{"id":9559,"date":"2025-02-03T21:44:31","date_gmt":"2025-02-04T00:44:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/?p=9559"},"modified":"2025-02-03T21:44:31","modified_gmt":"2025-02-04T00:44:31","slug":"mulheres-lideres-do-para-ampliarao-debate-sobre-mudancas-climaticas-genero-e-territorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/mulheres-lideres-do-para-ampliarao-debate-sobre-mudancas-climaticas-genero-e-territorio\/","title":{"rendered":"Mulheres l\u00edderes do Par\u00e1 ampliar\u00e3o debate sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, g\u00eanero e territ\u00f3rio"},"content":{"rendered":"<p><i>Grupo formado por especialistas de 23 profiss\u00f5es diferentes recebeu forma\u00e7\u00e3o do Programa Lideran\u00e7as Amaz\u00f4nicas Sustent\u00e1veis (LIAS), do instituto de pesquisa Imazon<\/i><\/p>\n<p>Ampliar o debate sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, g\u00eanero e territ\u00f3rio em suas 23 profiss\u00f5es diferentes \u00e9 a miss\u00e3o de um grupo de 26 mulheres que atuam em posi\u00e7\u00f5es de lideran\u00e7a no Par\u00e1. Vindas de 5 das 6 mesorregi\u00f5es do estado, elas s\u00e3o as concluintes da primeira turma do Programa Lideran\u00e7as Amaz\u00f4nicas Sustent\u00e1veis (LIAS), promovido pelo instituto de pesquisa Imazon, cuja formatura foi realizada no \u00faltimo s\u00e1bado (25).<\/p>\n<p>A iniciativa \u00e9 voltada para especialistas com mais de 30 anos e pelo menos cinco de atua\u00e7\u00e3o profissional, que residem h\u00e1 uma d\u00e9cada ou mais em solo paraense. Lan\u00e7ado em 2024, o programa envolveu aulas sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, Amaz\u00f4nia, pol\u00edticas p\u00fablicas nos poderes Executivo e Legislativo, participa\u00e7\u00e3o de mulheres no debate p\u00fablico, relacionamento com a imprensa e produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado digital.<\/p>\n<p>\u201cO LIAS surgiu em um contexto pr\u00e9-COP 30, a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7as do Clima, que ser\u00e1 realizada em novembro em Bel\u00e9m, capital do estado. O evento representa uma oportunidade para essas lideran\u00e7as femininas aprofundarem o debate socioambiental em diferentes setores e aprimorarem suas habilidades para contribuir com pol\u00edticas p\u00fablicas sustent\u00e1veis para a Amaz\u00f4nia \u201d, afirma a pesquisadora do Imazon Brenda Brito, que coordena o programa.<\/p>\n<figure id=\"attachment_47748\" class=\"wp-caption alignnone\" aria-describedby=\"caption-attachment-47748\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-47748\" title=\"Mulheres l\u00edderes do Par\u00e1 ampliar\u00e3o debate sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, g\u00eanero e territ\u00f3rio\" src=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5679-300x200.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1018px) 100vw, 1018px\" srcset=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5679-300x200.jpg 300w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5679-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5679-768x512.jpg 768w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5679-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5679-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5679-500x333.jpg 500w\" alt=\"IMG 5679 300x200 - Mulheres l\u00edderes do Par\u00e1 ampliar\u00e3o debate sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, g\u00eanero e territ\u00f3rio\" width=\"1018\" height=\"678\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-47748\" class=\"wp-caption-text\">Oradora Danny Ventura durante discurso representando todas as formandas\/ Foto: Ana Serr\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foram 8 encontros online, totalizando 16 horas de aula, com 12 professores diferentes. Quinze das 26 participantes tamb\u00e9m tiveram a oportunidade de realizar uma imers\u00e3o em Bras\u00edlia. Na capital federal, elas tiveram reuni\u00f5es no Congresso, em \u00f3rg\u00e3os do Executivo e com representantes do terceiro setor, incluindo audi\u00eancias com as ministras do Meio Ambiente, Marina Silva, e da Igualdade Racial, Anielle Franco.