{"id":8956,"date":"2023-07-07T12:55:59","date_gmt":"2023-07-07T15:55:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=8956"},"modified":"2023-08-10T16:03:12","modified_gmt":"2023-08-10T19:03:12","slug":"dialogo-de-saberes-fortalece-modo-de-vida-de-beiradeiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/dialogo-de-saberes-fortalece-modo-de-vida-de-beiradeiros\/","title":{"rendered":"Di\u00e1logo de saberes fortalece modo de vida de beiradeiros"},"content":{"rendered":"<p>M\u00f3dulo sobre economia debateu rela\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas entre a forma\u00e7\u00e3o da identidade beiradeira e as cadeias de valor a partir da reflex\u00e3o sobre o futuro da juventude nos territ\u00f3rios<\/p>\n<p>Jovens beiradeiros das Reservas Extrativistas Riozinho do Anfr\u00edsio, Rio Iriri e Rio Xingu, e tamb\u00e9m da Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica Terra do Meio, outra Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o do Par\u00e1, refletiram no curso de gest\u00e3o territorial do Beirad\u00e3o sobre a hist\u00f3ria e a cultura associadas \u00e0 identidade beiradeira e ao territ\u00f3rio do \u201cbeirad\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Das conversas, feitas em Altamira, \u00e0s margens do rio Xingu, nasceram desejos de se criar caminhos para promover o di\u00e1logo com a sociedade envolvente, representantes do governo e parceiros, na busca pela prote\u00e7\u00e3o das suas vidas e de seus territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>O primeiro Curso de Gest\u00e3o Territorial aconteceu entre 2011 e 2016, e foi realizado pelo Instituto Socioambiental (ISA) e Funda\u00e7\u00e3o Viver Produzir e Preservar (FVPP), com apoio da Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA) e do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio).<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca, o ciclo formativo tinha como objetivo fortalecer as lideran\u00e7as das Reservas Extrativistas da Terra do Meio. O resultado foi a forma\u00e7\u00e3o de assessores e lideran\u00e7as das organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Em janeiro de 2023, foi realizado mais um m\u00f3dulo do curso de gest\u00e3o territorial, dessa vez com o tema \u201ceconomia\u201d. Durante um m\u00eas, o coordenador do curso e antrop\u00f3logo no ISA, Augusto Postigo, ao lado de Nurit Bensusan, especialista em biodiversidade do ISA e Raquel dos Santos, ec\u00f3loga, educadora e consultora do ISA, estiveram nas comunidades Gabiroto, S\u00e3o Francisco e Morro do Anfr\u00edsio, com cerca de 90 jovens beiradeiros.<\/p>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2023-06\/A77A0076.JPG?itok=JCdPey-V\" alt=\"Nurit Bensusan, especialista em biodiversidade do ISA interpretando o conceito de economia da sociobidiversidade a partir dos conhecimentos dos estudantes do curso de Gest\u00e3o Territorial, na Resex Rio Xingu\" width=\"1200\" height=\"800\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Nurit Bensusan, especialista em biodiversidade do ISA, interpreta o conceito de economia da sociobidiversidade a partir dos conhecimentos dos estudantes do curso de Gest\u00e3o Territorial, na Resex Rio Xingu<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Silia Moan\/ISA<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para compreender como o conceito est\u00e1 relacionado \u00e0 pr\u00e1tica, Nurit Bensusan dividiu a palavra Sociobiodiversidade em tr\u00eas: s\u00f3cio, bio e diversidade. Com os beiradeiros da Resex Rio Xingu, a bi\u00f3loga refletiu e interpretou sobre os sentidos de cada um dos termos para, ao fim, discutir com os estudantes a for\u00e7a da uni\u00e3o do socio+bio+diversidade, que para os estudantes pode ser resumido como &#8220;o meio pelo qual o conhecimento tradicional do beirad\u00e3o gera vida, protege e faz floresta\u201d.