{"id":8637,"date":"2022-11-07T20:06:05","date_gmt":"2022-11-07T23:06:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=8637"},"modified":"2022-11-21T14:57:30","modified_gmt":"2022-11-21T17:57:30","slug":"estudo-comprova-que-garimpo-impede-progresso-social-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/estudo-comprova-que-garimpo-impede-progresso-social-da-amazonia\/","title":{"rendered":"Estudo comprova que garimpo impede progresso social da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<div class=\"node-bg\">\n<div role=\"article\">\n<div class=\"container share-margin\">\n<article class=\"node node--type-article node--promoted node--sticky node--view-mode-full clearfix\" role=\"article\">\n<div class=\"node__content clearfix\">\n<div class=\"node-content-data\">\n<p>An\u00e1lise revela que munic\u00edpios com presen\u00e7a de garimpo t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de vida ainda piores que a m\u00e9dia amaz\u00f4nica, j\u00e1 mais baixa que a nacional por raz\u00f5es hist\u00f3ricas<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, pesquisas e reportagens v\u00eam mostrando exaustivamente como o garimpo contamina cursos d&#8217; \u00e1gua e fontes de alimenta\u00e7\u00e3o, amplia o desmatamento, a dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, o consumo de drogas e \u00e1lcool, a criminalidade e a viol\u00eancia. Os impactos s\u00e3o mais diretos para os povos ind\u00edgenas, mas abrangem outras popula\u00e7\u00f5es e \u00e1reas da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Agora, um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/noticias-e-posts\/2022-10\/Garimpo_final_IPS_2021.pdf\">estudo do\u00a0<\/a><strong><a href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/noticias-e-posts\/2022-10\/Garimpo_final_IPS_2021.pdf\">ISA<\/a>\u00a0<\/strong>comprova que a explora\u00e7\u00e3o mineral predat\u00f3ria n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o promove o desenvolvimento como derruba os indicadores sociais onde ocorre na regi\u00e3o. A ideia de que a atividade traz progresso, portanto, \u00e9 um mito.<\/p>\n<p>O levantamento aponta que o \u00cdndice de Progresso Social (IPS) m\u00e9dio dos munic\u00edpios amaz\u00f4nicos afetados pelo garimpo \u00e9 de apenas 52,4, menor do que a m\u00e9dia para a Amaz\u00f4nia, de \u00a054,5, e bem abaixo da m\u00e9dia nacional, de 63,3. O IPS m\u00e9dio dos munic\u00edpios garimpeiros \u00e9 4% menor que a m\u00e9dia amaz\u00f4nica e 20% menor que a m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p>O IPS amaz\u00f4nico \u00e9 menor do que o nacional por fatores estruturais hist\u00f3ricos e estruturais, como baixo desenvolvimento econ\u00f4mico, aus\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas, gargalos de log\u00edstica e transporte diante de grandes dist\u00e2ncias, entre outros.<\/p>\n<p>O IPS \u00e9 um indicador internacional que combina tr\u00eas dimens\u00f5es &#8211; \u201cnecessidades b\u00e1sicas de sobreviv\u00eancia\u201d, \u201cfundamentos do bem-estar\u201d e \u201coportunidades\u201d &#8211; por meio de uma s\u00e9rie de indicadores sociais e ambientais, provenientes de bases de dados internacionais, al\u00e9m de pesquisas de percep\u00e7\u00e3o, com objetivo de identificar o cen\u00e1rio, os desafios e as possibilidades de progresso social dos pa\u00edses (<em>saiba mais no quadro no final da not\u00edcia<\/em>).<\/p>\n<p>Segundo Antonio Oviedo, assessor do\u00a0<strong>ISA\u00a0<\/strong>e um dos autores do estudo, al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o do progresso social, o garimpo provoca v\u00e1rias outras mazelas socioambientais, o que gera gastos p\u00fablicos desnecess\u00e1rios e problemas quase irrevers\u00edveis para as comunidades afetadas.