<\/p>\n<p>\u201cEu tenho percebido que as pessoas usam a palavra \u2018lideran\u00e7as\u2019 como se fosse algo desconectado de conhecimento. E o LIAS marca o contr\u00e1rio. N\u00f3s somos lideran\u00e7as porque somos especialistas, intelectuais. O nosso proceder \u00e9 forjado de conhecimento ancestral, a gente traz o conhecimento do nosso territ\u00f3rio. Independentemente da nossa forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, n\u00f3s somos intelectuais\u201d, afirmou a jornalista e pesquisadora Fl\u00e1via Ribeiro, uma das integrantes da turma.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de incentivar a dissemina\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, g\u00eanero e territ\u00f3rio em suas \u00e1reas de trabalho e de ativismo, o programa tamb\u00e9m se destacou pela cria\u00e7\u00e3o de uma rede de mulheres com saberes diversos. \u201cO LIAS representa a valoriza\u00e7\u00e3o feminina e o combate ao etarismo em um pa\u00eds preconceituoso, onde a mulher parece ter prazo de validade. A sororidade \u00e9 marca registrada do programa, que interliga mulheres de diferentes territ\u00f3rios e defesas, mas que se convergem em objetivos comuns\u201d, afirmou a formanda Luciana Athayde, que atua como engenheira agr\u00f4noma e agricultora familiar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_47749\" class=\"wp-caption alignnone\" aria-describedby=\"caption-attachment-47749\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-47749\" title=\"Mulheres l\u00edderes do Par\u00e1 ampliar\u00e3o debate sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, g\u00eanero e territ\u00f3rio\" src=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5885-300x200.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1087px) 100vw, 1087px\" srcset=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5885-300x200.jpg 300w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5885-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5885-768x512.jpg 768w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5885-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5885-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IMG_5885-500x333.jpg 500w\" alt=\"IMG 5885 300x200 - Mulheres l\u00edderes do Par\u00e1 ampliar\u00e3o debate sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, g\u00eanero e territ\u00f3rio\" width=\"1087\" height=\"724\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-47749\" class=\"wp-caption-text\">Mulheres lideres da Amaz\u00f4nia paraense durante a formatura do Programa LIAS\/ Foto: Ana Serr\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><b>Conhe\u00e7a as formandas da turma de 2024 do LIAS:<\/b><\/h4>\n<p><b>Andreza dos Santos Filizzola Lopes Pauxi (\u00d3bidos):<\/b>\u00a0Advogada, pesquisadora, professora, mediadora e ativista socioambiental, Andreza trabalha atualmente como gestora de projetos e assessora da Associa\u00e7\u00e3o do Quilombo Boa Vista (Alto Trombetas), o primeiro territ\u00f3rio quilombola titulado do pa\u00eds. \u00c9 bacharel em Direito e mestre em Ci\u00eancia da Sociedade com foco em Direitos Humanos, Meio Ambiente e Cidadania Ambiental pela UFOPA. Tamb\u00e9m possui especializa\u00e7\u00e3o em Tecnologias Aplicadas \u00e0 Regulariza\u00e7\u00e3o Fundi\u00e1ria e Conflitos Socioambientais pela UFPA e em Direito Civil e Processo Civil pela UNAMA. Em 2019, recebeu mo\u00e7\u00e3o honrosa em Solu\u00e7\u00e3o de Conflitos pelo Conselho Nacional de Media\u00e7\u00e3o e Arbitragem e honra ao m\u00e9rito pela UFOPA. \u00c9 integrante do Grupo de Consci\u00eancia Ind\u00edgena (GCI), e volunt\u00e1ria do coletivo da Aldeia Akatu Wasu; da Cooperativa de Turismo e Artesanato de Base Comunit\u00e1ria (Turiart); da Casa Agnes, que atende mulheres e crian\u00e7as ribeirinhas; e outros coletivos. Tamb\u00e9m j\u00e1 foi coordenadora local da ONG Zo\u00e9, que proporciona atendimento m\u00e9dico especializado dentro do territ\u00f3rio. Hoje, atua conectando doa\u00e7\u00f5es e volunt\u00e1rios a projetos socioambientais na Amaz\u00f4nia, especialmente no Tapaj\u00f3s, Arapiuns, Trombetas e Baixo Amazonas.