<\/p>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col s12 m6\">\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-nsa-meia-coluna\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-nsa-meia-coluna\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/nsa_meia_coluna\/public\/2023-06\/RS115195_A77A0242-lpr.JPG?itok=1_BrCENt\" alt=\"Thamires Silva, estudante do curso de gest\u00e3o territorial\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Thamires Silva, estudante do curso de gest\u00e3o territorial<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Silia Moan\/ISA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"col s12 m6\">\n<p>Ela conta que \u00e9 sempre um desafio falar sobre o jarg\u00e3o que n\u00f3s, que vivemos fora das comunidades, usamos para nos referir \u00e0s pr\u00e1ticas, muitas vezes usuais e consagradas, dos povos e comunidades tradicionais, como economia da sociobiodiversidade.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 o que essas pessoas fazem todos os dias: tirar castanha, pescar, tirar borracha, botar ro\u00e7a, fazer farinha. E, dessa forma, garantir sua soberania alimentar e a floresta \u00edntegra\u201d, afirma Bensusan. Entretanto, afirma a especialista em biodiversidade do ISA, \u201cos termos que a gente usa s\u00e3o, muitas vezes, enigm\u00e1ticos para beiradeiros e outros povos e comunidades que constituem a rica sociobodiversidade desse pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<p>Ainda assim, ela acredita que o esfor\u00e7o \u00e9 v\u00e1lido, pois \u00e9 conhecendo esses termos, esse jarg\u00e3o, que as comunidades da Terra do Meio podem se organizar para garantir seus direitos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Em resposta \u00e0 provoca\u00e7\u00e3o de Bensusan sobre a rela\u00e7\u00e3o entre economia e sociobiodiversidade, a estudante Thamires Silva sintetizou que, para ela, &#8220;economia \u00e9 como a gente se organiza para ter um futuro melhor\u201d.<\/p>\n<p>Num momento em que a bioeconomia \u00e9 a palavra da \u201cmoda\u201d, \u00e9 fundamental entender o que est\u00e1 em jogo no futuro pr\u00f3ximo do pa\u00eds &#8211; que est\u00e1 associado ao beirad\u00e3o, ou seja, a vida dessas pessoas &#8211; e assegurar que as economias da sociobiodiversidade tenham seu lugar, com pol\u00edticas, instrumentos e inova\u00e7\u00e3o. Afinal, bioeconomia se escreve com S de sociobiosiversidade, afirma a professora do Curso de Gest\u00e3o Territorial no Beirad\u00e3o.<\/p>\n<p>A sociobiodiversidade faz parte do modo de vida beiradeiro, desde as rela\u00e7\u00f5es entre diversidade biol\u00f3gica, sistemas agr\u00edcolas tradicionais e a cultura beiradeira. E para que o beirad\u00e3o continue sendo diverso, \u00e9 preciso que os direitos territoriais dos beiradeiros sejam garantidos, com o reconhecimento, acesso pleno, posse e seguran\u00e7a dos territ\u00f3rios beiradeiros.<\/p>\n<h5>Lembrando do passado para compreender o presente e sonhar com o futuro!<\/h5>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2023-06\/RS115240_A77A0536-lpr.JPG?itok=FpdxkRxy\" alt=\"Jovens beiradeiros apresentando sua vis\u00e3o sobre economia durante o curso de Gest\u00e3o Territorial\" width=\"1200\" height=\"800\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Jovens beiradeiros apresentando sua vis\u00e3o sobre economia durante o curso de Gest\u00e3o Territorial<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Silia Moan\/ISA<\/figcaption><\/figure>\n<p>Foi ativando a mem\u00f3ria dos estudantes que o grupo refez os caminhos percorridos pelos produtos do extrativismo, desde o aviamento \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o, coleta, comercializa\u00e7\u00e3o e beneficiamento.