, acho que vai dar mais do que deu agora, porque a castanha est\u00e1 carregada mesmo. Agora, a gente sai andando no pique para ver e eu sei que tem castanha para o ano que vem&#8221;, contou Celina Tupari.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"19\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><em>*Reportagem especial foi feita antes das restri\u00e7\u00f5es de distanciamento social impostas por causa da pandemia do novo coronav\u00edrus. <\/em><\/p>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"multicontent\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"view\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Povo da TI Rio Branco trabalha com a colheita e conta com a tecnologia para somar custos e rendimentos. 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