<\/p>\n<p><b>Aurea Milene Teixeira Barbosa dos Santos (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Engenheira de produ\u00e7\u00e3o com mestrado em Engenharia El\u00e9trica, Aurea trabalha atualmente como gerente de projetos de sustentabilidade do Parque de Ci\u00eancia e Tecnologia Guam\u00e1 (PCT Guam\u00e1). Os projetos que ela lidera envolvem o monitoramento das metas do Plano Estadual Amaz\u00f4nia Agora, a sociobioeconomia (principalmente auxiliando na melhoria do processo de extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo e levando conectividade \u00e0s comunidades) e o mapeamento de iniciativas de neg\u00f3cios de impacto no munic\u00edpio de Bel\u00e9m. Tamb\u00e9m atua como diretora presidente da associa\u00e7\u00e3o esportiva e social Japua\u00e7u Rugby Bel\u00e9m e j\u00e1 atuou na startup Ver-o-Fruto, que atua no beneficiamento dos res\u00edduos do a\u00e7a\u00ed para a produ\u00e7\u00e3o de produtos ligados \u00e0 higiene e ao tratamento de \u00e1gua.<\/p>\n<p><b>Concimar Okitidi Sompre (Marab\u00e1):\u00a0<\/b>Formada em Medicina na UFPA, Concimar trabalha atualmente como m\u00e9dica plantonista da rede p\u00fablica, com\u00a0 atendimento em urg\u00eancia e emerg\u00eancia. \u00c9 ativista do movimento ind\u00edgena, atuando principalmente na pauta da sa\u00fade ind\u00edgena. Participa da Federa\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Par\u00e1 (Fepipa) e da Associa\u00e7\u00e3o do Povo Xerente.<\/p>\n<p><b>Danny Beatriz Ventura Silva (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Graduada em Biomedicina, p\u00f3s-graduada em Biomedicina est\u00e9tica e mestranda em Neuroci\u00eancias e Biologia Celular, Danny trabalha atualmente como biom\u00e9dica esteta e como professora da \u00e1rea de est\u00e9tica b\u00e1sica e avan\u00e7ada. Tamb\u00e9m \u00e9 vice-presidente da ONG Fam\u00edlia Hope, que acolhe pessoas trans, travestis e suas fam\u00edlias, al\u00e9m de representar a institui\u00e7\u00e3o na Secretaria de Sa\u00fade do Par\u00e1. Ainda no terceiro setor, ocupa o cargo de conselheira fiscal da Rede Bike Anjo, institui\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m representa no F\u00f3rum Consultivo de Danny Beatriz Ventura Silva Mobilidade Urbana do Minist\u00e9rio das Cidades.<\/p>\n<p><b>Dyanara de Almeida Oliveira (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Nutricionista e professora de Nutri\u00e7\u00e3o da Faculdade Est\u00e1cio Bel\u00e9m, Dyanara \u00e9 mestra em Nutri\u00e7\u00e3o Humana e tem p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es em Obesidade e Emagrecimento; Comportamento Alimentar; e Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional. Tamb\u00e9m \u00e9 vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Nutri\u00e7\u00e3o (ASBRAN), integrante do movimento Slow Food, desde 2015, e da Alian\u00e7a pela Alimenta\u00e7\u00e3o Adequada e Saud\u00e1vel, desde 2019. Al\u00e9m disso, representa a ASBRAN na Comiss\u00e3o de Alimenta\u00e7\u00e3o e Nutri\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Sa\u00fade (CNS).<\/p>\n<p><b>Elizeth Marques de Souza (Camet\u00e1):\u00a0<\/b>Licenciada em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e especialista em Agroecologia, Elizeth trabalha atualmente como articuladora e secret\u00e1ria da Rede Jirau de Agroecologia. Tamb\u00e9m \u00e9 coordenadora da associa\u00e7\u00e3o da comunidade onde mora e do grupo de mulheres da organiza\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de integrar a Associa\u00e7\u00e3o Paraense de Apoio \u00e0s Comunidades Carentes (APACC). Al\u00e9m disso, realiza oficinas sobre a elabora\u00e7\u00e3o de projetos para o Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA) e o Programa<b><\/b><\/p>\n<p><b>Fl\u00e1via Ribeiro (Ananindeua):\u00a0<\/b>M\u00e3e, jornalista, ativista e pesquisadora, trabalha atualmente como assessora na Assembleia Legislativa do Par\u00e1. Tem gradua\u00e7\u00e3o em Jornalismo e mestrado em Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o pela UFPA. Al\u00e9m disso, atua na coordena\u00e7\u00e3o da Marcha das Mulheres Negras em Bel\u00e9m e integra o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Par\u00e1 (Cedenpa), a Rede Fulanas \u2013 Negras da Amaz\u00f4nia Brasileira e a Rede de Ciberativistas Negras \u2013 N\u00facleo Par\u00e1. Tamb\u00e9m atua como palestrante e ministra cursos sobre as intersec\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a, classe e g\u00eanero no \u00e2mbito da comunica\u00e7\u00e3o.