<\/p>\n<p>\u201cO avan\u00e7o da \u00e1rea degradada pelo garimpo, al\u00e9m de ampliar os impactos ambientais e reduzir as condi\u00e7\u00f5es para o progresso social, gera enormes gastos p\u00fablicos como, por exemplo, despesas para o sistema de sa\u00fade, seguran\u00e7a p\u00fablica, assist\u00eancia social e fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental\u201d, enfatiza o pesquisador.<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-left\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-nsa-meia-coluna\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-nsa-meia-coluna\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/nsa_meia_coluna\/public\/2022-10\/Tabela%20IPS%20Municipios.png?itok=aEflzF5_\" alt=\"|\" width=\"600\" height=\"421\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\"><\/figcaption><\/figure>\n<h5>Situa\u00e7\u00e3o nos estados e munic\u00edpios<\/h5>\n<p>Para se ter uma ideia da situa\u00e7\u00e3o, os munic\u00edpios de Roraima com presen\u00e7a de garimpo tem um IPS m\u00e9dio 7% mais baixo que o da Amaz\u00f4nia e 20% menor que o do Brasil. No Par\u00e1, os munic\u00edpios garimpeiros t\u00eam um IPS m\u00e9dio 5% menor que o da Amaz\u00f4nia e 18% menor que o nacional.<\/p>\n<p>Entre 2014 e 2021, o IPS dos munic\u00edpios do Par\u00e1 e de Roraima com garimpo em Terras Ind\u00edgenas caiu de 51,81 para 50,90, uma queda de 2%. J\u00e1 nos munic\u00edpios sem \u00e1reas degradadas pela atividade foi registrado um pequeno aumento de 1%, com o \u00edndice subindo de 52,35 para 52,97.<\/p>\n<p>Dados de outras pesquisas refor\u00e7am a gravidade do problema. Tr\u00eas munic\u00edpios da lista dos dez com menores IPS afetados pelo garimpo est\u00e3o na rela\u00e7\u00e3o dos 30 munic\u00edpios mais violentos do pa\u00eds, segundo o\u00a0<a href=\"https:\/\/forumseguranca.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/anuario-2022.pdf?v=5\">Anu\u00e1rio Brasileiro de Viol\u00eancia P\u00fablica 2022<\/a>. Jacareacanga (PA) est\u00e1 em 2\u00ba lugar, com um \u00edndice de 199,2 mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes. Cumaru do Norte (PA) est\u00e1 na 16\u00aa posi\u00e7\u00e3o, com 113,2 MVIs\/100 mil, e Bannach (PA) est\u00e1 na 30\u00aa posi\u00e7\u00e3o, com 101,8 MVIs\/100 mil.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a dos tr\u00eas munic\u00edpios no ranking faz parte de um contexto: a viol\u00eancia letal na Regi\u00e3o Norte \u00e9 38% superior \u00e0quela das demais regi\u00f5es do pa\u00eds. Ao contr\u00e1rio do resto do Brasil, as mortes violentas est\u00e3o crescendo na regi\u00e3o, conforme a mesma publica\u00e7\u00e3o (<a href=\"https:\/\/forumseguranca.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/02-anuario-2022-amazonia-como-sintese-da-violencia-extrema.pdf\">saiba mais<\/a>).<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2022-10\/Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?itok=M3oCSQX-\" alt=\"Crateras e impactos deixados por garimpo em Terra Ind\u00edgena | Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"800\" height=\"533\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Crateras e impactos deixados por garimpo em Terra Ind\u00edgena\u00a0<span class=\"camera\">\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<h5>Seis milh\u00f5es de pessoas afetadas<\/h5>\n<p>O garimpo afeta pelo menos 216 munic\u00edpios e uma popula\u00e7\u00e3o estimada de 6 milh\u00f5es de pessoas na Amaz\u00f4nia Legal, ainda de acordo com o levantamento do ISA. Todos os estados da regi\u00e3o t\u00eam garimpo, exceto o Acre. Em 2020, o Par\u00e1 estava em primeiro lugar em termos de \u00e1rea degradada pela atividade, com 86,8 mil hectares, seguido pelo Mato Grosso, com 29,5 mil hectares, Rond\u00f4nia, com 6,5 mil hectares, e Roraima, com 480 hectares.