<\/p>\n<p>Assim, foi poss\u00edvel compreender como esses caminhos e personagens envolvidos mudaram ao longo dos \u00faltimos 150 anos, desde a \u00e9poca dos barrac\u00f5es at\u00e9 os seringais da Terra do Meio, como conta o livro \u201cXingu: hist\u00f3rias dos produtos da floresta&#8221; organizado por Andr\u00e9 Vilas-b\u00f4as, Natalia Ribas Guerreiro, Rodrigo Gravina Prates Junqueira e Augusto Postigo.<\/p>\n<p>Nesse m\u00f3dulo, foram os alunos que contaram essa hist\u00f3ria a partir da an\u00e1lise de como o conhecimento sobre os valores e economia foram atualizados com a implementa\u00e7\u00e3o da Rede de Cantinas e do protagonismo dos beiradeiros na produ\u00e7\u00e3o extrativista.<\/p>\n<p>A partir do aprofundamento sobre como as Redes de Cantinas s\u00e3o estruturadas, com base nas cadeias de valor, os jovens fizeram leituras e c\u00e1lculos para fortalecer os conhecimentos nas l\u00ednguas portuguesa e matem\u00e1tica, ao mesmo tempo em que compreendiam mais sobre a hist\u00f3ria de forma\u00e7\u00e3o do mosaico da Terra do Meio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da rela\u00e7\u00e3o profunda com o mundo das \u00e1guas, os beiradeiros da Terra do Meio nomeiam de beirad\u00e3o o territ\u00f3rio como um todo, afirma Augusto Postigo.<\/p>\n<p>\u201cBeirad\u00e3o significa o territ\u00f3rio como um todo, composto de florestas, rios, igarap\u00e9s, numa diversidade de paisagens reconhecidas pelos beiradeiros.\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 por meio da identifica\u00e7\u00e3o \u201cbeiradeiro\u201d que essas comunidades tradicionais se colocam no mundo, relacionando sua cultura e seus saberes locais ao modo harmonioso de se relacionar com a floresta.<\/p>\n<p>A forte conex\u00e3o com as \u00e1guas, animais e plantas, influencia seus h\u00e1bitos e costumes. H\u00e1 ainda a teia de rela\u00e7\u00f5es de parentesco que se espalha pelo territ\u00f3rio, conectando do Alto Iriri e Xingu at\u00e9 Altamira.<\/p>\n<p>Ao longo dos dias do curso de gest\u00e3o, a troca de conhecimento entre os participantes do m\u00f3dulo de Economia e os t\u00e9cnicos do ISA possibilitou que as rela\u00e7\u00f5es estruturadas no beirad\u00e3o fossem reconhecidas e valorizadas.<\/p>\n<p>Confira as paisagens descritas pelos beiradeiros da Terra do Meio no livro &#8220;<a href=\"https:\/\/acervo.socioambiental.org\/acervo\/publicacoes-isa\/terra-do-meioxingu-os-saberes-e-praticas-dos-beiradeiros-do-rio-iriri-e\">Terra do Meio\/Xingu: os saberes e as pr\u00e1ticas dos beiradeiros do Rio Iriri e Riozinho do Anfr\u00edsio no Par\u00e1<\/a>&#8220;.<\/p>\n<p>Essa edi\u00e7\u00e3o do curso de gest\u00e3o \u00e9 parte de um projeto financiado pela\u00a0<a href=\"https:\/\/www.darwininitiative.org.uk\/\">Iniciativa Darwin<\/a>.<\/p>\n<h5>O que muda com esse governo?<\/h5>\n<p>Foi com essa pergunta que os beiradeiros refletiram sobre a mudan\u00e7a nas pol\u00edticas p\u00fablicas, principalmente sobre a cria\u00e7\u00e3o da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, liderada por Edel Nazar\u00e9, uma mulher da \u00e1guas, nascida no munic\u00edpio de Curralinhos, localizado no arquip\u00e9lago do Maraj\u00f3 &#8211; (PA).<\/p>\n<p>Patricia Lima, estudante e comunicadora da Rede Xingu+, falou que \u201cEdel tem a realidade do modo de vida beiradeiro\u201d.<\/p>\n<p>Edel Moraes sempre lutou pela prote\u00e7\u00e3o das Reservas Extrativistas e dos povos da floresta por acreditar que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/ecoa\/reportagens-especiais\/a-defensora-marajoara-edel-moraes-luta-pelo-direito-ao-territorio-como-lugar-de-reproducao-da-vida\/#page3\">&#8220;A floresta n\u00e3o \u00e9 uma causa, ela \u00e9 a nossa vida. N\u00f3s somos parte dela. Defender a floresta em p\u00e9 \u00e9 defender os povos que ali existem&#8221;<\/a>.