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Gisele Cristine Silva Mendes (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>\u00c9 presidente da Comiss\u00e3o Solid\u00e1ria Vila da Barca, onde fundou o projeto Barca Liter\u00e1ria. A organiza\u00e7\u00e3o beneficia 60 crian\u00e7as e adolescentes com atividades de educa\u00e7\u00e3o continuada e de pertencimento e empoderamento perif\u00e9rico a partir da leitura, arte e cultura. Al\u00e9m disso, \u00e9 conselheira consultiva da Rede Gerando Falc\u00f5es e integrante da Rede Amaz\u00f4nia Liter\u00e1ria, da COP das Baixadas e do Perifa Connection. Graduada em Servi\u00e7o Social e p\u00f3s-graduada em Gest\u00e3o e Auditoria em Servi\u00e7os de Sa\u00fade, tamb\u00e9m trabalha atualmente como assistente social no Hospital Unimed Prime.<\/p>\n<p><b>Giselle Pinheiro Fonseca (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Graduada em Pedagogia e especialista em Doc\u00eancia do Ensino Superior, trabalha como pedagoga na Diretoria Regional de Ensino (DRE) 07 (Bel\u00e9m) da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o do Par\u00e1 (Seduc) e no Departamento de Recursos Humanos (DERH) da Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de Bel\u00e9m. Sua atua\u00e7\u00e3o no governo do estado envolve a forma\u00e7\u00e3o de professores que lecionam para turmas do 1o ao 4o ano do Ensino Fundamental, por meio dos programas \u201cAlfabetiza Par\u00e1\u201d e \u201cBora Alfabetizar\u201d. J\u00e1 na prefeitura de Bel\u00e9m, dentro da \u00e1rea de recursos humanos, atua na lota\u00e7\u00e3o e na ficha funcional dos servidores.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Glinda Sousa Farias (Breves):\u00a0<\/b>\u00c9 coordenadora de mobiliza\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o da Rede Mond\u00f3, que atua com o desenvolvimento territorial em Breves, no Maraj\u00f3. Tem gradua\u00e7\u00e3o em Servi\u00e7o Social e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Administra\u00e7\u00e3o e Gest\u00e3o de Projetos Sociais, al\u00e9m de estar cursando p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em ESG de Alto Impacto. Tamb\u00e9m \u00e9 conselheira no Conselho Municipal dos Direitos da Crian\u00e7a e do Adolescente (CMDCA) e no Conselho Municipal de Sa\u00fade (CMS) e faz parte do Comit\u00ea de Elabora\u00e7\u00e3o do Plano Decenal da Assist\u00eancia Social em Breves e do Comit\u00ea Permanente de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0s V\u00edtimas e Testemunhas de Viol\u00eancia, entre outros. Atuou por cinco anos na pol\u00edtica de assist\u00eancia social e j\u00e1 foi coordenadora da equipe itinerante (Cras Volante), do Programa de Erradica\u00e7\u00e3o do Trabalho Infantil (PETI) e do Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA); gestora do programa BPC na escola; e t\u00e9cnica de refer\u00eancia do Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o e Atendimento Integral \u00e0 Fam\u00edlia (PAIF), do Servi\u00e7o de Atendimento Especializado a Fam\u00edlias e Indiv\u00edduos (PAEFI) e do Plant\u00e3o Social. Tamb\u00e9m participou da constru\u00e7\u00e3o do atual Plano Municipal de Gerenciamento de Res\u00edduos S\u00f3lidos de Breves.