<\/p>\n<p>Mais de 90% da \u00e1rea de garimpo no territ\u00f3rio nacional est\u00e1 na Amaz\u00f4nia Legal. A extens\u00e3o total explorada pela atividade na regi\u00e3o saltou de 10,1 mil hectares para 124,2 mil hectares, entre 1985 e 2020, um aumento de 1.127% ou mais de 10 vezes, de acordo com o MapBiomas. O n\u00famero de \u00e1rvores abatidas pode chegar a pelo menos 71,4 milh\u00f5es. Um hectare corresponde mais ou menos a um campo de futebol.<\/p>\n<p>Um total de 10,8 mil hectares degradados pelo garimpo est\u00e3o em Terras Ind\u00edgenas, o que representa 8,7% da \u00e1rea degradada pelo garimpo na Amaz\u00f4nia Legal, segundo o MapBiomas. As Terras Ind\u00edgenas mais afetadas s\u00e3o: Kayap\u00f3 (PA, 7.988,9 hectares), Mundurucu (PA, 1.765,2 hectares), Yanomami (AM-RR, 550,6 hectares), Sawr\u00e9 Muybu (PA, 213 hectares) e Sarar\u00e9 (MT, 135,7 hectares). A Constitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o permite o garimpo nas Terras Ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Entre janeiro de 2019 e maio de 2021, o aumento da \u00e1rea degradada pelo garimpo em Jacareacanga (PA) foi de 269%. Mais de 98% da extens\u00e3o do munic\u00edpio \u00e9 sobreposto \u00e0 Terra Ind\u00edgena Mundurucu e, no mesmo per\u00edodo, foram devastados 2,2 mil hectares nessa \u00e1rea protegida (<a href=\"https:\/\/site-antigo.socioambiental.org\/pt-br\/noticias-socioambientais\/garimpo-na-terra-indigena-munduruku-cresce-363-em-2-anos-aponta-levantamento-do-isa\">saiba mais<\/a>).<\/p>\n<p>Entre 2020 e 2021, o garimpo ilegal avan\u00e7ou 46% na Terra Ind\u00edgena Yanomami (RR-AM). Entre 2019 e 2020, j\u00e1 havia sido registrado um salto de 30%. De 2016 a 2020, o garimpo cresceu nada menos que 3.350% na \u00e1rea. Em dezembro de 2021, mais de 3,2 mil hectares j\u00e1 haviam sido devastados pela atividade no territ\u00f3rio (<a href=\"https:\/\/site-antigo.socioambiental.org\/pt-br\/noticias-socioambientais\/yanomami-sob-ataque\">saiba mais<\/a>).<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2022-10\/Mapa%20IPS%20Garimpo.png?itok=PcMaxkjT\" alt=\"|\" width=\"792\" height=\"561\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\"><\/figcaption><\/figure>\n<h5>Impactos socioambientais<\/h5>\n<p>As florestas nas regi\u00f5es impactadas pelo garimpo s\u00e3o degradadas e j\u00e1 sofreram uma redu\u00e7\u00e3o de 23% em sua \u00e1rea entre 1985 e 2020, o que representa uma perda de mais de 141 milh\u00f5es de \u00e1rvores adultas, ainda segundo o levantamento do ISA. No mesmo per\u00edodo, foi registrado um aumento de 1.235% nas classes de uso antr\u00f3pico \u00a0terra (agricultura, pecu\u00e1ria, urbano, minera\u00e7\u00e3o). Vale lembrar que a redu\u00e7\u00e3o das florestas na Amaz\u00f4nia pode levar a uma redu\u00e7\u00e3o de 25% das chuvas no Brasil.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o garimpo impacta diretamente os rios na Amaz\u00f4nia Legal, comprometendo o fornecimento de \u00e1gua pot\u00e1vel para a popula\u00e7\u00e3o local e nacional. Em 36 anos de dados do MapBiomas, \u00e9 poss\u00edvel identificar um grande avan\u00e7o da degrada\u00e7\u00e3o pelo garimpo sobre os recursos h\u00eddricos. Em 1985, foram \u00a0detectados 229 km de rios impactados, e em 2020 esse n\u00famero saltou para 2,6 mil, um aumento de 1037%.<\/p>\n<p>No in\u00edcio deste ano, a mudan\u00e7a de cor do rio Tapaj\u00f3s chamou aten\u00e7\u00e3o internacional: da cor verde esmeralda, as \u00e1guas do rio localizado em Alter do Ch\u00e3o, no Par\u00e1, transformaram-se em barrentas e opacas. Ap\u00f3s laudo da Pol\u00edcia Federal (PF), concluiu-se que a mudan\u00e7a de cor \u00a0foi provocada pelo garimpo e pelo desmatamento na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O material coletado pelos peritos comprovou que o aumento dr\u00e1stico na quantidade de sedimento nas \u00e1guas teve origem no Mato Grosso, em rios que desaguam no Tapaj\u00f3s. A estimativa da PF \u00e9 que os garimpeiros tenham despejado cerca de 7 milh\u00f5es de toneladas de rejeitos no Tapaj\u00f3s e, ainda, os investigadores alertam para o risco da presen\u00e7a de produtos qu\u00edmicos no rio, como merc\u00fario e cianeto, geralmente usados por garimpeiros no processo de extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios e \u00a0altamente t\u00f3xicos para sa\u00fade humana.