<\/p>\n<h5>Como \u00e9 o futuro que queremos? O curso de gest\u00e3o territorial pelos olhos das comunicadoras beiradeiras!<\/h5>\n<figure class=\"caption caption-drupal-media align-center\" role=\"group\">\n<article class=\"media media--type-image media--view-mode-default\">\n<div class=\"field field--name-field-media-image field--type-image field--label-visually_hidden\">\n<div class=\"field__label visually-hidden\">Imagem<\/div>\n<div class=\"field__item\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"image-style-large\" src=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/sites\/default\/files\/styles\/large\/public\/2023-06\/A77A0443.JPG?itok=njMubuYI\" alt=\"Quadro com perguntas orientadoras do Curso de Gest\u00e3o Territorial\" width=\"1200\" height=\"800\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/article><figcaption data-once=\"CameraOnSubtitles\">Quadro com perguntas orientadoras do Curso de Gest\u00e3o Territorial<span class=\"camera\">\u00a0\ud83d\udcf7\u00a0<\/span>Silia Moan\/ISA<\/figcaption><\/figure>\n<p>Protagonistas das articula\u00e7\u00f5es entre os diferentes territ\u00f3rios e povos da Bacia do Xingu, os Comunicadores da Rede Xingu+ constituem um grupo de 26 jovens ind\u00edgenas e beiradeiros que t\u00eam se aperfei\u00e7oado, durante as forma\u00e7\u00f5es, no uso de ferramentas de comunica\u00e7\u00e3o para o fortalecimento das estrat\u00e9gias de prote\u00e7\u00e3o do corredor de \u00c1reas Protegidas do Xingu.<\/p>\n<p>Durante o m\u00f3dulo sobre economia, realizado na Resex Rio Xingu, a comunicadora beiradeira Patricia Lima utilizou diferentes linguagens abordadas durante o curso para roteirizar, filmar, dirigir e entrevistar os participantes do curso, resultando no v\u00eddeo &#8220;Curso de Gest\u00e3o Territorial: Beiradeiros na luta pelos seus direitos!&#8221;, onde os jovens contam qual \u00e9 o futuro que querem para suas vidas no Beirad\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"video-embed-field-provider-youtube video-embed-field-responsive-video\"><iframe loading=\"lazy\" id=\"479606623\" title=\"Di\u00e1logo de saberes fortalece modo de vida de beiradeiros do Xingu\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Zbfii5Z_UiA?autoplay=0&amp;start=0&amp;rel=0&amp;enablejsapi=1&amp;origin=https%3A%2F%2Fwww.socioambiental.org\" width=\"854\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-gtm-yt-inspected-6623113_22=\"true\" data-gtm-yt-inspected-4=\"true\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Fonte: ISA &#8211; Por Silia Moan<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00f3dulo sobre economia debateu rela\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas entre a forma\u00e7\u00e3o da identidade beiradeira e as cadeias de valor a partir da reflex\u00e3o sobre o futuro da juventude nos territ\u00f3rios Jovens beiradeiros das Reservas Extrativistas Riozinho do Anfr\u00edsio, Rio Iriri e Rio Xingu, e tamb\u00e9m da Esta\u00e7\u00e3o&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8959,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20,1614,31],"tags":[1779],"class_list":["post-8956","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-area-3","category-indigenas","category-para","tag-gestao-territorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8956","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8956"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8956\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8960,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8956\/revisions\/8960"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8959"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8956"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8956"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8956"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}