<\/p>\n<p><b>Juliene Pereira dos Santos (Oriximin\u00e1):\u00a0<\/b>Antrop\u00f3loga e pesquisadora quilombola, Juliene \u00e9 graduada em Ci\u00eancias Sociais, mestre em Cartografia Social e Pol\u00edtica da Amaz\u00f4nia e doutora em Antropologia. Atualmente, \u00e9 p\u00f3s-doutoranda no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento da UFOPA, onde realiza pesquisas sobre uso de rem\u00e9dios naturais em comunidades quilombolas, territorialidades e conflitos socioambientais no Rio Trombetas, em Oriximin\u00e1, seu lugar de pertencimento. Integra o Comit\u00ea Quilombos da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Antropologia e tamb\u00e9m \u00e9 pesquisadora do Projeto Nova Cartografia Social da Amaz\u00f4nia. Em 2023, participou do Fellowship Programmes da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), uma bolsa para ind\u00edgenas e quilombolas emergirem na incid\u00eancia internacional. Para isso, passou um m\u00eas em Genebra, na Su\u00ed\u00e7a, cidade sede da ONU, para conhecer os mecanismos de direitos humanos e o modus operandi das pr\u00e1ticas de advocacy internacional.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Katia Nunes (Ananindeua):\u00a0<\/b>Educadora social e graduanda de Pedagogia, \u00e9 diretora-presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Filhos e Amigos da Cultura Afro Brasileira (AFACAB). A organiza\u00e7\u00e3o realiza atividades voltadas ao combate \u00e0 inseguran\u00e7a alimentar de comunidades do entorno do Lix\u00e3o do Aur\u00e1, \u00e0 garantia de direitos, \u00e0 sa\u00fade mental e de sustentabilidade, al\u00e9m de um cineclube. Tamb\u00e9m \u00e9 conselheira do Conselho Estadual de Pol\u00edticas de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial (CONEPPIR) e faz parte da coordena\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Norte na Rede Afroambiental. Em 2024, recebeu a Comenda M\u00e3e Doca, reconhecimento da Assembleia Legislativa do Par\u00e1 a representantes das religi\u00f5es de matriz africana.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Keissi Borari (Santar\u00e9m):\u00a0<\/b>\u00c9 membra fundadora da Associa\u00e7\u00e3o de Mulheres Ind\u00edgenas Suraras do Tapaj\u00f3s, cuja miss\u00e3o \u00e9 combater a viol\u00eancia e o racismo contra as mulheres ind\u00edgenas por meio do acolhimento, do fortalecimento, da autoestima e do empoderamento econ\u00f4mico e pol\u00edtico. Tamb\u00e9m \u00e9 curimbozeira e compositora do Suraras do Tapaj\u00f3s, o primeiro grupo de carimb\u00f3 formado somente por mulheres ind\u00edgenas. No coletivo musical, tamb\u00e9m integra a coordena\u00e7\u00e3o executiva, sendo correspons\u00e1vel por contratos, parcerias, novos projetos e dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Graduada em Administra\u00e7\u00e3o, trabalha ainda como gerente de opera\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas de uma empresa voltada para viagens de alto padr\u00e3o em embarca\u00e7\u00f5es privativas, navegando pelos rios Tapaj\u00f3s, Amazonas e Arapinus. Esse trabalho tamb\u00e9m envolve levar os turistas a projetos de turismo de base comunit\u00e1ria.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Liliane Silva do Nascimento (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Graduada em Odontologia, especialista Sa\u00fade Coletiva e mestre e doutora em Sa\u00fade P\u00fablica, Liliane \u00e9 professora na UFPA, onde lidera grupo de pesquisa reconhecido no CNPq e desenvolve atividades de educa\u00e7\u00e3o, literacia e promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade em comunidades tradicionais, como quilombolas e ribeirinhas, ou que residem em territ\u00f3rios vulnerabilizados, como os conglomerados urbanos. Al\u00e9m disso, desenvolve um trabalho volunt\u00e1rio com mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia das regi\u00f5es Metropolitana e do Maraj\u00f3, chamado \u201cMulheres marajoaras protegendo seus corpos e a Amaz\u00f4nia\u201d, onde atua em temas como dignidade menstrual, controle de natalidade e uso de medicamentos. Em integra\u00e7\u00e3o com a Secretaria de Sa\u00fade do Par\u00e1, tamb\u00e9m realiza, desde 2022, forma\u00e7\u00e3o especializada em sa\u00fade em Bel\u00e9m e em outros munic\u00edpios da Regi\u00e3o Metropolitana. Tamb\u00e9m contribui com as Confer\u00eancias Municipais e Estaduais de Sa\u00fade, COP das Baixadas, associa\u00e7\u00f5es de bairros e associa\u00e7\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Livia Medeiros Neves Casseb (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>M\u00e9dica veterin\u00e1ria com mestrado e doutorado em Doen\u00e7as Tropicais, Livia \u00e9 pesquisadora em Sa\u00fade P\u00fablica e chefia a Se\u00e7\u00e3o de Arbovirologia e Febres Hemorr\u00e1gicas do (SAARB) do Instituto Evandro Chagas (IEC), um centro colaborador de diagn\u00f3stico e pesquisa em zoonoses emergentes e reemergentes da Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade (OPAS). Tamb\u00e9m coordena o Laborat\u00f3rio de Imunopatologia Experimental, \u00e9 vice-coordenadora do Laborat\u00f3rio de Raiva e integra a rede de Iniciativa Amaz\u00f4nica para Investiga\u00e7\u00e3o de Mordeduras Tropicais (IAIMT). Atua ainda como consultora ad hoc da Funda\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Par\u00e1 (FAPESPA) e est\u00e1 na lista de 11 especialistas ad hoc do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) para sa\u00fade p\u00fablica veterin\u00e1ria. Como volunt\u00e1ria, tamb\u00e9m integra a Rede Brasileira de Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica Veterin\u00e1ria. Al\u00e9m disso, atua como evangelizadora infantil no Centro Esp\u00edrita Yvon Costa.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Luciana Athayde (Igarap\u00e9-A\u00e7u):\u00a0<\/b>Engenheira agr\u00f4noma, agricultora familiar e ativista ambiental, Luciana \u00e9 propriet\u00e1ria do S\u00edtio Agroecol\u00f3gico Tol\u00fa, onde produz alimentos org\u00e2nicos e desenvolve um projeto piloto de reciclagem de res\u00edduos org\u00e2nicos a partir da t\u00e9cnica de compostagem laminar. Tamb\u00e9m \u00e9 cofundadora do Instituto de Desenvolvimento Amaz\u00f4nia Sustent\u00e1vel (IDEASSU), organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental com foco no desenvolvimento sustent\u00e1vel da regi\u00e3o. Graduada em Engenharia Agron\u00f4mica, tem mestrado em Agricultura Org\u00e2nica e especializa\u00e7\u00e3o em Cidades Inteligentes e Sustent\u00e1veis. Possui experi\u00eancia nas \u00e1reas de Gest\u00e3o de Res\u00edduos S\u00f3lidos, Agroecologia, Produ\u00e7\u00e3o Org\u00e2nica, Compostagem e Entomologia Agr\u00edcola.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Lucyn\u00e9ia Nery Neves (Abaetetuba):<\/b>\u00a0Empres\u00e1ria, servidora p\u00fablica e acad\u00eamica de Direito, Lucin\u00e9ia atua como diretora do Departamento de Turismo da Prefeitura Municipal de Abaetetuba e como coordenadora da Casa do Empreendedor. Participa h\u00e1 14 anos da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Abaetetuba, institui\u00e7\u00e3o que j\u00e1 presidiu e onde atualmente \u00e9 conselheira superior. Tamb\u00e9m j\u00e1 presidiu os conselhos da Mulher Empres\u00e1ria e Municipal do Direito da Mulher.<\/p>\n<p><b>Maria Claudia Bentes Albuquerque (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Advogada e professora, Maria Claudia leciona na Gradua\u00e7\u00e3o em Direito e no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano da Unama, universidade onde tamb\u00e9m coordena o Programa de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica e lidera o grupo de pesquisa Direito e Desenvolvimento Urbano Sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia (DUSA). Atua ainda como vice-presidente da Comiss\u00e3o Estadual de Direito Urban\u00edstico e Planejamento Urbano da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) \u2013 Se\u00e7\u00e3o Par\u00e1, que j\u00e1 presidiu por dois tri\u00eanios, e realiza o curso de forma\u00e7\u00e3o de Mediadores e Conciliadores pelo Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ). Graduada em Direito, Maria tem especializa\u00e7\u00e3o em Direito Ambiental e Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica da Sustentabilidade, mestrado em Gest\u00e3o de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amaz\u00f4nia e doutorado em Direito.