<\/p>\n<h5>\u200bComo \u00e9 composto o IPS<\/h5>\n<p>O IPS \u00e9 um indicador que combina tr\u00eas dimens\u00f5es e uma s\u00e9rie de indicadores sociais e ambientais, a partir de bases de dados internacionais e pesquisas de percep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para chegar aos resultados do estudo, foi realizado o cruzamento entre os dados do IPS 2021, produzidos pelo Projeto Amaz\u00f4nia 2030, e da ocorr\u00eancia de garimpo nos munic\u00edpios da Amaz\u00f4nia Legal, dispon\u00edveis pela Rede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental Georreferenciada (RAISG).<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-left\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2022-10\/Tabela%20composicao%20IPS.png?itok=2OequqB0\" alt=\"|\" width=\"842\" height=\"351\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\"><\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><\/h5>\n<div class=\"box\">\n<h5>Por que \u00e9 importante deter o garimpo?<\/h5>\n<ul>\n<li>&#8211; Al\u00e9m de provocar impactos ambientais graves, o avan\u00e7o da \u00e1rea degradada pelo garimpo gera enormes gastos p\u00fablicos desnecess\u00e1rios, por exemplo, em despesas e sobrecarga no sistema de sa\u00fade, seguran\u00e7a p\u00fablica, assist\u00eancia social e fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&#8211; A Amaz\u00f4nia guarda 25% das reservas de carbono acima do solo das florestas do mundo. Se esse carbono for liberado para a atmosfera, poderia tornar o aquecimento global ainda mais catastr\u00f3fico, com consequ\u00eancias devastadoras, por exemplo, para a agricultura e a gera\u00e7\u00e3o de energia. O fim da floresta pode levar a uma redu\u00e7\u00e3o de 25% das chuvas no Brasil, conforme um estudo da Universidade de Princeton (EUA).<\/p>\n<ul>\n<li>&#8211; O mercado pede cada vez mais o fim da minera\u00e7\u00e3o ilegal. H\u00e1 uma enorme press\u00e3o vinda dos mercados, dos investidores e iniciativas para exclu\u00edrem do com\u00e9rcio exterior os produtos \u201ccontaminados\u201d pelo garimpo.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p>Fonte: ISA &#8211; Por Carolina Fasolo\u00a0 e Tain\u00e1 Arag\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>An\u00e1lise revela que munic\u00edpios com presen\u00e7a de garimpo t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de vida ainda piores que a m\u00e9dia amaz\u00f4nica, j\u00e1 mais baixa que a nacional por raz\u00f5es hist\u00f3ricas Nos \u00faltimos anos, pesquisas e reportagens v\u00eam mostrando exaustivamente como o garimpo contamina cursos d&#8217; \u00e1gua e fontes&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8638,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24,35,31,2],"tags":[1021],"class_list":["post-8637","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-area-5-col3","category-meio-ambiente","category-para","category-slideshow","tag-contaminacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8637","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8637"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8637\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8639,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8637\/revisions\/8639"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8638"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8637"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8637"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8637"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}