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Mariana Neves Cruz Mello (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Professora de Geografia da UFPA,\u00a0 consultora etnoambiental e aprendiz de paj\u00e9, Mariana tem pautado debates sobre a precariza\u00e7\u00e3o do ensino na Amaz\u00f4nia h\u00e1 mais de seis anos. Na educa\u00e7\u00e3o, atua com a valoriza\u00e7\u00e3o da identidade regional a partir da ecologia de saberes, tendo como pano de fundo a pajelan\u00e7a cabocla marajoara, que vem aprendendo desde 2019 com a paj\u00e9 Roxita, de Soure, no Maraj\u00f3. Em Igarap\u00e9-A\u00e7u, tamb\u00e9m \u00e9 divulgadora cient\u00edfica do Moeda Verde, movimento social de economia solid\u00e1ria liderado por mulheres. J\u00e1 em Soure, integra a Casa de Miss\u00e3o e Caridade Santo Ant\u00f4nio. Graduada e mestre em Geografia, tem doutorado em Ecologia Aqu\u00e1tica e Pesca.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Mariane Castro (Muan\u00e1):\u00a0<\/b>Ribeirinha, gestora de comunica\u00e7\u00e3o do Observat\u00f3rio do Maraj\u00f3 e artista multim\u00eddia, Mariane \u00e9 graduada em Comunica\u00e7\u00e3o Social Multim\u00eddia e t\u00e9cnica em Teatro com \u00eanfase em Produ\u00e7\u00e3o Cultural e Design. No Observat\u00f3rio, realiza o planejamento, desenvolvimento e implementa\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia de comunica\u00e7\u00e3o, com foco no fortalecimento de lideran\u00e7as de comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas de 17 munic\u00edpios do Maraj\u00f3. Tamb\u00e9m atua no fortalecimento das mobiliza\u00e7\u00f5es da comunidade tradicional ribeirinha da qual pertence e \u00e9 a primeira secret\u00e1ria da associa\u00e7\u00e3o de pequenos produtores do assentamento que faz parte.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Marlena Pinheiro Soares (Santar\u00e9m):\u00a0<\/b>Gestora ambiental, articuladora de Programas Socioambientais do Instituto Conex\u00f5es Sustent\u00e1veis (Conexsus) e presidenta do Instituto Regat\u00e3o Amaz\u00f4nia, Marlena \u00e9 refer\u00eancia na \u00e1rea de cultura no Baixo Amazonas. No Conexsus, \u00e9 correspons\u00e1vel por um projeto com organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e desenvolve estrat\u00e9gias para ampliar a participa\u00e7\u00e3o de mulheres e jovens nos neg\u00f3cios comunit\u00e1rios. J\u00e1 no Regat\u00e3o Amaz\u00f4nia, atua no fortalecimento da identidade cultural da regi\u00e3o. Entre os projetos atuais do instituto est\u00e3o o \u201cBarco Regat\u00e3o\u201d, voltado \u00e0s fazedoras e aos fazedores culturais das margens dos rios, e um Cineclube em Alter do Ch\u00e3o.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Marly L\u00facia da Silva Ferreira (Bragan\u00e7a):\u00a0<\/b>Pescadora, marisqueira, agricultora familiar e artes\u00e3, Marly \u00e9 secret\u00e1ria de mulheres da Comiss\u00e3o Nacional para o Fortalecimento das Reservas Extrativistas e dos Povos Extrativistas Costeiros Marinhos (Confrem) h\u00e1 seis anos, j\u00e1 estando no segundo mandato. Seu trabalho na Confrem envolve a forma\u00e7\u00e3o e o fortalecimento de redes de mulheres extrativistas em todo o pa\u00eds. Tamb\u00e9m tem atuado no debate sobre a aprova\u00e7\u00e3o da nova lei da pesca e sobre as mudan\u00e7as dentro das legisla\u00e7\u00f5es ambientais que impactam na atividade pesqueira.<\/p>\n<p><b>N\u00e1dia da Luz Alves da Silva Gomes (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Catadora de materiais recicl\u00e1veis, N\u00e1dia \u00e9 representante estadual do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicl\u00e1veis (MNCR) e diretora fundadora da Cooperativa de Trabalho de Catadoras e Catadores de Materiais Recicl\u00e1veis Vis\u00e3o Pioneira de Icoaraci (CocaVip). No MNCR, sua atua\u00e7\u00e3o envolve identificar, mobilizar, capacitar e organizar cooperativas e associa\u00e7\u00f5es de catadoras e catadores de materiais recicl\u00e1veis dos munic\u00edpios paraenses.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Ruth Helena Cristo Almeida (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Soci\u00f3loga, professora, pesquisadora e\u00a0 extensionista da UFRA, Ruth \u00e9 graduada em Ci\u00eancias Sociais, mestre em Sociologia e doutora em Ci\u00eancias Agr\u00e1rias. Coordena junto ao CNPq o grupo de pesquisa Rela\u00e7\u00f5es de G\u00eanero e Ruralidades Amaz\u00f4nicas, que est\u00e1 em processo de forma\u00e7\u00e3o da Casa Amaz\u00f4nia, uma organiza\u00e7\u00e3o que ter\u00e1 o objetivo de formar jovens nos temas pesquisados. Como docente de Sociologia Rural, forma jovens para lidarem com a diversidade das realidades Amaz\u00f4nicas e trabalha com projetos de extens\u00e3o em comunidades rurais periurbanas, nas ilhas pr\u00f3ximas a Bel\u00e9m, com foco nas rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e clima, justi\u00e7a clim\u00e1tica, seguran\u00e7a alimentar e nutricional e pol\u00edticas p\u00fablicas. Tamb\u00e9m atua como lideran\u00e7a na C\u00e2mara T\u00e9cnica de G\u00eanero e Clima do Governo do Par\u00e1 e avaliou e prop\u00f4s mudan\u00e7as na Pol\u00edtica Estadual de Bioeconomia.<\/p>\n<p><b>Valeria da Silva Lopes (Santa B\u00e1rbara do Par\u00e1):<\/b>\u00a0Agricultora e professora do campo, Valeria integra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) h\u00e1 25 anos, estando h\u00e1 5 deles na dire\u00e7\u00e3o estadual no Par\u00e1. Al\u00e9m disso, participa do setor de educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o do MST, sendo respons\u00e1vel pela organiza\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os escolares formais e n\u00e3o formais. Licenciada em Educa\u00e7\u00e3o do Campo com Habilita\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Humanas, tem especializa\u00e7\u00e3o em Ensino de Geografia e mestrado em Educa\u00e7\u00e3o. Trabalha com planta\u00e7\u00f5es agroecol\u00f3gicas e sistemas agroflorestais; contribui na organiza\u00e7\u00e3o de associa\u00e7\u00f5es e cooperativas de agricultores rurais; ministra aulas de ci\u00eancias humanas, sociais e ambientais com comunidades camponesas e rurais-ribeirinhas; e desenvolve projetos de educa\u00e7\u00e3o do campo com turmas de Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EJA) na \u00e1rea de ci\u00eancias agr\u00e1rias.<b><\/b><\/p>\n<p><b>Veraneize dos Anjos Alves (Bel\u00e9m):\u00a0<\/b>Professora e coordenadora da Coordenadoria de Educa\u00e7\u00e3o Escolar Indigena (CEEIND) da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o do Par\u00e1 (Seduc), Veraneize trabalha com 43 povos origin\u00e1rios do estado. Suas fun\u00e7\u00f5es envolvem as contrata\u00e7\u00f5es, constru\u00e7\u00f5es de escolas, visitas \u00e0s comunidades e forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e pedag\u00f3gica da Educa\u00e7\u00e3o Escolar Ind\u00edgena. Al\u00e9m disso, integra o movimento ind\u00edgena do Baixo Tapaj\u00f3s \u2013 Oeste do Estado do Par\u00e1, por meio do Grupo Consci\u00eancia Ind\u00edgena e do Conselho Ind\u00edgena Tapaj\u00f3s e Arapiuns. Tamb\u00e9m atuou em um programa de r\u00e1dio chamado A Hora do Xib\u00e9, na R\u00e1dio Rural de Santar\u00e9m. Portuguesa e Literatura e mestre em Diversidade Sociocultural.<\/p>\n<p>Fonte: Imazon<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grupo formado por especialistas de 23 profiss\u00f5es diferentes recebeu forma\u00e7\u00e3o do Programa Lideran\u00e7as Amaz\u00f4nicas Sustent\u00e1veis (LIAS), do instituto de pesquisa Imazon Ampliar o debate sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, g\u00eanero e territ\u00f3rio em suas 23 profiss\u00f5es diferentes \u00e9 a miss\u00e3o de um grupo de 26 mulheres que&#8230;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9560,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,35,31,36],"tags":[1892],"class_list":["post-9559","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-area-1","category-meio-ambiente","category-para","category-politica","tag-liderancas-amazonicas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9559","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9559"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9559\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9561,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9559\/revisions\/9561"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9560"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9559"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9559"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.portaldaamazonialegal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9559"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}